>>>>> On Fri, 21 Nov 2008 11:52:57 -0200, Olivier Hallot <[EMAIL PROTECTED]> 
>>>>> said:

  > Alain
  > A licença está no arquivo /opt/broffice.org3/LICENSE ou seu
  > equivalente no Windows.

  > em resumo, LGPL.

Mais especificamente "LGPLv3", de acordo com 
http://www.openoffice.org/license.html.

  > A GPL obriga que todos os softwares acoplados ao produto GPL sejam GPL
  > também

Não é bem isso. A GNU GPL é compatível com outras licenças além dela
própria. A FSF mantém uma lista de licenças compatíveis com a GNU
GPLv3 em

        http://www.fsf.org/licensing/licenses/index_html#GPLCompatibleLicenses

Esta página diz explicitamente que a GNU LGPLv3 é compatível com a GNU
GPLv3 embora não o seja com a GNU GPLv2. Como são raros os programas
que adotam a v2 exclusivamente, provavelmente o DivSilabico e o Vero
possam ser distribuídos pela GNU GPLv3 junto com o Bro sem problemas.

Se por acaso esses dois pacotes não suportarem a distribuição pela GNU
GPLv3 acho que o melhor seria conversar com os autores e explicar que
é só isso que impede a distribuição conjunta com o Bro. Quero crer que
eles não se oporão.

  > (aspecto conhecido como "contaminação" da licença)

Que tal adotarmos outra estratégia de marketing? Ao invés de usarmos
termos negativos como "contaminação" ou "propriedade virótica" pra
explicar o conceito de copyleft da GNU GPL podemos falar em
"vacinação": a GNU GPL é uma vacina que o autor de um programa aplica
nele quando não quer que ele seja contaminado com código proprietário!

Desse jeito colocamos a carga negativa no tipo de programa certo. :-)

Essa idéia foi sugerida há vários anos numa outra lista pelo professor
Arnaldo Mandel da USP e eu a achei muito interessante.

Gustavo.

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