Estava até lendo com interesse este artigo mas quando cheguei ao item 7
desisti. É a Nota Fiscal da Compra do Voto.

Basta, Isso seria voltar ao controle dos coronéis.....

Grato
Kid Asc - 11 - 9-75723325
"Que a PAZ esteja e permaneça entre nós"
[email protected] - [email protected]

VOTO IMPRESSO = NOTA FISCAL DE COMPRA

*- Prove que 1 (UM) voto NÂO foi devidamente computado ao candidato
desejado !*
*- USA a maior democracia do planeta
Terra, 
https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=erro+contagem+de+votos+elei%C3%A7%C3%B5es+americanas
<https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=erro+contagem+de+votos+elei%C3%A7%C3%B5es+americanas>
(resultado *Aproximadamente 9.890.000 resultados (0,84 segundos) ) em
02-09-2014, 14:05hs
"....A eleição de 2000 se constituiu numa das maiores fraudes da história
deste país, tornando-se motivo de galhofa no mundo inteiro. Apesar de ter
recebido 539.898 votos populares a menos do que seu adversário, o democrata
Al Gore, Bush foi beneficiado por uma vergonhosa sentença da Suprema Corte,
que decidiu, por cinco votos a quatro, validar a irregular apuração na
Flórida.  ....."
http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=550 (visto em
02-09-2014 - 14:10hs)

Em 25 de dezembro de 2014 10:08, Leamartine Pinheiro de Souza G2 <
[email protected]> escreveu:

