Eu uso pendrive apenas para arquivos transitórios. Para coisas mais importantes uso um case para hd de 2,5pol esata/usb que cabe em qualquer pasta e não precisa de fonte externa. É inexorável que depois de algum tempo você gradualmente perca os dados numa pendrive, além é claro de falsificações quase indetectáveis da kingston.
[]'s Em 1 de fevereiro de 2011 12:17, UbuntuListas - GMail <[email protected]> escreveu: > Bom, minha opinião é a seguinte: > > Eu optei por uma pendrive porque tenho de viajar e quero levar o Ubuntu > comigo e meus projetos junto. Um HD na mala é... sei lá, inviável. E outra, > não tenho um computador em São Paulo esperando por mim, com uma pendrive eu > posso usar numa LanHouse (por exemplo). Aqui, comprei na promoção, 16Gb por > R$ 80,00 numa loja do Shooping (com nota fiscal). Quanto a durabilidade não > importa porque a indústria dá garantia de 5 anos, em menos de 2 anos eu vou > adquirir uma maior, talvez de 32 Gb... > Então, Ext4 é necessário, não vai ser backup, meus backups eu salvo no meu > host de internet (site). > Eu acho que no meu caso é viável. > > Instalei o Ubuntu 10.10 Server, coloquei apenas os pacotes e bibliotecas que > me servirá, está super rápido. Vê só a imagem que ficou: > > http://imagebin.org/135569 > > > Robson > > > Em 01-02-2011 09:39, hamacker escreveu: >> >> Ext4/3 ou ext2. >> >> Use ext2 quando não precisar de jornalliung. >> >> Já olhou para um arquivo e vocÊ diz "beleza o arquivo está aqui" e >> depois de algum tempo ao abri-lo percebeu que ele estava corrompido ? >> Isso pode acontecer porque o SO grava o nome do arquivo primeiro na >> FAT porém antes do arquivo ser 100% copiado e conferido, além disso, >> por causa dos buffers (cache de disco) um arquivo pode estar >> parcialmente gravado em memória e parcialmente no disco - se for esse >> o caso e houver uma pane no equipamento voce fica com um arquivo zumbi >> em sua FAT fazendo-o pensar que ele existe, mas na hora de abrir vai >> perceber que trata-se dum arquivo corrompido. >> >> Pois então, a idéia do journalling é publicar o arquivo na FAT apenas >> quando a copia se concretizou 100% para o disco, se alguma pane >> ocorrer, o SO no próximo inicio verifica se há transações não >> completadas e descarta completamente arquivos que não chegaram ao seu >> fim podendo até mesmo voltar o arquivo de versão anterior se esta era >> uma sobreposição, similar a um rollback de banco de dados. >> >> Você deve estar pensando então que journnaling é uma opção matadora, né ? >> Sim, para desktops e servers é muito conveniente, mas tem o seu preço >> por consumir recursos de seu computador. Normal, como já dizia o >> coringa "não há como fazer omeletes sem quebrar alguns ovos". >> Mas, pense num disco externo que é usado apenas para backup, neste >> caso é mais interessante ext2 e optar pela gravação no modo sync onde >> não há buffers de cache e ter um journalling é disperdício de CPU, >> ainda mais numa USB que é bem mais lenta que o I/O direto com a >> placa-mãe. Por isso, muita gente não recomenda journalling em cima de >> dispositivos ou mídias muito lentos porque I/Os lentos seguram o >> restante do sistema. >> >> []'s e sucesso. >> >> Em 1 de fevereiro de 2011 09:49, Prof. Dr. Reinaldo Golmia Dante >> <[email protected]> escreveu: >>> >>> Estive pesquisando o preço de um pendrive de 16GB e tá uns R$ 120,00 !! >>> >>> Não compensa porque equivale a praticamente um HD externo. >>> >>> Assim, se utilizar um HD externo, vc aconselha utilizar que formato ? >>> Ext4 ou >>> Ext2 ? Não sabia que o ext2 aumenta a durabilidade ! >>> >>> O que significa esse termo "journaling" no Linux ? >>> > > > -- > Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece > > Lista de discussão Ubuntu Brasil > Histórico, descadastramento e outras opções: > https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br > -- Mais sobre o Ubuntu em português: http://www.ubuntu-br.org/comece Lista de discussão Ubuntu Brasil Histórico, descadastramento e outras opções: https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br

