Cara, acho que o Software Livre não morreu! O mundo foi que mudou, e estamos ainda mais fortes, pois evoluímos, crescemos e estamos cada vez mais sendo inserido em outros "mundos". O difícil é mudar a cultura das pessoas, e creio que de 10 anos para cá estamos começando a fazer isso, hoje o GNU/Linux é usado sem tantos preconceitos, empresas investem em "software livre", as vezes nem está completamente envolvido com a causa mas investe pelos seus benefícios próprios, e quem ganha com isso? Nós! São mais drivers, tecnologias, softwares livres disponível para a caomunidade e para todos. Há muito que melhorar claro, acho que devemos cada vez contribuir de diversas formas e manter a chama acessa. Sou desenvolvedor, há cerca de 15 anos uso somente GNU/Linux e BSD e desenvolvo software livre com Python, Lua, JavaScript, C/C+ e etc e nessa pequena jornada vejo a evolução desde os tempos que instalava Slackware via disquete e Debian até os dias de hoje. Há radicais, há pessoas mais "liberais" mas creio que há espaço para todos, se continuarmos nos juntado, compartilhando e contribuindo para a causa, sempre manter a chama acessa.
Em 12 de fevereiro de 2014 08:34, Luiz Henrique Rauber Rodrigues < [email protected]> escreveu: > a tempos tenho visto isto e me desculpem, mas facilita até eu ando > contribuindo pra esta queda do "movimento software livre" > > um dos principais motivos começou lá a anos atrás quando demorava dias pra > deixar meu computador funcionando redondo com conectiva/ slack/ debian e > algumas horas com os debian likes amigaveis como o ubuntu... hoje o debian > tá muito mais fácil, melhor e eu tenho pouco mais conhecimento, mas ñ tenho > o tempo que outrora tinha, então por comodismo e tempo, estou no mint a > anos, assim como pelo mesmo motivo em gmail/ google/ facebook/ dropbox > > e isto tenho falado em palestras, eventos e afins... estou dando de graça > minhas informações, minha privacidade, pra terceiros venderem? penso q de > graça não, pois troco pelo comodismo, pela zona de conforto, pela > facilidade de contato com outras pessoas. > > quem tem tempo, potencialidade e inconformismo para sair da zona de > conforto eu dou total apoio, seja feliz e até pago umas cervejas pois hoje > posso, pois deixei de colocar tanto tempo em algo que ñ estava me dando > retorno financeiro pra algo que me dê. > > ñ trabalho diretamente com software proprietários nem na docência e nem na > pesquisa, mas sei q minha condição é uma enorme felicidade perto de quem > está no mercado na linha técnica, e ai estes nunca podem falar de windows, > afinal ele já garantiu muitas formatações que pagaram as suas cervejas ao > mínimo. > > e aí assim, sem vender nada, tenho muitos alunos usando linux mas ñ pq > forcei ou pedi, mas pq viram eu usando, e acho que é pela questão do modelo > que se deve atrair. > > o movimento software livre, na tendência free software e a ideologia > richard stallman ao meu ver tá perdendo gente pelo próprio richard > stallman, tá difícil ñ chegar em algum lugar e ñ ver alguém fazendo uma > piada sobre ele, mesmo quando se defende o passado do cara, o presente > acaba com as argumentações, e nestes mesmos lugares, difícil alguém ñ > elogiar o maddog. > > e ai, tu quer pegar o modelo que afasta pessoas e vira piada mas ñ usa > nada proprietário, onde quem de fora da comunidade vê o cara sendo deixado > de lado e por isso ñ quer saber dele ou do que representa, ou pegar a o > modelo do maddog que tira foto com todos e faz com que as pessoas queiram > saber o porque desta popularidade? > > primeiro temos que atrair, antes tínhamos uma ideologia software livre > melhor que os produtos softwares livres, e isto ñ trouxe tanta gente e > tantos patrocinadores, pois se precisa dinheiro pra fazer as coisas > querendo ou não, hoje, temos melhores produtos softwares livres