> *Com cumprimentos*
>
>
>
> Posso saber em quem votei?
>
>
>
> Adriano Benayon * 20.10.2014
>
>
>
> Às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, o Brasil tenta
> sobrenadar num mar formado pela caudal dos factoides e da desinformação,
> combinada com a avalanche da exploração de preconceitos ideológicos.
>
>
>
> 2. Para não nos afogarmos, é conveniente estar atentos aos fatos, pois
> estes costumam receber dois tipos de tratamento da grande mídia, das
> cúpulas profissionais e mesmo da maioria dos acadêmicos: a) ser
> deliberadamente ocultados e, assim, ignorados por muitos; b) ser errônea
> e/ou incompletamente contados, além de deformados, ao serem interpretados
> em seu conjunto.
>
>
>
> 3. Um fato importante é que a urna eletrônica “brasileira” não é, nem um
> pouco, confiável, pois ela depende  do programa (software), sendo
> impossível detectar qualquer fraude nele inserida.
>
>
>
> 4. Baseio-me no que tem sido demonstrado por professores de ciência da
> computação, da mais inquestionável competência.
>
>
>
> 5. Eles explicam que, sem mudar para urnas de geração mais avançada,  o
> próprio voto impresso, a última linha de defesa dos que pugnam  por
> eleições livres, só possibilitaria comprovar, por amostragem, ter havido
> fraude em determinada seção ou zona eleitoral.
>
>
>
> 6.  Mas os tribunais eleitorais não admitem sequer a impressão do voto, e
> o próprio STF chegou a ponto de considerá-la inconstitucional, alegando que
> isso quebraria o sigilo do voto, princípio constitucional com valor de
> cláusula pétrea.
>
>
>
> 7. Ora, para assegurar o sigilo, basta que o eleitor guarde o impresso,
> para eventual conferência,  do mesmo modo que, antes da eletrônica, não
> ficava dizendo em quem votou, se não quisesse.
>
>
>
> 8. A Revolução de 1930 instituiu eleições livres, causa justa para
> derrubar a República Velha: o País clamava por acabar com o voto de
> cabresto, no contexto socioeconômico semicolonial descrito no clássico de
> Victor Nunes Leal, *Coronelismo, Enxada e Voto*.
>
>
>
> 9. Contava-se então esta estória: um fazendeiro chama os peões e
> distribui-lhes papeis dobrados em envelopes para colocar na urna. Um dos
> peões pergunta ao patrão se poderia saber o que está escrito no papel.
> Resposta: “*Não pode, não. Você não sabe que o voto é secreto?*”
>
>
>
> 10. Seria de valia para quem deseja conhecer a questão, acessar o site
> www.votoseguro.org e ler a ata de reunião da CCJ da Câmara dos Deputados,
> de 08.05.2012, na qual falaram os principais especialistas em  segurança
> eletrônica do País.
>
>
>
> 11. Há um excelente resumo (12.05.2012) desses depoimentos por Osvaldo
> Maneschy, que começa assim:
>
> *Na audiência pública para discutir se o voto eletrônico deve ser impresso
> ou não, na última terça 8/5, na CCJ da Câmara, ficou claro: o TSE bate de
> frente com os especialistas em informática que garantem que a impressão é a
> única forma de tornar segura a urna eletrônica que usamos no Brasil
> <http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2012/05/prof-diego-aranha-da-unb-confirma-urna.html>,
> de 1ª geração, ultrapassada, diferentemente de máquinas modernas – como a
> urna eletrônica argentina, de 3ª. geração - que imprime o voto e permite
> que o eleitor o con**fir*a.”
>
>
>
> 12. Maneschy cita o o professor Diego Aranha,  hoje na UNICAMP, e que
> fizera importante demonstração pública disto: “*Tivemos apenas uma hora
> de acesso
> <http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2012/05/prof-diego-aranha-da-unb-confirma-urna.html>
> ao código-fonte da urna eletrônica brasileira, mas foi tempo suficiente
> para quebrarmos o único dispositivo que ela usa para garantir o sigilo do
> voto.”*
>
>
>
> 13. Aranha foi, na UNB, aluno do Prof. Pedro Rezende. Este, em um de seus
> artigos magistrais, publicado no Observatório da Imprensa, 15.04.2014,
> esclarece que um sistema eletrônico de votação como o do TSE, baseado em
> urna modelo DRE, caracterizado por não permitir recontagem dos votos,
> potencializa ao máximo os problemas decorrentes da informatização, *por* 
> *implicar
> dependência absoluta em relação ao software*.
>
>
>
> 14. Rezende  cita pesquisas da agência oficial dos EUA, U.S. Election
> Assistance Commission, (diretrizes VVSG
> <http://www.eac.gov/testing_and_certification/voluntary_voting_system_guidelines_fact_sheet.aspx>
>  -
> Voluntary Voting System Guidelines) e o *Brennan Report*, da Universidade
> de Nova York.
>
>
>
> 15. Elas descrevem 128 formas de fraude em sistemas de votação eletrônica
> e recomendam a diretriz VVPAT (Voter-Verifiable Paper Audit Trail), que
> dota o sistema de trilha de auditoria com registro material de cada voto,
> verificável  pelo eleitor.
>
>
>
> 16. Esse registro serve para entrada do voto eletrônico na urna, em cujo
> modo é escaneado, ou como saída do voto eletrônico, em cujo modo é
> impresso;  depois, para depósito manual ou automático, para possível
> auditoria.
>
>
>
> 17. Ainda Rezende: *“Dos países que  testaram ou usaram sistema baseado
> em urna DRE ... todos, à exceção do Brasil, já a abandonaram. Bélgica,
> Russia, Índia, EUA, Canadá, México, Venezuela, Peru, Equador, Argentina
> usaram e trocaram ou adaptaram seus sistemas para algum modo VVPAT. Por
> fim, EUA Israel, Equador e Argentina, em eleições locais ou regionais, já
> usaram ou usam sistema E2E, cujas trilhas virtual e material de contagem e
> de auditoria dos votos são interdependentes.”*
>
>
>
> 18. Outro expoente da matéria, o  Eng. Amilcar Brunazo Filho diz:  “*O
> eleitor argentino pode ver e conferir o conteúdo do registro digital do seu
