resumidamente sim, os "imprintings" que formam nossos  "paterns" ( em nada diferentes de um cocker spaniel , a não ser a infinita abertura metonimica-metáforica, poética se preferir ) escorregam até o ponto em que nossa subjetividade pede arrego pela falta de ancoragem no sentido em que nos constituimos como ente, uns trafegam em banda larga ,os "easygoing",  outros rolam em faixa estreita ( os neuróticos, que se acham e bradam "cheios de personalidade firme" , na verdade são monorails) outros são "out of road ", psicopatas e sociopatas em que "the world belongs to me", falam todas as "linguas" trocam qualquer moeda, desde que o lucro pessoal ( o gozo) esteja garantido,.

resumindo , semiológicamente:
há os respeitam os sinais porque assim combinaram , e acham que o combinado deveria valer para todos até que se mudasse de combinação e não porque eles, os sinais,   sejam A Verdade, às vezes se enrolam e não os compreendem direito, interpretam.

há os que acham que A Verdade não só existe ( e eles a conhecem)  como está expressa nos sinais, rigorosamente a serem cumpridos, eles zelam por isto, detestam interpretações.

há os que usam os segundos para enquadrarem os primeiros e cobram ( $$$$ ) de ambos o cumprimento restrito aos sinais, que dizem terem sido criados por alguem próximo a eles ( a Propriedade, a Lei, sua serva ou Deus, seu secretário e promitente avalista ) que os encarregou disto pessoalmente, zelam pelos sinais ( que trocam a sua vontade ) pelo controle do $$$$, pelas armas, pelo temor enfim...nem sabem de que se tratam os sinais, só interessa o depois,  que se passa a régua  e se vê quanto sobrou a mais para si, mas fazem uma pose de fazer inveja, aos segundos...que sonham um dia serem assim tambem.

enfim propedeutica sociologica de botequim, se assim lhe parece

bjks

marco a



Maria Cristina Milani escreveu:
Ufa! Então, trata-se apenas de uma sindrome semiológica. ;-)

marcofigueiredo <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Cara Maria,
Freud não sei, eu posso tentar, a lingua madrasta, aquela diferente da qual vc aprendeu a sentir ( complica-se em pais ou alfabetização bi-lingues ou mais ) isto é a lingua materna, que constitui os "significantes mestres" , matrizes linguisticas das operações
cognitivo - afetivas primordiais, incluindo os gugu -dada principalmente, nos protegem desta verdade : somos todos personagens de nosso próprio enredo, representações de nós mesmos,  as linguas outras desnudam isto mais facilmente e nos deixam com esta sensação de "falsidade", sensação verdadeira.

O que "realmente " queremos é antes de mais nada sermos reconhecidos como nós mesmos, como isto se daria se impostamos um idioma para requisição primitiva e primária ?  Hot dog  em inglês para inglês ouvir, não é o mesmo  rotidogui, nem sugar is shugarr, só se seu " falso-self"  tiver incorporado/aculturado (  Ripley´s syndrome )  um Eu estranho, neste caso a solução chineza que vimos aqui , certamente aplicada a traficantes , lá o juizo e a pena são sumárias, nos faz pensar em manter a cabeça no lugar ...  ou não, como diria Gil, nosso ministro extravagante.

abçs

marco a

Maria Cristina Milani escreveu:
 O mais engraçado é que, depois de alguns meses, eu começo a sentir que estou representando um personagem. Será que Freud explica?



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N�o leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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