Prezados (as)
Prezado Marcos,

Deming explicou e provou na década de 50 que em uma distribuição de pontos nós 
temos praticamente 50% dos pontos acima da média e os outros 50% estão abaixo 
da média e são raros os pontos que estão na média.

As melhores práticas refletem a média das melhores práticas mundiais ou seja 
querer encarar melhores práticas a ferro e a fogo na realidade mostra que o 
princípio inicial não está sendo atendido que é conhecer a realidade da 
empresa, a sua cultura e as condições de contorno.

O que precisa ser evitado é a confusão de conceitos que em geral torna o 
processo de implementação muito mais complexo do que se deveria.


Ricardo Mansur
Gestor Tecnologia
Carreira desenvolvida na gestão das áreas de TI / Telecom.
MBA em TI / Telecom e Negócios da Era Digital, mestrado em Finanças e 
Administração e Engenheiro Eletrônico.
Ingles, Francês e Espanhol.
  ----- Original Message ----- 
  From: Marcos Roberto Schiezaro 
  To: [email protected] 
  Sent: Tuesday, July 25, 2006 11:18 AM
  Subject: RES: [itsm_br] Incidentes e Problemas


  Gustavo, Guido e Diogo. Gostaria de agradecer as respostas.

  Eu também trabalho com consultoria em ITIL e processos, e coloquei a pergunta 
ao grupo pois tenho vivenciado resistência de alguns clientes nesses conceitos. 
O vilão dessa história foram os conceitos que foram apresentados em 
treinamentos ITIL realizados por esses clientes (compradores do serviço) em 
cursos realizados por empresas credenciadas pela EXIN.

  Acredito que os cases e exemplos apresentados nesses cursos refletem a 
experiência do consultor que ministrou o treinamento, que limitou a abrangência 
e visão dos participantes. Com isso, tenho enfrentado uma fase de 
"convencimento" desses clientes que fizeram cursos e trazem idéias 
pré-concebidas, já que sabemos que as implementações de processos ITIL devem 
ser adaptadas para cada cenário diferente.


  Um abraço a todos,


  Marcos Roberto Schiezaro.

  ________________________________

  De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Gustavo Lens 
Minarelli
  Enviada em: sexta-feira, 21 de julho de 2006 18:03
  Para: [email protected]
  Assunto: RE: [itsm_br] Incidentes e Problemas

  Marcos,

  Ambas as soluções estão corretas, e como qualquer bom consultor diria, o
  sucesso de qualquer uma das duas escolhas depende:

  Depende da realidade da empresa, da maturidade dos seus profissionais e da
  gestão da TI.

  O desafio esta em traduzir adequadamente as necessidades de negócio da
  empresa em regras para os processos. Isto pode ser feito, por alto, atravéz
  da resposta a uma simples pergunta: Vale a pena?

  Um exemplo simples:

  Vale a pena eu comprar uma lâmpada que nunca queime por 3 vezes o preço da
  lâmpada com menor ciclo de vida, que terei que trocar periodicamente? 

  Outro exemplo do nosso dia-a-dia. Vale a pena, à microsoft, empenhar
  pesquisas e novas programações para eliminar a necessidade do CTRL+ALT+DEL
  do windows?

  No seu primeiro caso, a empresa vive da programação de seu software e sua
  imagem depende diretamente da qualidade do código. Pela regra do 80X20,
  provavelmente, esta empresa, quando passa 100% dos incidentes sem soluções
  conhecidas para o diagnóstico da causa raiz, isto não será perda de tempo e
  ou dinheiro, pois muito provavelmente apenas uma pequena parte deste
  montante será resolvida por soluções de contorno desconhecidas. A maior
  parte será corrigida atravéz da modificação da linha de código, o que
  justifica o pequeno sobre-esforço que poderá existir.

  Para o segundo caso, assumimos a possibilidade da maior parte dos incidentes
  poderem ser resolvidos por soluções temporárias, medimos o tempo, para que
  se em um determinado momento não tivemos uma solução de contorno, empenhemos
  esforço na eliminação total da causa, sob pena de, se não fizermos isso,
  podermos ferir alguma clausula do SLA.

  Qual é esse momento? Depende na maior parte das vezes da importância que um
  determinado serviços impactado tem para a organização, da urgência de
  resolvê-lo, e de uma análise bem sucedida da complexidade e dos riscos
  envolvidos na resolução dos problemas, sob a perspectiva certa, de quem
  define o sucesso ou o fracasso da organização - o cliente. O processo a ser
  definido apenas traduz estas regras no papel. A evolução da maturidade da
  gestão de TI na organização depende diretamente desta capacidade.

  O tratamento de cada evento deve variar, de acordo com respostas a
  perguntas, como por exemplo:

  *Possuo solução de contorno e conviver com ela não traz nenhum malefício a
  minha organização (imagem+financeiro+etc...) ?

  *Se não possuo solução de contorno, quanto tempo tenho para determiná-la
  antes que sofra algum impacto negativo?

  ... E outras perguntas mais...

  Gustavo Lens Minarelli
  Gerente de Projetos
  ITSM & Governance
  Capgemini - IT Partners
  Tel. 11 5502-6801
  Cel. 11 9393-3832
  <http://www.itpartners.com.br <http://www.itpartners.com.br> > 
www.itpartners.com.br
  <mailto:[EMAIL PROTECTED] <mailto:gminarelli%40itpartners.com.br> > [EMAIL 
PROTECTED] <mailto:gminarelli%40itpartners.com.br> 

  _____ 

  From: [email protected] <mailto:itsm_br%40yahoogroups.com> 
[mailto:[email protected] <mailto:itsm_br%40yahoogroups.com> ] On Behalf 
Of
  Marcos Roberto Schiezaro
  Sent: quinta-feira, 20 de julho de 2006 10:41
  To: [email protected] <mailto:itsm_br%40yahoogroups.com> 
  Subject: [itsm_br] Incidentes e Problemas

  Pessoal, gostaria de apresentar uma dúvida recorrente com vocês.

  Tenho percebido duas condutas de consultores ITIL durante o desenho dos
  processos de Gerenciamento de Incidentes e Gerenciamento de Problema, e que
  nitidamente refletem experiências diferentes.

  A primeira visão é de uma organização ou empresa prestadora de serviços
  essencialmente de software, com desenvolvimento e suporte de aplicativos de
  mercado ou de própria autoria. Nesses casos, quando um usuário abre um
  chamado no Service Desk, e caso atendente não encontre a solução apropriada
  ou código de erro relatado dentro da base de conhecimento (match), além do
  incidente já abre-se também um Problem para investigação da causa raiz, sem
  processo de escalonamento funcional do Incidente.

  A outra percepção é de consultores que tiveram experiência em empresas
  prestadoras de serviço de manutenção e suporte local, inclusive de hardware.
  A abertura de um chamado no Service Desk nem sempre é plausível de solução
  no 1º nível (vide o caso de hardware), e deve ser escalado para uma equipe
  de atendimento 2º nível (local). Neste caso, não foi realizada a abertura de
  um Problem ainda, pois o Incidente foi escalado para a área de competência
  para fazer a etapa de Investigação e Diagnóstico. 
  Existe também a situação da instalação de um equipamento backup para o mesmo
  tipo de atendimento, como solução de contorno para o incidente.

  Para ambos os casos, quando vocês fariam a abertura de um Problem? Se alguém
  tiver algum caso, por favor compartilhe com o grupo.

  Obrigado,

  Marcos Roberto Schiezaro.

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