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Direito_Sa�de -- 03.06.2001
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As informa��es desse grupo
s�o livres para divulga��o.
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Links sobre morte encef�lica
ao final da mensagem.
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Ao contr�rio do que a reportagem abaixo explica, as fam�lias est�o
bloqueando a "doa��o", porque est�o sendo melhores informadas
por eficientes vias alternativas � m�dia convencional, sobre o que
significa realmente a retirada de �rg�os de seres humanos (
com _certeza_ ainda vivos e potencialmente recuper�veis em sua
maioria para uma vida normal ), antecedida por um teste de apn�ia
homicida.
===
Esse fen�meno de recusa � _"doa��o"_ ( a
express�o "doa��o" � uma armadilha sem�ntica,
porque _doa��o_ � que n�o � ...
), est� ocorrendo justamente � por
CONSCIENTIZA��O da popula��o quanto � falta de seriedade para
com a vida nos crit�rios declarat�rios da morte encef�lica da Resolu��o
CFM 1.480/97, que t�m como �nico objetivo viabilizar a retirada de �rg�os,
por raz�es de _ordem econ�mica_, como foi admitido em processo judicial em S�o
Paulo, por membros da Comiss�o T�cnica do CFM que elaboraram esses
crit�rios no Brasil.
===
Enquanto isso, o CFM continua fugindo do enfretamento honesto e
transparente das quest�es t�cnicas cient�ficas j� a ele opostas nos mais
importantes f�runs m�dicos nacionais e internacionais, publica��es cientificas
nacionais e internacionais, e pela interpela��o via judicial que
determinou abertura de sindic�ncia dentro do Minist�rio P�blico
Federal. Sua �nica e sintom�tica rea��o � usar o ataque pessoal, e
nunca a contesta��o t�cnica neurol�gica DEVIDA obrigatoriamente �
sociedade.
===
O tempo corre contra essa posi��o de absoluta falta de transpar�ncia e
responsabilidade do Conselho Federal de Medicina. Ele exerce o
poder m�ximo de decidir a morte de pacientes, usado com arbitrariedade, no
que respeita � declara��o de morte encef�lica para fins de transplantes de
�rg�os.
===
? Quando n�o for mais poss�vel fugir do esclarecimento da verdade ( e
isso hoje � mera quest�o de tempo ), esses gestores da Medicina t�m
id�ia de qual vai ser a cobran�a que essas fam�lias, ainda induzidas a
um erro dessa magnitude e de enorme conte�do afetivo e
emocional, levar�o a efeito em todos os n�veis de express�es
poss�veis?
===
Outro aspecto, pelo lado dos receptores de �rg�os, e de m�xima
relev�ncia � que 80% dos transplantes realizados no Brasil s�o devidos �
destrui��o renal, que poderia ser evitada pela simples orienta��o m�dica
preventiva, no sentido de manter sob controle a hipertens�o arterial (
press�o alta ). Portanto, n�o se evita chegar ao ponto da
necessidade de heomodi�lise e transplanta��o porque h� interesse econ�mico
no atendimento mais oneroso.
===
Os imunossupressores para evitar a rejei��o do �rg�o s�o medicamentos caros
e dos quais os transplantados para uma sobrevida passam a ficar definitivamente
dependentes.
=== []'s
Celso Galli Coimbra
Porto Alegre - RS
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(quem quiser maiores informa��es
ou integrar o grupo de Interpelantes
do CFM pode fazer contato com
esse endere�o acima)
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From: Maria de F�tima Oliveira
Lista Bio�tica
S�o Paulo, 29 de maio de 2001
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Fam�lias bloqueiam um ter�o dos potenciais transplantes =====================================================
S�o Paulo, 29 de Maio de 2001 (eHealthLA). A
falta de �rg�os tem constitu�do um grande problema, em n�vel mundial.
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Concorre para isso a falta de conscientiza��o da popula��o, de maneira geral. Cerca de 35% dos �rg�os em condi��es de transplante deixam de salvar vidas porque a fam�lia bloqueia essa doa��o. === Em todo o Brasil h� nada menos que 17.000 pessoas � espera de um rim, o �rg�o mais transplantado. S�o realizados cerca de 2.800 procedimentos anuais. === � um n�mero grande, mas longe de ser suficiente para cobrir todas as necessidades da popula��o. === Segundo dados da Secretaria de Sa�de do Estado de S. Paulo, a vida m�dia de um transplante com rim de doador cad�ver � de onze anos. === A evolu��o dos medicamentos imunossupressores ajuda nesses n�meros, pois at� pouco tempo era de apenas sete anos essa m�dia. J� um rim de doador vivo, em boas condi��es de compatibilidade, tem m�dia superior a 25 anos. === Rapamune � um desses medicamentos, atuando no tratamento de rins transplantados. Desde a introdu��o da ciclosporina, h� quinze anos, esta � uma das poucas vezes em que ficou demonstrada a capacidade de uma droga imunossupressora melhorar os �ndices de sobreviv�ncia de enxertos. === Trata-se de medicamento administrado em dose �nica di�ria, associado � ciclosporina e cortic�ides. Testes apontaram sua efici�ncia, reduzindo a taxa de rejei��o aguda em at� 60% quando comparado aos esquemas tradicionais. === REJEI��O - A rejei��o de um �rg�o acontece porque o sistema imunol�gico � naturalmente programado para reagir aos elementos invasores, e na leitura do “c�digo de defesa humano” um novo �rg�o transplantado � um invasor. === Diariamente o sistema imunol�gico vigia as c�lulas do corpo humano para distinguir entre as “pr�prias” e as “invasoras”. Depois desta divis�o, o corpo trabalha para destruir as c�lulas invasoras que podem apresentar s�rios perigos � sa�de do indiv�duo. === Assim, o mesmo sistema respons�vel por cuidar da sa�de pode ser a maior amea�a ao sucesso de um transplante. Para que um transplante tenha �xito, � preciso baixar o sistema imunol�gico do paciente, o que se consegue com medicamentos imunossupressores. === Conforme o Centro de Transplantes de S�o Paulo, �rg�o vinculado � Secretaria de Sa�de, um transplante de rim pode custar o tempo de 29 meses em fila de espera para o paciente. === J� no caso de f�gado, a demora � de 385 dias, e o de cora��o 164 dias. Esses tempos s�o m�dios, pois dependendo do tipo sangu�neo do receptor, a espera poder� ser maior ou menor. Copyright � 2001 eHealth Latin America
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