Ok. Um rm -fR $HOME vai apagar as pastas pessoais desse usuário. Mas um 'rm -fR' não é um virus, se embuti-lo dentro de um programa continuará não sendo um vírus. Se tornará um virus quando tiver a capacidade de autoreplicação e manter-se oculto do usuário.
O Conficker, este sim, um virus, replica-se sem depender de nenhuma ação do usuário numa rede, vai de ponto em ponto e infecta-se onde tiver uma conhecida brecha de segurança. Aposto que o seu Linux não tem autorun que sai executando um arquivo arbitrário sem lhe perguntar nada, ou sai ? Quando um virus para Linux tiver essa capacidade com Conficker, aí sim, nosso Linux foi um sistema seguro. Apagar meu $HOME é muito ruim, tão ruim quanto detonar o sistema inteiro. Mas convenhamos, o codigo que fez essa proeza não veio de uma forma oculta e virus para o Janelas quase sempre é dessa maneira. Fora que é um tiro no pé, um virus que apaga a si mesmo ao invés de replicar-se, tenha dó :) []'s Em 25 de fevereiro de 2010 00:33, Silas Ribas Martins <[email protected]> escreveu: > Salve, > > Um dos fatos de ter antivirus para linux é: se um arquivo está contaminado, > no linux nao tera efeito, mas se voce passar para um windows ou mac vai ter > efeito. Voce precisa de um antivirus para conter a propagação/disseminação > do mesmo. > > Recebe o arquivo, verifica e limpa, e dai repassa. Sem propagação da peste, > você não é infectado e nem ajuda a infectar os outros. > > Por que os Webmails passam antivirus? Provavelmente estão rodando sobre > linux, mas se voce baixar com virus num windows, ja era. > > Alem de outras coisas. Linux pode conter o estrago dos virus mas e > vuneravel. Se fizer um virus que na inicializacao sempre de um: > rm -rf $HOME; > > Voce simplesmente vai ta com problemas se voce guarda muita coisa na sua > $HOME e ainda vai perder varias configuracoes, pois na sua $HOME tem N > pastas ocutas com configuracoes de quase tudo para o seu usuario. > > Entao pare com essa visao de que USO LINUX, NAO SOU VUNERAVEL. > > Cuidados com as permissoes, 'rm -rf' varrendo todos os diretorios vao pegar > os que voce tem permissao total e vai pra o beleleu. > > 2010/2/25 Robson Dantas <[email protected]> > >> Ótima informação, eu só não entendo o "por que" que algumas empresas criam >> anti-virus para Linux. Acho que seja para remoção de vírus em outras >> plataformas e não para o Linux em si. >> Vou aproveitar este texto e pesquisar mais na internet e colocar num >> programinha para ficar no meu LiveCD que estou criando. O povo deve saber >> sobre a segurança do sistema. >> >> Grato >> >> Em 24 de fevereiro de 2010 23:07, Darlan Dapper >> <[email protected]>escreveu: >> >> > Vírus no Linux? >> > Vida curta e difícilDerivado para o Português por >> > Pedro A. D. Rezende >> > <http://librenix.com/?inode=21>do artigo >> > <http://librenix.com/?inode=21>publicado em Librenix por >> > Ray Yargin >> > >> > Agosto de 2006 >> > >> > ------------------------------ >> > Por que é que vírus de Linux não é mais do que um assunto para rodas de >> > ciberpapo? Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que >> > os >> > vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em >> particular, >> > e >> > aos cibernautas em geral? >> > >> > Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase >> > todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda >> > desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo >> "é >> > menos atacado porque é menos usado"). Mas há uma razão, muito importante, >> > que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, >> devemos >> > saber porque o Linux não dá mole para vírus. >> > >> > Para que um vírus infecte um programa executável num sistema com >> > kernelLinux, numa distro GNU/Linux (Debian, Slackware, RedHat, Suse, >> > Ubuntu, >> > Kurumin, Mandriva, etc.) por exemplo, o executável precisa estar em >> arquivo >> > com permissão de escrita para o usuário que esteja ativando o vírus. Tal >> > situação é incomum. Numa instalação desktop, via de regra os arquivos >> > executáveis têm como dono (owner) o administrador do sistema (root), e >> > rodam >> > em processo de usuário comum. Ou seja, a partir de uma conta >> > não-privilegiada. >> > >> > Além do que, quanto menos experiente for o usuário, menos provável que >> > tenha >> > ele mesmo feito a instalação do executável, e portanto, que seja o owner >> do >> > arquivo correspondente. Assim, os usuários de Linux que menos entendem >> dos >> > perigos de infecção viral são os que têm pastas pessoais (diretório home) >> > menos férteis para isso. >> > >> > Prosseguindo, ainda que um vírus consiga infectar um programa executável, >> > sua missão de proliferar-se esbarra em dificuldades das quais os limites >> > nas >> > permissões do dono do arquivo infectado são apenas o