Esta lista � sobre filossofia?
Se for considerar que na hist�ria da humanidade sobrevive o mais resistente
e paciente, em rela��o aos componentes da classe do poder eles s�o
desenvolvidos com a cultura geral e, muitas vezes s� repetem o que ouvem,
portanto, se quiseres nudar algo, mude para um local ermo, inicie uma
comunidade e passo a passo contrua uma nova sociedade sobre novos paradigmas
sen�o voce ficar� dando murro em ponta de faca, melhor discutir sobre
tecnologia de sistema de irriga��o..
----- Original Message -----
From: "Jorge" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Friday, August 08, 2003 11:45 PM
Subject: Re: [irriga-l] clipping


> Fernando,
>
> Se n�o abrirmos os olhos para as solu��es, n�o resolveremos o problema com
> choradinhos.
> Existem solu��es e gente que n�o quer as solu��es.
> Existem problemas, devidamente identificados, como o mau uso da �gua, mas
> n�o se tomam medidas educacionais para conduzir as pessoas ao
enquadramento
> de um uso auto-sustent�vel.
> N�o ouvi quase ningu�m se manifestar contra o mau uso dos mananciais
> represados, ( com a finalidade de gerar energia) ( uma forma de energia
> limpa) em que se tira um baix�ssimo proveito no atual sistema de usinas
> turbinadas.
> Acabo de dizer que, muito embora o Brasil seja prestigiado por ter um dos
> maiores parques de usinas hidreletricas do Mundo, com todas as qualidades
> intrinsecas de ser um tipo de energia renov�vel pelas chuvas e n�o
poluente,
> tendo em contrapartida hoje quem reclame desse sistema por ter desalojado
> imensas empresas, fazendas, �reas urbanas etc, para inunda��o definitiva
das
> bacias de reserva volum�trica, tamb�m o Brasil desperdi�a muita �gua por
> esse mesmo sistema, tido como um dos melhores .
> Ser�? Um dos melhores?
> J� vai o tempo em que a carro�a era um excelente ve�culo principalmente do
> ponto de vista de quem estava a p�.
> Os tempos passaram e hoje uma carro�a � uma carro�a!
> Significa a compara��o que os sistemas de turbinas hidreletricos tamb�m
> devem ser reconvertidos sen�o n�o teremos como ultrapassar os apag�es.
> E porqu�? Porque o Or�amento de Estado n�o comporta os investimentos
> necess�rios ao crescimento da economia?
> Tamb�m por isso mas fundamentalmente porque esse sistema est� obsoleto,
caro
> e nas m�os de quem se d� muito por feliz cobrando de um povo que n�o
> reclama.
> J� divulguei aqui alguns dados que n�o foram contestados nem retrucados
nem
> por simples curiosidade abordados, a n�o ser pelo Sr. Marcassa que teve
> curiosidade de mais querer saber.
> Os dados que indiquei revelam que a energia contida na �gua pode ser cerca
> de 36.000 vezes superior � energia potencial que ela exibe do alto das
suas
> represas at� ao eixo de suas turbinas. Este valor � aproximado e pode em
> certas situa��es ser o par de compara��es diferentes mas de uma amplitude
> que impressiona quem se aprofundar levemente nesse estudo da Fisica.
> A tecnologia para se obter essa energia � simples e est� ao alcance de
quem
> o queira fazer, desde que n�o tenha medo de lobies afetos �s grandes
> companhias energ�ticas.
> Significa que virtualmente toda a �gua que se consegue represar poder� ser
> usada para fazer irriga��o , bem como aquela que n�o se consegue represar
,
> e que sai pelo ladr�o, poderia ser transposta para outras regi�es como se
> cogita de fazer com o S�o Francisco.
> Sobraria j� muita �gua para termos um folego.
> A viabilidade desta obras certamente existe, pois temos engenheiros �
altura
> para tais c�lculos.
>
> Dou-lhe toda a raz�o quando fala na exig�ncia de controle, planejamento
etc,
> etc, que j� nos habituamos a ouvir em quase todos os programas
televisivos.
> A gritaria � igual em todo o Mundo. E ainda bem que todos falamos a mesma
> linguagem em termos de sobreviv�ncia da Humanidade.
