Eu tenho um argumento implacavel contra os transgenicos.

Existe uma barreira entre especies que normalmente nao
seria rompida. Isso eh o que impede do feijao me fazer
mal ou qq outro elemento, vegetal ou animal.

Se essa barreira eh quebrada e isso soh acontece com
os transgenicos, existe a contaminacao do DNA com
elementos estranhos a ele.

Quais seriam as consequencias para daqui a mil anos?

Eh o apocalipse se isso continuar.

[]s
Apometron


Ângelo Acauã wrote:
> Sem querer ofender, mas esse texto do tal geógrafo é muito fraquinho. 
> Fez uma colagem de textos e argumentos de outras pessoas, parece 
> documento pronto de ambientalista de esquerda, com aquela demagogia.
>  
> Se quiser atacar transgênicos e defender o não uso, então é melhor 
> começar pela insulina usada por todos os diabéticos (é OGM), pelo queijo 
> e pelo iogurte que todos nós consumimos (tb é OGM) e por centenas de 
> alimentos transformados pela indpustir aalimentícia e nós adoramos 
> consumir (aquele ótimo frango congelado e encorpado com proteína de 
> soja, por exemplo).
>  
> Pô, o maior problema dos temas polêmicos é que, normalmente, as 
> bandeiras são agitadas pelos políticos e não pelos técnicos. Argh... o 
> Brasil inteiro caiu nessa discusseira sobre OGM (transgêncicos) e todo 
> mundo assumiu a postura de que transgênico é do mal e "orgânico" é do 
> bem. É quase um fascismo. Mesma coisa orientação política, se não for de 
> esquerdo, é parte "neo-capitalismo liberal de direita", seja lá o que 
> for isso.
>  
> Argh de novo!
>  
> Abraços,
> AA
>  
>  
> 
>     ----- Original Message -----
>     *From:* apometron <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
>     *To:* undisclosed-recipients: <mailto:undisclosed-recipients:>
>     *Sent:* Friday, April 28, 2006 11:49 AM
>     *Subject:* [infoetc] POR QUE DIZER NÃO AOS TRANSGÊNICOS
> 
>     POR QUE DIZER NÃO AOS TRANSGÊNICOS
> 
>     Olimpio Araujo Junior
> 
>     Geógrafo-ambientalista; Diretor de Comunicação da Rede de Comunicação
>     Ambiental EcoTerra Brasil  [EMAIL PROTECTED]
>     <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
>     Fones: (41) 232 6700 ou (41) 9212 7266
> 
>     Podemos citar dezenas de excelentes motivos para se dizer “NÃO” aos
>     alimentos geneticamente modificados transgênicos, enquanto os
>     defensores
>     dos transgênicos só tem um argumento de peso a seu favor: o lucro.
> 
>     A ganância por ganhar cada vez mais está fazendo muitos produtores
>     fecharem os olhos para os problemas causados pelos transgênicos, e o
>     pior, é que nem o próprio lucro está comprovado, pois segundo dados
>     fornecidos pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Bio-segurança),
>     entre os anos de 1996 e 2001, período de grande crescimento do plantio
>     de alimentos geneticamente modificados nos Estados Unidos, a produção
>     por hectare cresceu 4%, enquanto no Brasil, com sementes convencionais,
>     durante o mesmo período, a produção aumentou 25%. Além disso, segundo
>     dados da FAEP, a produtividade de soja brasileira, por exemplo, já
>     alcança 4 toneladas por hectare, isso demonstra que não precisamos
>     parar
>     de produzir alimentos convencionais substituindo-os por geneticamente
>     modificados.
> 
>     Segundo o Dr. Dayuan Xue, professor do Instituto de Ciência Ambiental
>     Nanjing, órgão ligado à Administração de Proteção Ambiental da
>     China, em
>     entrevista a Revista Planeta (Set. 2004), os transgênicos não são
>     capazes de aumentar em nada a produtividade, pois todos os existentes
>     até hoje são apenas resistentes a pragas e herbicidas, não são feitos
>     para produzir mais.
> 
>     De acordo com Jorge Proença, agrônomo da FAEP, “Seria tolice plantar
>     transgênicos se o mercado comprador não aceita este tipo de produto”
>     (Boletim Informativo FAEP/SENAR, nº 754). A soja convencional
>     (não-transgênica), é tida como a maior vantagem competitiva do
>     Brasil no
>     mercado mundial, o que fez com que se torna-se o principal
>     fornecedor da
>     União Européia, que prefere consumir alimentos convencionais. No Brasil
>     não é diferente, segundo pesquisa do IBOPE, de cada 100 pessoas que
>     possuem conhecimentos sobre transgênicos, 71 rejeitariam produtos
>     fabricados a partir dos mesmos na fabricação direta ou indireta de
>     alimentos. Em julho de 2002, em pesquisa semelhante, o Greenpeace
>     constatou um índice de rejeição de 74%.
> 
>     Os transgênicos também são menos aceitos que os alimentos
>     convencionais,
>     e por isso, o país que produz transgênicos, acaba tendo seu mercado
>     limitado. Se a intenção é lucrar mais, então por que não investir na
>     soja orgânica, que além de natural, tem mercado garantido e preço muito
>     maior que o da convencional ou que a transgênica?
> 
>     Outro grande motivo para se dizer “NÃO” aos transgênicos é que os
>     mesmos
>     podem ser patenteados, e quando não existir mais sementes convencionais
>     no mercado, as empresas detentoras de seus direitos poderão cobrar
>     quanto quiserem por suas sementes, fertilizantes e agrotóxicos,
>     controlando como queiram o mercado e o que deve ser utilizado pelo
>     produtor. Por isso, o que é barato e lucrativo para ser produzido hoje,
>     amanhã pode ser o pesadelo de quem planta. Os lucros da agricultura
>     podem ser transferidos em um passe de mágica para as indústrias dos
>     transgênicos, e então perderemos o superávit gerado pela agricultura,
>     que impulsiona todo o resto do país.
> 
>     Na luta pelo mercado internacional, os Estados Unidos da América, usam
>     seus técnicos e sua imprensa como principal arma para vencer de forma
>     suja e desleal seu maior concorrente: O Brasil. Suas multinacionais já
>     iniciaram uma forte campanha publicitária tentando convencer
>     agricultores brasileiros que os mesmos terão vantagem competitiva e
>     maiores lucros com a produção de transgênicos. Além disso,
>     misteriosamente sementes transgênicas contrabandeadas começaram a
>     aparecer em nossas lavouras cada vez mais.
> 
>     A luta contra os transgênicos é uma obrigação de cada cidadão e vai
>     além
>     de nossas mesas, podendo ser realmente encarado como um problema de
>     soberania nacional.
> 
>     É permitida a reprodução dos textos desde que citado o(s) autor(es)
>     e  a
>     fonte (www.ecoterrabrasil.com.br <http://www.ecoterrabrasil.com.br>)
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