começo (para >> neófitos, >> > em sistemas com um só usuário, esses limites podem desaparecer se a conta >> > root >> > for usada descuidadamente). As dificuldades continuam nos programas para >> > conectividade, por serem esses no Linux construídos conservadoramente, >> sem >> > os recursos de macros em alto nível que têm permitido, por exemplo, a >> > recentes vírus de Windows propagarem-se tão rapidamente. >> > >> > Esse conservadorismo não é uma característica do Linux, mas reflete >> > diretamente importantes diferenças na base de usuários de plataformas >> > livres >> > e proprietárias. Diferenças na forma como essas bases atuam no processo >> de >> > desenvolvimento, e na forma como a robustez e a popularidade dos >> programas >> > é >> > afetada por essa atuação, através dos respectivos modelos de licença e de >> > negócio. Na forma, por exemplo, em que vacinas atuam. As lições >> aprendidas >> > pela observação do que acontece no outro modelo servem, no modelo >> > colaborativo, para vacinar não o software em si, mas o processo e a >> > estratégia de desenvolvimento dos softwares livres, livres inclusive das >> > estratégias de negócio de interessados que lhes sejam confiltantes. >> > >> > Aplicativos e sistemas baseados em Linux são quase todos de código fonte >> > aberto. Devido à quase totalidade desse mercado estar acostumado à >> > disponibilidade do código-fonte, produtos distribuídos apenas em formato >> > executável são ali raros, e encontram mais dificuldade para firmar >> > presença. >> > Isso tem dois efeitos no ecosistema viral, se considerarmos que a >> > propagação >> > ocorre em formato executável. Primeiro, programas com código fonte aberto >> > são lugares difíceis para vírus se esconderem. Segundo, a (re)instalação >> > por >> > compilação do código-fonte corta completamente um dos principais vetores >> de >> > propagação dos vírus. >> > >> > Cada um desses obstáculos representa uma barreira significativa. Porém, é >> > quando essas barreiras atuam em conjunto que a vida do vírus se complica. >> > Um >> > vírus de computador, da mesma forma que o biológico, precisa de uma taxa >> de >> > reprodução maior do que a taxa de erradicação (morte), para se >> proliferar. >> > Na plataforma Linux, cada um desses obstáculos reduz significativamente a >> > taxa de reprodução. E se a taxa de reprodução cai abaixo do nível >> > necessário >> > para substituir a população erradicada, o vírus está condenado à >> extinção, >> > nesse ambiente -- mesmo antes das notícias alarmistas sobre o potencial >> de >> > dano às vítimas. >> > >> > A razão pela qual nunca vimos uma epidemia de verdade com vírus de Linux >> é >> > simplesmente porque nenhum vírus conseguiu, até hoje, prosperar no >> ambiente >> > que o Linux propicia. Os que já surgiram com esse alvo não são mais do >> que >> > curiosidades técnicas (Staog foi o primeiro deles, e o único observado à >> > solta, até 2005, foi o Bliss< >> > http://math-www.uni-paderborn.de/%7Eaxel/bliss/>). >> > A realidade é que não existe vírus viável para Linux. >> > >> > Isso, é claro, não significa que nunca possa haver uma epidemia viral >> > envolvendo o Linux. Por outro lado, isso significa que o vírus precisaria >> > ser muito inovador e bem arquitetado para ter sucesso prosperando nesse >> > ecosistema (do Linux), que é hostil para código furtivo. E também, que >> > outros especialistas possam entender a questão de maneira diferente (para >> > outra perspectiva sobre o tema, tente esse >> > artigo<http://freshmeat.net/news/2000/06/10/960695940.html> >> > ). >> > >> > >> > >> > -- >> > Darlan Dapper >> > ><))))°> >> > Mobile:+55 47 8405 1418 >> > -- >> > Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece >> > >> > Lista de discussão Ubuntu Brasil >> > Histórico, descadastramento e outras opções: >> > https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br >> > >> -- >> Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece >> >> Lista de discussão Ubuntu Brasil >> Histórico, descadastramento e outras opções: >> https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br >> > > > > -- > Atenciosamente (=Ô.Ô=), > Silas Ribas {Maximus_BR} > > 71 8892-6095 ( Celular ) silasrm[arroba]gmail.com ( e-mail ) > [email protected] ( msn ) silasrm ( skype ) > > Twitter: @silasribas > Blog:silas.theducks.com.br > Site: www.silasribas.com.br > LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/silasrm > Facebook: http://www.facebook.com/silasribas > Orkut: > http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=ls&uid=3392300346524829647 > Salvador/BA > Linux Distro - *Ubuntu > Linux User Registered: 383742 > > "Quem quer vencer um obstáculo deve armar-se da força do leão e da prudência > da serpente." 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