> Mas o degrau que resolve j� n�o � meramente politico nem estrictamente
para
> a tecnologia atual.
> Insisto que devem ser postas em pratica outras tecnologias em oposi��o a
> algumas que teimam em se perpetuar e que s�o de enorme grau poluente e t�m
> seus donos acirradamente defensores.
> Veja o notici�rio de hoje � meia noite e comprove a satisfa��o de tantos
> "governadores " dos Estados Brasileiros esfregando as m�os de
contentamento
> por terem dividido o bolo dos impostos sobre o consumo de combust�veis.
> Como podem tantas e diversas personalidades de destaque se harmonizar de
> olhos fechados numa quest�o que tem muito para se reflectir quanto aos
> malef�cios que os atuais combust�veis t�m para o Mundo?
> Como se pode esperar que eles n�o tor�am agora e afincadamente por mais
uma
> fatia do bolo como a CPMF que pleiteiam, assim como j� est�o ventilando a
> taxa��o de Exporta��es?
> A vertente pol�tica est� a� � vista de quem quer ver.
> A vertente tecnol�gica � mais s�ria e depende de profissionais s�rios e
> criativos que busquem resolver as car�ncias energ�ticas em primeira m�o
como
> forma de alcan�ar a viabilidade de outras obras em sequ�ncia, como a
> Educa��o, a Sa�de, a Habita��o digna, o Emprego e o Desenvolvimento do
> Brasil e do Mundo.
>
> Por todas estas dicas que espero sirvam para reflectir sobre o problema da
> �gua, afirmo de novo que, a falta de �gua n�o ser� t�o assustadora se
> buscarmos novas formas de uso, inclusiv� como combustivel substituto dos
> petr�leos, �lcool, diesel, gases f�sseis, carv�o e outros que sejam t�o
> perniciosos quanto, para a Humanidade.
> Por estas dicas se v� tamb�m que o �mbito da Agronomia est� sendo
solicitado
> para a compreens�o de outras �reas da ci�ncia que n�o apenas a faculdade
de
> plantar e colher alimentos.
>
> Como tributo � discuss�o recordo que os atuais motores diesel ou ciclo
Otto,
> t�m um p�ssimo rendimento que na m�dia n�o ultrapassa os 30% da energia
> liberada na combust�o.
> Sabe-se de h� muito que outros dispositivos como as CC C�lulas a
Combust�vel
> podem chegar a 85% ou mais de rendimentoem m�dulos de cogera��o associada.
> Sabe-se tamb�m que o Hidrog�nio � o mais perfeito combust�vel para essas C
C.
> Sabe-se muito sobre o Hidrog�nio e sobre a �gua donde ele prov�m.
> Precisamos querer usar essas tecnologias sem medo.
> Para termos �gua limpa tamb�m para Irriga��o.
>
> Atenciosamente
> Eng� Jorge de Sousa
> [EMAIL PROTECTED]
> 0xx3838212224
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Fernando Braz Tangerino Hernandez" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Friday, August 08, 2003 9:00 AM
> Subject: Re: [irriga-l] clipping
>
>
> > Bom dia a todos!
> > Pois � Jorge, mas se n�o cuidarmos, n�o teremos �gua em
> > quantidade e qualidade razo�vel para atender �s nossas
> > necessidades, especialmente �s nossas, digo do pessoal que
> > depende dela para fazer a irriga��o.
> >
> > Esta semana a Folha de Sao Paulo divulgou uma materia grande
> > sobre a qualidade da agua na regiao metropolitana (ver
> > http://www.agr.feis.unesp.br/fsp04082003.htm) e fala que no
> > oeste paulista temos um o�sis de boa qualidade.....
> >
> > Mas o buraco � mais embaixo, pois sofremos muito com o
> > assoreamento e com a falta de tratamento de agua das
> > cidades. Catanduva tem 0% de esgoto tratado, Sao Jos� do Rio
> > Preto 6% e as pequenas cidades, muitas delas, quando disp�em
> > de lagoas de tratamentos, este se mostra deficiente e joga
> > em pequenos cursos....
