Tipo já conversei pessoalmente com Maddog, e ele é um cara fenomenal, assim
como Richard Stallman. E não tiro o mérito de Stallman e o respeito muito,
pois se ele não dê exemplo quem vai dá? Porém viver a la "Stallman" é muito
complexo nos dias de hoje, pois por exemplo, se você for comprar um
notebook terá que comprar um tipo Thinkpad, deixar de usar Debian (pois o
mesmo não é apoiado pelo movimento, apesar de seu excelente contrato
social) e tantas outras tecnologias ótimas que são livres mas não na visão
Stallman.
Então para que fossemos realmente "Livres", o mundo deveria ser livre de
verdade, Stallman tenta isso a décadas, mas as grandes corporações, a
mídia, o mundo não contribue para isso. Espero que um dia o sonho de
Stallman seja realidade ...
O difícil é mudar a cultuta, a mente o mundo das pessoas. Então o que eu
posso fazer é continuar a lutar, apoiando e tentando manter acessa a chama
do software livre.

Desculpe-me pelo meio off-topic.




Em 17 de fevereiro de 2014 11:03, Daniel Pimentel (d4n1) <[email protected]
> escreveu:

> Cara, acho que o Software Livre não morreu! O mundo foi que mudou, e
> estamos ainda mais fortes, pois evoluímos, crescemos e estamos cada vez
> mais sendo inserido em outros "mundos".
> O difícil é mudar a cultura das pessoas, e creio que de 10 anos para cá
> estamos começando a fazer isso, hoje o GNU/Linux é usado sem tantos
> preconceitos, empresas investem em "software livre", as vezes nem está
> completamente envolvido com a causa mas investe pelos seus benefícios
> próprios, e quem ganha com isso? Nós! São mais drivers, tecnologias,
> softwares livres disponível para a caomunidade e para todos.
> Há muito que melhorar claro, acho que devemos cada vez contribuir de
> diversas formas e manter a chama acessa.
> Sou desenvolvedor, há cerca de 15 anos uso somente GNU/Linux e BSD e
> desenvolvo software livre com Python, Lua, JavaScript, C/C+ e etc e nessa
> pequena jornada vejo a evolução desde os tempos que instalava Slackware via
> disquete e Debian até os dias de hoje.
> Há radicais, há pessoas mais "liberais" mas creio que há espaço para
> todos, se continuarmos nos juntado, compartilhando e contribuindo para a
> causa, sempre manter a chama acessa.
>
>
>
>
> Em 12 de fevereiro de 2014 08:34, Luiz Henrique Rauber Rodrigues <
> [email protected]> escreveu:
>
> a tempos tenho visto isto e me desculpem, mas facilita até eu ando
>> contribuindo pra esta queda do "movimento software livre"
>>
>> um dos principais motivos começou lá a anos atrás quando demorava dias
>> pra deixar meu computador funcionando redondo com conectiva/ slack/ debian
>> e algumas horas com os debian likes amigaveis como o ubuntu... hoje o
>> debian tá muito mais fácil, melhor e eu tenho pouco mais conhecimento, mas
>> ñ tenho o tempo que outrora tinha, então por comodismo e tempo, estou no
>> mint a anos, assim como pelo mesmo motivo em gmail/ google/ facebook/
>> dropbox
>>
>> e isto tenho falado em palestras, eventos e afins... estou dando de graça
>> minhas informações, minha privacidade, pra terceiros venderem? penso q de
>> graça não, pois troco pelo comodismo, pela zona de conforto, pela
>> facilidade de contato com outras pessoas.
>>
>> quem tem tempo, potencialidade e inconformismo para sair da zona de
>> conforto eu dou total apoio, seja feliz e até pago umas cervejas pois hoje
>> posso, pois deixei de colocar tanto tempo em algo que ñ estava me dando
>> retorno financeiro pra algo que me dê.
>>
>> ñ trabalho diretamente com software proprietários nem na docência e nem
>> na pesquisa, mas sei q minha condição é uma enorme felicidade perto de quem
>> está no mercado na linha técnica, e ai estes nunca podem falar de windows,
>> afinal ele já garantiu muitas formatações que pagaram as suas cervejas ao
>> mínimo.
>>
>> e aí assim, sem vender nada, tenho muitos alunos usando linux mas ñ pq
>> forcei ou pedi, mas pq viram eu usando, e acho que é pela questão do modelo
>> que se deve atrair.
>>
>> o movimento software livre, na tendência free software e a ideologia
>> richard stallman ao meu ver tá perdendo gente pelo próprio richard
>> stallman, tá difícil ñ chegar em algum lugar e ñ ver alguém fazendo uma
>> piada sobre ele, mesmo quando se defende o passado do cara, o presente
>> acaba com as argumentações, e nestes mesmos lugares, difícil alguém ñ
>> elogiar o maddog.
