"a gastar dinheiro excessivo na construção de bibliotecas físicas "
A construção de bibliotecas físicas é de suma importância e não se trata de forma alguma de dinheiro excessivo, muito pelo contrário trata-se de um investimento estratégico e importante. Livros nas nuvens pode ser um adendo a política nacional mas achar que eles podem substituir as bibliotecas físicas é demais! Parece haver interesses escusos na defesa dessa teoria. Não subestime o potencial das bibliotecas e não queiram restringir o direito do cidadão o momento é de avançar. Pela construção de uma economia sustentável em que conhecimento e cultura sejam pilares de sustentação. Bibliotecas físicas em todas as escolas até 2020 essa é a meta! Em 3 de fevereiro de 2012 16:57, Rosilei - Educacional < [email protected]> escreveu: > ** > Olá, > Fiquei feliz com a lei nº 12.244 e surpresa com a proposta de *Nuvem de > livros*!. > > http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/como-a-educacao-brasileira-pode-ser-revolucionada-pela-nuvem > . > Att, > Rosi > > Educação e computação na nuvem: escolas podem ter bibliotecas com até 5 > mil livros 03/02/2012 - Olhar Digital Jornalista: Rafael Arbulu No ano de > 2010, o governo sancionou a lei nº 12.244, que, em sua essência, obriga > todas as instituições de ensino, sem exceção, a disponibilizar bibliotecas > até 2020. Trata-se de uma tentativa de facilitar o acesso de livros > didáticos e obras literárias a alunos do ensino brasileiro. Mas, com a > evolução da tecnologia e a disponibilidade de informações obtidas a poucos > cliques, livros fisicos seriam mesmo necessários? > > A Mix Tecnologia, uma empresa pernambucana de TI, acredita ter encontrado > um meio termo para essa questão. É ela que gerencia, nas regiões Norte e > Nordeste, toda a parte de logística comercial do projeto "Nuvem de Livros" > - uma criação do Grupo GOL (que não tem nada a ver com a empresa de aviação > civil). Trata-se de um modelo de negócios que alia a hospedagem de arquivos > na nuvem com a evolução tecnológica favorável à educação. "Todos os lados > são remunerados: empresa, editora, autor dos livros - todos saem ganhando > de forma justa", afirma Murilo Marinho, diretor da Mix Tecnologia. > > A ideia de ambas as empresas é promover exatamente o que a lei nº 12.244 > rege, mas de uma forma que não obrigue as instituições de ensino - por > vezes, sem verbas suficientes para reformas físicas - a gastar dinheiro > excessivo na construção de bibliotecas físicas. Por R$ 48,00 anuais por > aluno, as empresas concedem acesso ao acervo que, hoje, está próximo da > marca de 5 mil livros: "A lei não determina se as bibliotecas devem ser > físicas ou virtuais. O nosso projeto é perfeito para isso justamente pelo > fato de ser mais barato para a escola, além de remunerar autores através de > um piso mínimo contratual que aumenta conforme sua obra se populariza. > Levando em consideração que a maior parte das escolas já conta com acesso > Wi-Fi ou laboratórios de informática, além do crescimento da internet móvel > nas mãos de adolescentes, essa pode ser uma solução a longo prazo para os > alunos", diz Marinho. > > Toda a tramitação é feita pelo grupo Gol. Autores e editoras são > procurados - ou procuram - a empresa para disponibilizar sua obra na nuvem. > Assim, firma-se um contrato estipulando valor a ser pago para o autor - em > caso de escritores independentes - ou à editora. A obra então é > disponibilizada para visualização pelo PC. Todo o acervo é disponibilizado > por R$ 4,00 ao mês por aluno", explica Marinho. O interessante é que, com a > questão da portabilidade de recursos, essa nuvem também já conta com uma > versão para tablets e smartphones Android (versão 3.x ou superior), > enquanto uma versão para iOS está em fase de aprovação pela Apple. > > Pirataria? > > Marinho diz que esse foi um ponto muito pensado na idealização da Nuvem de > Livros. De acordo com o diretor, a forma de proteger os autores e editoras > contra a disseminação indevida de suas obras é permitir a visualização do > arquivo apenas pelo usuário: "Em nenhum momento há um download do arquivo > para o HD do usuário. Também não há como selecionar trechos do texto e > copiá-los em um editor, como WordPad e afins. Se é possível piratear? Sim, > é, mas só se a pessoa tiver a paciência de imprimir páginas em HTML uma por > uma ou copiar o texto 'na mão'". > > Murilo espera que usar a nuvem para fins mais educativos se torne uma > tendência global. E você, o que pensa do assunto? Acha que isso ajudaria, > nem que fosse para aliviar o peso das mochilas escolares? Ou o método > padrão que conhecemos ainda é o mais indicado? Conte-nos nos comentários! > > > > > > > > _______________________________________________ > Arquivos da Bib_virtual: http://listas.ibict.br/pipermail/bib_virtual/ > Instruções para desiscrever-se por conta própria: > http://listas.ibict.br/cgi-bin/mailman/options/bib_virtual > Bib_virtual mailing list > [email protected] > http://listas.ibict.br/cgi-bin/mailman/listinfo/bib_virtual > > -- Marcio Rogério Tomazzi Estevo (16) 8813-1300
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