> >
> > Veja o caso de Marinopolis, onde desenvolvemos um trabalho.
> > Pela primeira vez, o ponto 4 de coleta (em vermelho - mais
> > distante da nascente) apresentou uma vaz�o inferior �
> > medi��o a montante (ponto 3, em azul - 2190 metros antes do
> > ponto 4), em fun��o das retiradas de �gua para irriga��o.
> >
> > Soma-se � isso o fato de que 50 metros � montante do ponto 3
> > temos a lagoa de tratamento de esgoto jogando o seu
> > efluente....... Como compatibilizar isso tudo: esgoto,
> > necessidade de irriga��o para ter uma atividade lucrativa,
> > disponibilidade de vaz�o e ainda conserva��o do solo...... E
> > olha que estamos falando de pequaneas vazoes, mas essenciais
> > para a sobrevivencia de pequenos agricultores...
> >
> > Somente planejamento e programas consistentes de trabalho =
> > profissionalismo = pessoal treinado e consciente =
> > comprometindo entre a sociedade civil organizada.
> >
> > Vai ainda um pouquinho de tempo, mas chegaremos l�.....
> >
> > Tenham todos um bom final de semana!
> >
> > Fernando Tangerino
> >
> >
> > Jorge wrote:
> >
> > >    Part 1.1    Type: Plain Text (text/plain)
> > >            Encoding: quoted-printable�gua ou petr�leo: O
> > > que vale mais?
> > > http://www.agr.feis.unesp.br/jac15072003.htm
> > >
> > > Subs�dios para a discuss�o de t�o importantes temas.
> > >
> > > Implicitamente somos levados a concluir que a resposta
> > > certa � a �gua.
> > > O petr�leo teve um momento na Hist�ria da energia do
> > > planeta, tomou o espa�o que lhe permitiram, e hoje,  ainda
> > > com o freio nos dentes, n�o sabe muito bem se continua, se
> > > p�ra.
> > >
> > > Sem querer tirar o lustro de t�o importante energ�tico,
> > > nem das obras que foram poss�veis � humanidade com sua
> > > utiliza��o, penso que � chegado o momento de ele pensar em
> > > se reformar.
> > >
> > > Porque os estudos mais profundos, bem como as paredes de
> > > nossos pr�dios dizem o mesmo: Basta de t�o negra polui��o.
> > >
> > > Outros gritos se ouvem de outras �reas e a mais s�ria
> > > conclus�o a que se chega nos tempos que correm � de que
> > > esse movimento deve parar.
> > > Assim o importante do petr�leo � a sua sa�da de cen�rio.
> > >
> > > Saindo do Mundo Como Deveria Ser e entrando no Mundo Como
> > > Ele �, tambem sentimos que o problema desta aposentadoria
> > > n�o � f�cil, porque se teme n�o encontrar substituto �
> > > altura para as fun��es que o petr�leo vem desempenhando,
> > > h� d�cadas de sucesso energ�tico.
> > >
> > > E assim vamo-nos acomodando sem nada decidir, enquanto
> > > alguns persistentes insistem em abrir aqui e ali, mais uns
> > > po�os de petr�leo e umas festivas garrafas de champanhe,
> > > como se o ato merecesse absoluta comemora��o.
> > >
> > > Regredindo nesta corrida de queimar os f�sseis, estar�amos
> > > diretamente prestando um favor �s a��es de limpeza das
> > > �guas e do ar do Planeta, pelo que com apenas essa medida,
> > > deixar�amos de sujar, e n�o ter�amos de usar �gua para
> > > limpar, �gua essa que est� restando suja.
> > >
> > > Ficaria ent�o por resolver o problema energ�tico se
> > > pudessemos parar com a extra��o desses poluentes.
> > >
> > > Problema insol�vel para uns, difivil para outros e
> > > problema ignorado por muitos e temido por alguns poucos.
> > >
> > > Inc�moda essa mudan�a.
> > >
> > > Quem n�o tem parente que vive de posto de gasolina, ou que
> > > trabalha na petrobras com bom salario?