>>
>> e ai, tu quer pegar o modelo que afasta pessoas e vira piada mas ñ usa
>> nada proprietário, onde quem de fora da comunidade vê o cara sendo deixado
>> de lado e por isso ñ quer saber dele ou do que representa, ou pegar a o
>> modelo do maddog que tira foto com todos e faz com que as pessoas queiram
>> saber o porque desta popularidade?
>>
>> primeiro temos que atrair, antes tínhamos uma ideologia software livre
>> melhor que os produtos softwares livres, e isto ñ trouxe tanta gente e
>> tantos patrocinadores, pois se precisa dinheiro pra fazer as coisas
>> querendo ou não, hoje, temos melhores produtos softwares livres e isto está
>> atraindo gente, então, que venham, assim como hoje a cultura é ñ se
>> preocupar com o proprietário pq é a maioria, um dia o livre será a maioria
>> e aí se preocuparão quando for proprietário.
>>
>> abçs
>>
>>
>> Em 11 de fevereiro de 2014 20:36, Usuário <[email protected]>escreveu:
>>
>> Não adianta. O pessoal do software livre não consegue ver que a
>>> arquitetura em si do que chamam
>>> de "núvem" é por si só proprietária. Eles acham que usam software livre
>>> pois usam o firefox pra
>>> acessar o twitter e facebook e não abrem mão de ter um google docs,
>>> skype e dropbox instalados
>>> no computador, celular, tablet, etc.
>>>
>>> Em quase todos os eventos de sl que fui noto que estão cagando e andando
>>> pra liberdade,
>>> praticamente todos os eventos de software livre tem perfis "oficiais" em
>>> sistemas proprietários
>>> e divulgam isso e colocam javascripts proprietários em suas páginas.
>>>
>>> Já ouvi falar de eventos que usavam o identi.ca, porque? porque
>>> replicava automaticamente as
>>> mensagens pra redes sociais privadas! pararam de usar quando o 
>>> identi.catirou tal funcionalidade.
>>>
>>>
>>>
>>>
>>> Thiago Zoroastro escreveu:
>>> > Sugiro a migração imediata ao DiasporaBr:
>>> > http://diasporabr.com.br/
>>> >  Vamos fazer o Diaspora tornar-se conhecido como opção para o "estilo
>>> Facebook" de
>>> > usabilidade, mas mesmo assim não sei se eles aceitariam o inferno do
>>> "mesmo modo de ser
>>> > facebookiano".
>>> >
>>> > O movimento tem desafios de superar o bloqueio midiático para dizer
>>> que existem inumeráveis
>>> > redes em software livre, e o próprio movimento torna-se defasado por
>>> conta da incoerência de
>>> > pensamento, falhas ideológicas e confusão mental.
>>> >
>>> >
>>> > Abraços
>>> >
>>> >
>>> > Thiago Zoroastro
>>> >
>>> > http://blogoosfero.cc/profile/thiagozoroastro
>>> >
>>> >
>>> >
>>> ------------------------------------------------------------------------------------------------
>>> >
>>> > *De:* [email protected]
>>> > *Enviada:* Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014 07:56
>>> > *Para:* [email protected]
>>> > *Assunto:* [Off-Topic] Texto para reflex�o: Gera��o Ubuntu e a morte
>>> do movimento Software
>>> > Livre no Brasil
>>> >
>>> > Geração Ubuntu: a morte do movimento Software Livre no Brasil
>>> >
>>> > Autor: Anahuac
>>> > Data: 09/02/2014
>>> >
>>> > Esta é uma constatação dolorida, triste, daquelas que deixam marcas na
>>> > alma, como toda morte: o movimento Software Livre morreu. Ao menos no
>>> > Brasil. Não me entenda mal, estou me referindo ao movimento, não há
>>> > mais movimento, não há mais ativismo organizado. Alguns “quixotes”
>>> > continuam na sua ébria redoma de purismo atacando os moinhos de vento,
>>> > nada mais.
>>> >
>>> > Em meados da primeira década do século XXI, a FSF e uma série de
>>> > visionários vislumbraram um futuro onde o Ubuntu se popularizava de tal
>>> > forma que muitos usariam GNU/Linux sem nem mesmo saber o que era isso.
>>> > Alertaram a todos sobre os riscos da quantidade e disseminação
>>> > desqualificada, ou seja, muito Linux e pouco GNU, muito uso e pouco
>>> > entendimento, muito código e pouca filosofia, muito compartilhamento e
>>> > pouca liberdade: o triunfo do Open Source sobre o Free Software.