> voto. O eleitor brasileiro não pode!. No Brasil, o voto é secreto até para
> o próprio eleitor*.”
>
> 19. Não é aceitável, portanto, a postura do STF, TSE e muitos TREs, que
> têm indeferido pedidos de se demonstrar, perante essas autoridades, a
> completa vulnerabilidade da urna eletrônica à fraude.
>
>
>
> 20. Menos ainda, que ministros do STF tenham interferido no poder
> legislativo, seja para impedir a aprovação do voto impresso, seja para
> cassá-lo, quando leis foram promulgadas para assegurá-lo.
>
>
>
> 21. Em 2004, Nelson Jobim, então presidente do STF, fez convocar reunião
> de líderes da Câmara dos Deputados, na qual os intimidou (todo político tem
> processos nas altas cortes),  para, por voto de liderança, decidirem
> suprimir da lei a impressão do voto.
>
>
>
> 22. Chegou a viger, mas quase não chegou a ser aplicada,  Lei do Voto
> Impresso, de autoria do Senador Requião, e, em 2009, foi promulgada  por
> Lula, lei dos deputados Brizola Neto e Flávio Dino, que teve este destino,
> selado pelo STF, em 06.11.2013:
>
> *“O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a
> inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei 12.034/2009, que cria o voto
> impresso a partir das eleições de 2014. Na sessão plenária realizada nesta
> quarta-feira (6), os ministros confirmaram, em definitivo, liminar
> concedida pela Corte em outubro de 2011, na qual foram suspensos os efeitos
> do dispositivo questionado pela Procuradoria Geral da República (PGR) na
> Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4543.”*
>
> 23. Após o 1º Turno das Eleições de 2014, o que já era mais que suspeito,
> tornou-se flagrante. Nunca se viram discrepâncias tão grandes entre as
> pesquisas de boca de urna e os resultados finais.
>
> 24. Em geral, a favor dos candidatos afinados com o sistema de poder
> comandado pelas oligarquias financeiras mundial e local,  e em prejuízo dos
> políticos com currículo de defesa dos interesses nacionais, como Requião,
> ou críticos de sustentáculos daquele sistema (Globo), como o mesmo e
> Garotinho.
>
> 25. O professor Gustavo Castañon, da UF Juiz de Fora,  publicou em “O
> Viomundo”, 11.10.2014, artigo em que define a ‘urna eletrônica brasileira’
> como a única do mundo totalmente invulnerável à fiscalização.
>
> 26. Castañon assinala que o resultado de Aécio foi muito além da margem
> de erro do Ibope, 1,5% além do previsto, e o de Dilma, aquém, 2,5%
> <http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/10/07/interna_politica,577013/credibilidade-dos-institutos-de-pesquisa-ficou-abalada.shtml>.
> Aécio tinha 99% de chances de ter entre 28% e 32% dos votos. Teve 33,5%.
>
>
>
> 27. O outro “erro” foi com os índices de Dilma. Ela teve 0,5% para menos,
> além da margem de erro. Castañon: “*A chance de isso acontecer é  bem
> menor do que 0,005 x 0,005:  menor que 0,000025.”*
>
>
>
> 28. Resumindo Castañon: Resultados virtualmente impossíveis aconteceram
> em todo o País
> <http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/10/07/interna_politica,577013/credibilidade-dos-institutos-de-pesquisa-ficou-abalada.shtml>.
>  A
> avalanche absurda de 40,4% em Sartori no RS, por exemplo, quando a boca de
> urna previa 29%. Esta dava Genro (PT) 35%, Sartori (PMDB) 29%, Amélia (PP)
> 26%. As urnas deram Sartori 40,4%, Genro 32,5% e Amélia 21,7%. Não existem
> espaços na linha para os zeros necessários para expressar a probabilidade
> de isso ter ocorrido por acaso.
>
>
>
> 29. Olívio Dutra, no RS, perdeu a vaga no Senado, depois de a boca de
> urna ter indicado sua vitória por 6 pontos percentuais de diferença
> <http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/eleicoes/2014/noticia/2014/10/ibope-explica-diferenca-da-boca-de-urna-para-resultado-da-eleicao-no-rs.html>.
> No RJ,  8% dos votos parecem ter sido transferidos de Garotinho para
> Pezão e Crivella
> <http://noticias.terra.com.br/eleicoes/rio-de-janeiro/boca-de-urna-indica-2-turno-entre-pezao-e-garotinho-no-rj,7cff71baf66d8410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html>.
> Pezão teve mais 6% e Crivella mais de 2%, acima da margem de erro.
>
>
>
> 30. Pergunta, ainda, Castañon: Por que será que temos o Congresso eleito
> mais fisiológico de todos os tempos?   E afirma: “*O estado das coisas se
> torna mais chocante com a quantidade de denúncias
> <http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/09/26/burburinho-por-que-o-jobim-nao-quer-conferir-o-voto-para-fraudar/>
>  de fraude
> abafadas pela imprensa
> <http://quemtemmedodolula.blogspot.co.uk/2010/10/houve-auditoria-do-software-das-urnas.html>
>  e
> o fato de o TSE ter terceirizado a operação das urnas nesta eleição
> <http://quemtemmedodolula.blogspot.co.uk/2010/10/houve-auditoria-do-software-das-urnas.html>
>  de
> 2014 para empresas privadas*.”
>
> 31. Ele conclui: ”*só restam duas possibilidades: ou o Ibope fraudou as
> pesquisas de boca de urna e arruinou voluntariamente sua reputação, ou o
> Brasil viveu sua maior e mais escandalosa fraude até hoje. Escolha que
> teoria da conspiração lhe parece mais racional, porque é só o que tem pra
> hoje.”.*
>
> * - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização
> versus Desenvolvimento.
>
>
>
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> O texto acima e' de inteira e exclusiva responsabilidade de seu
> autor, conforme identificado no campo "remetente", e nao
> representa necessariamente o ponto de vista do Forum do Voto-E
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> O Forum do Voto-E visa debater a confibilidade dos sistemas
> eleitorais informatizados, em especial o brasileiro, e dos
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