> > > Quem indiretamente e diretamente n�o depende de uns litros
> > > de combust�vel para ir di�riamente para o servi�o, levar
> > > as crian�as � escola, correr � farm�cia no desespero da
> > > noite ou planejar aquelas f�rias com um bel�ssimo carango?
> > >
> > > Ou seja , por enquanto todos temos o dito amarrado �s
> > > conveni�ncias di�rias e de t�o estressados que andamos,
> > > n�o ligamos a m�nima para mudan�as e tememos os arrojados
> > > que intentem esse "perigo".
> > > Vai perder o emprego? Comprar briga com as petrol�feras?
> > > Morrer asfixiado?
> > >
> > > No entanto, a mudan�a chegar�.
> > > Todas as grandes montadoras t�m projetos em
> > > desenvolvimento para substitui��o dos energ�ticos para
> > > seus modelos de motores.
> > > Por enquanto seguem pesquisando solu��es invi�veis e
> > > literalmente escondendo as solu��es vi�veis, tomando o
> > > espa�o das palestras, dos simp�sios enfim usam o verbo de
> > > encher com as solu��es paliativas de fraca express�o em
> > > rela��o ao potente modelo de combust�veis f�sseis e de
> > > seus companheiros de viagem , o �lcool e o GLP, assim como
> > > todas as solu��es que n�o periguem a hegemonia do cartel
> > > hoje no trono do mundo econ�mico ou que estejam tomados
> > > pela mesma turma dos petr�leos ou dos petrod�lares.
> > >
> > > Como ent�o resolver o problema energ�tico sem continuar
> > > com a polui��o e aquecimento pelo efeito estufa?
> > >
> > > A solu��o mais uma vez � a �gua.
> > >
> > > Todos sabem hoje em dia que a �gua � composta de
> > > Hidrog�nio e Oxig�nio. Sabem tamb�m o quanto tem sido
> > > combatido esse conhecimento para n�o afrontar o poder dos
> > > petr�leos e de outros seguimentos energ�ticos incluindo as
> > > hidreeletricas.
> > > Muitos apenas desconfiam que essa � uma possibilidade que
> > > depende mais de decidirmos politicamente a quem ser� dada
> > > a vez no SEC. XXI , implicando essa decis�o na
> > > continuidade da habitabilidade do Planeta Terra
> > >
> > > Poucos t�m a certeza de que esse �, em curto prazo, o
> > > caminho vi�vel, pois a energia contida na �gua supera
> > > muitos milh�es de vezes a energia das reservas
> > > petrol�feras, mesmo porque, � um recurso renov�vel e
> > > inesgot�vel, bastando para tanto que n�o se o suje com
> > > petr�leo, entre outros poluentes.
> > >
> > > Alguns apenas sabem que a extra��o da energia da �gua �
> > > simples e fact�vel por qualquer cidad�o ao qual se permita
> > > ter acesso a pequenas regras de fisica e quimica, sabidas
> > > por esses poucos e, porque n�o, pelo pessoal da NASA.
> > > Resulta daqui que a �gua � soberana neste pleito.
> > >
> > > Sei muito mais sobre a �gua. Voc� tamb�m!
> > >
> > > Atenciosamente,
> > > Eng� Jorge de Sousa
> > > [EMAIL PROTECTED]
> > > 0xx3838212224
> >
> > --
> > Fernando Braz Tangerino Hernandez
> > Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira - UNESP
> > DEFERS - Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e
> > Solos
> > Area de Hidraulica e Irriga��o (Hydraulics and Irrigation
> > Division)
> > Caixa Postal 34 (P.O. Box 34)
> > 15.385-000  -  ILHA SOLTEIRA - SP - BRASIL
> > Phone / Fax: (0##18) 3742-3294 / 3743-1180
> > http://www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.php (Institucional)
> > http://www.agr.feis.unesp.br/fbth.htm (Home page pessoal)
> >
> >
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> Saiba o que j� foi discutido na IRRIGA-L em:
> http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.htm
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> Para sair da lista IRRIGA-L, envie um e-mail para:
> [EMAIL PROTECTED]
> e no corpo da mensagem digite:
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> unsubscribe irriga-l (seu endereco eletronico)
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> Nao envie mensagens com este conteudo diretamente para a lista.
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