>>> >
>>> > Uma década se passou e eles, para variar, estavam certos. O poder
>>> > corruptor do mercado suavizou o discurso progressista, arrefeceu os
>>> > corações dos mais apaixonados e tornou em inertes complacentes até os
>>> > radicais livres!
>>> >
>>> > O movimento Software Livre no Brasil não conseguiu criar uma nova
>>> > geração de visionários filósofos do conhecimento livre. Tachados de
>>> > “xiitas”, intransigentes, ditadores da liberdade, agressivos, impacien-
>>> > tes, comunistas, socialistas e extremistas, foram convidados todos,
>>> > sistematicamente, a se retirar da sala com seu inconveniente elefante
>>> > branco chamado liberdade.
>>> >
>>> > Periódicos, entrevistas, blogs especializados ou não se revezaram, sem
>>> > tréguas, a deixar claro que Linux era uma excelente escolha de mercado,
>>> > mas o GNU, a GPL, a FSF e quaisquer que insistissem em empurrar a linha
>>> > além do campo técnico, estava sendo inconveniente, indesejado, chato.
>>> >
>>> > Uma nova geração de fantásticos desenvolvedores surgiu, foi educada e
>>> > encontrou seu lar nos moldes do Bazar, nas metodologias emaranhadas de
>>> > desenvolvimento, usando Ubuntu, e as “revolucionárias” redes sociais. A
>>> > nuvem fez o resto. A massificação do acesso às mídias de massa através
>>> > de redes privadas como o Facebook conquistou os corações e mentes dos
>>> > últimos bastiões da já velha filosofia libertária. Sem novos
>>> > cavaleiros, a távola não precisa mais ser redonda. Na verdade, a
>>> > távola, não precisa sequer existir.
>>> >
>>> > O movimento foi transformado em uma comunidade. Somos um grupo de
>>> > pessoas distintas, com ideias e objetivos distintos, dispostos a ser
>>> > complacentes com os menos esclarecidos e especialmente com os mais
>>> > esclarecidos. Hoje parece não haver mais nenhuma incompatibilidade em
>>> > ser ferrenho defensor do Software Livre e usuário de tecnologias
>>> > absolutamente proprietárias como iPhone, iPad ou até mesmo Windows.
>>> > Viramos apenas “os caras do Linux”. Não somos mais ameaça nenhuma.
>>> >
>>> > Enfurnados às centenas nas redes sociais privadas, compartilhando
>>> > nossas ideias e conhecimentos no Facebook, Skype e Gmail, parece não
>>> > haver mais nenhum constrangimento em ser defensor da privacidade e da
>>> > democratização do conhecimento tecnológico. Somos contra todo tipo de
>>> > opressão, até mesmo aquela que aponte nossa absoluta incoerência e
>>> > complacência com aqueles governos e empresas que deveríamos combater.
>>> >
>>> > As fileiras de hackers que iam mudar o mundo, mudaram seus endereços
>>> > de e-mail para gmail.com, esvaziaram as listas de discussão livres e
>>> > abarrotam curtidas no Facebook. Quanto orgulho! quanta alegria!
>>> > Finalmente somos apenas mais um dos subgrupos de anormais digitais,
>>> > assim como tantos outros. Nem mais, nem menos que os gamers, web
>>> > designers ou dba’s. Somos os “linuxers”.
>>> >
>>> > Projetos de softwares continuarão a ser desenvolvidos de forma
>>> > colaborativa, sem dúvida. Os grupos de usuários continuarão a se
>>> > encontrar e os eventos continuarão a disseminar, mas será apenas a
>>> > forma, sem conteúdo, sem alma, sem gana.
>>> >
>>> > Deveríamos ter mais GNU e menos Linux, mais Zimbra e menos Gmail,
>>> > mais Duckduckgo e menos Google, mais Diáspora e menos Facebook. Nós
>>> > íamos mudar o Mundo, mas foi ele quem nos mudou. Sejam todos bem-vindos
>>> > à Comunidade Software Livre! O movimento está parado no Face, usando
>>> > Gmail, à bordo do novo Ubuntu e gritando: me deixem em paz!
>>> >
>>> > Fonte: http://www.anahuac.eu/?p=335
>>> >
>>> >
>>> >
>>> > No mais, desejo-lhes uma excelente semana!
>>> >
>>> > Atenciosamente,
>>> >
>>> > --
>>> > Éder S. G. (Jordan)
>>> > E-mail: [email protected] - [email protected]
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>> Luiz Henrique Rauber Rodrigues
>> Professor - Pesquisador - Consultor
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> Pimentel<http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4499888T5>(d4n1)
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Esp. Daniel 
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