e isto está > atraindo gente, então, que venham, assim como hoje a cultura é ñ se > preocupar com o proprietário pq é a maioria, um dia o livre será a maioria > e aí se preocuparão quando for proprietário. > > abçs > > > Em 11 de fevereiro de 2014 20:36, Usuário <[email protected]>escreveu: > > Não adianta. O pessoal do software livre não consegue ver que a >> arquitetura em si do que chamam >> de "núvem" é por si só proprietária. Eles acham que usam software livre >> pois usam o firefox pra >> acessar o twitter e facebook e não abrem mão de ter um google docs, skype >> e dropbox instalados >> no computador, celular, tablet, etc. >> >> Em quase todos os eventos de sl que fui noto que estão cagando e andando >> pra liberdade, >> praticamente todos os eventos de software livre tem perfis "oficiais" em >> sistemas proprietários >> e divulgam isso e colocam javascripts proprietários em suas páginas. >> >> Já ouvi falar de eventos que usavam o identi.ca, porque? porque >> replicava automaticamente as >> mensagens pra redes sociais privadas! pararam de usar quando o >> identi.catirou tal funcionalidade. >> >> >> >> >> Thiago Zoroastro escreveu: >> > Sugiro a migração imediata ao DiasporaBr: >> > http://diasporabr.com.br/ >> > Vamos fazer o Diaspora tornar-se conhecido como opção para o "estilo >> Facebook" de >> > usabilidade, mas mesmo assim não sei se eles aceitariam o inferno do >> "mesmo modo de ser >> > facebookiano". >> > >> > O movimento tem desafios de superar o bloqueio midiático para dizer que >> existem inumeráveis >> > redes em software livre, e o próprio movimento torna-se defasado por >> conta da incoerência de >> > pensamento, falhas ideológicas e confusão mental. >> > >> > >> > Abraços >> > >> > >> > Thiago Zoroastro >> > >> > http://blogoosfero.cc/profile/thiagozoroastro >> > >> > >> > >> ------------------------------------------------------------------------------------------------ >> > >> > *De:* [email protected] >> > *Enviada:* Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014 07:56 >> > *Para:* [email protected] >> > *Assunto:* [Off-Topic] Texto para reflex�o: Gera��o Ubuntu e a morte do >> movimento Software >> > Livre no Brasil >> > >> > Geração Ubuntu: a morte do movimento Software Livre no Brasil >> > >> > Autor: Anahuac >> > Data: 09/02/2014 >> > >> > Esta é uma constatação dolorida, triste, daquelas que deixam marcas na >> > alma, como toda morte: o movimento Software Livre morreu. Ao menos no >> > Brasil. Não me entenda mal, estou me referindo ao movimento, não há >> > mais movimento, não há mais ativismo organizado. Alguns “quixotes” >> > continuam na sua ébria redoma de purismo atacando os moinhos de vento, >> > nada mais. >> > >> > Em meados da primeira década do século XXI, a FSF e uma série de >> > visionários vislumbraram um futuro onde o Ubuntu se popularizava de tal >> > forma que muitos usariam GNU/Linux sem nem mesmo saber o que era isso. >> > Alertaram a todos sobre os riscos da quantidade e disseminação >> > desqualificada, ou seja, muito Linux e pouco GNU, muito uso e pouco >> > entendimento, muito código e pouca filosofia, muito compartilhamento e >> > pouca liberdade: o triunfo do Open Source sobre o Free Software. >> > >> > Uma década se passou e eles, para variar, estavam certos. O poder >> > corruptor do mercado suavizou o discurso progressista, arrefeceu os >> > corações dos mais apaixonados e tornou em inertes complacentes até os >> > radicais livres! >> > >> > O movimento Software Livre no Brasil não conseguiu criar uma nova >> > geração de visionários filósofos do conhecimento livre. Tachados de >> > “xiitas”, intransigentes, ditadores da liberdade, agressivos, impacien- >> > tes, comunistas, socialistas e extremistas, foram convidados todos, >> > sistematicamente, a se retirar da sala com seu inconveniente elefante >> > branco chamado liberdade. >> > >> > Periódicos, entrevistas, blogs especializados ou não se revezaram, sem >> > tréguas, a deixar claro que Linux era uma excelente escolha de mercado, >> > mas o GNU, a GPL, a FSF e quaisquer que insistissem em empurrar a linha >> > além do campo técnico, estava sendo inconveniente, indesejado, chato. >> > >> > Uma nova geração de fantásticos desenvolvedores surgiu, foi educada e >> > encontrou seu lar nos moldes do Bazar, nas metodologias emaranhadas de >> > desenvolvimento, usando Ubuntu, e as “revolucionárias” redes sociais. A >> > nuvem fez o resto. A massificação do acesso às mídias de massa através >> > de redes privadas como o Facebook conquistou os corações e mentes dos >> > últimos bastiões da já velha filosofia libertária. Sem novos >> > cavaleiros, a távola não precisa mais ser redonda. Na verdade, a >> > távola, não precisa sequer existir. >> > >> > O movimento foi transformado em uma comunidade. Somos um grupo de >> > pessoas distintas, com ideias e objetivos distintos, dispostos a ser >> > complacentes com os menos esclarecidos e especialmente com os mais >> > esclarecidos. Hoje parece não haver mais nenhuma incompatibilidade em >> > ser ferrenho defensor do Software Livre e usuário de tecnologias >> > absolutamente proprietárias como iPhone, iPad ou até mesmo Windows. >> > Viramos apenas “os caras do Linux”. Não somos mais ameaça nenhuma. >> > >> > Enfurnados às centenas nas redes sociais privadas, compartilhando >> > nossas ideias e conhecimentos no Facebook, Skype e Gmail, parece não >> > haver mais nenhum constrangimento em ser defensor da privacidade e da >> > democratização do conhecimento tecnológico. Somos contra todo tipo de >> > opressão, até mesmo aquela que aponte nossa absoluta incoerência e >> > complacência com aqueles governos e empresas que deveríamos combater. >> > >> > As fileiras de hackers que iam mudar o mundo, mudaram seus endereços >> > de e-mail para gmail.com, esvaziaram as listas de discussão livres e >> > abarrotam curtidas no Facebook. Quanto orgulho! quanta alegria! >> > Finalmente somos apenas mais um dos subgrupos de anormais digitais, >> > assim como tantos outros. Nem mais, nem menos que os gamers, web >> > designers ou dba’s. Somos os “linuxers”. >> > >> > Projetos de softwares continuarão a ser desenvolvidos de forma >> > colaborativa, sem dúvida. Os grupos de usuários continuarão a se >> > encontrar e os eventos continuarão a disseminar, mas será apenas a >> > forma, sem conteúdo, sem alma, sem gana. >> > >> > Deveríamos ter mais GNU e menos Linux, mais Zimbra e menos Gmail, >> > mais Duckduckgo e menos Google, mais Diáspora e menos Facebook. Nós >> > íamos mudar o Mundo, mas foi ele quem nos mudou. Sejam todos bem-vindos >> > à Comunidade Software Livre! O movimento está parado no Face, usando >> > Gmail, à bordo do novo Ubuntu e gritando: me deixem em paz! >> > >> > Fonte: http://www.anahuac.eu/?p=335 >> > >> > >> > >> > No mais, desejo-lhes uma excelente semana! >> > >> > Atenciosamente, >> > >> > -- >> > Éder S. G. (Jordan) >> > E-mail: [email protected] - [email protected] >> > >> > >> > -- >> > To UNSUBSCRIBE, email to >> [email protected] >> > with a subject of "unsubscribe". Trouble? Contact >> [email protected] >> > Archive: http://lists.debian.org/[email protected] >> >> >> -- >> To UNSUBSCRIBE, email to [email protected] >> with a subject of "unsubscribe". Trouble? Contact >> [email protected] >> Archive: http://lists.debian.org/[email protected] >> >> > > > -- > att. > > Luiz Henrique Rauber Rodrigues > Professor - Pesquisador - Consultor > http://br.linkedin.com/in/luizrauber > > // Economizar também é consciencialização ambiental, não imprima este > e-mail se desnecessário > -- Esp. Daniel Pimentel<http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4499888T5>(d4n1)

