Prezados,

deixarei a maioria silenciosa, para dar meu pitaco :

em curso recente de Service Manager v2-v3 Bridge este assunto foi 
levantado e gerou alguma discussão. O consenso, apoiado pelo 
instrutor (Carlos, era o Pierre Bernard da Pink) foi exatamente que  
praticamente toda standard change pode/deve ser tratada como um 
service request do novo processo do v3 (apesar de nem todo service 
request ser uma standard change, obviamente).

E pessoalmente acho que faz sentido.

Em termos práticos, entretanto, não faz tanta diferença... Nem 
imagino que seja precise alterar a maneira atualmente empregada para 
tratar as duas coisas por causa desta discussão teórica... Deve-se 
mudar se encontrar ganhos justificáveis...

Atenciosamente,

Renato Maia

--- In [email protected], Carlos Teixeira <[EMAIL PROTECTED]> 
wrote:
>
> Prezado Marcos, como vai?
>    
>   Das três considerações, apenas 2 são compreensíveis e aplicáveis. 
O ITIL v2 ou v3 não são muito claros quanto a isto, mas uma 
consideração muito pessoal e que costuma funcionar - e daí "matamos a 
charada" - é que: a Requisição de Serviço nada mais é que uma 
solicitação relacionada a um serviço de TI, a qual foi 
previamente "desenhada". 
>    
>   Ex.: No Catálogo de Serviços nós temos descrito, entre outros, o 
Serviço de Correio Eletrônico o qual possui as seguintes Requisições 
de Serviços relacionadas - 
>     
>    Criação de usuário;  
>    Alteração de Limite de Caixa Posta,  
>    Acesso através de dispositivo móvel (Black Berry).
>   Cada um destes pode ter fluxos de aprovação diferentes, inclusive 
alguns demandando uma RFC. Desta forma, atendemos as considerações 1 
e 3, mas descartamos a consideração 2 (Qq Mudança Padrão é uma 
Requisição de Mudança).
>    
>   Foi uma definição simples, mas espero ter colaborado com a 
discussão.
>    
>   Abraços
>    
>   Carlos Teixeira
>   
> 
> Marcos Roberto Schiezaro <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>           Caros colegas da lista, gostaria de colocar um assunto em 
pauta para
> discussão que tenho encontrado freqüentemente e que as pessoas têm 
opiniões
> distintas a respeito: Mudanças Padrão VS. Requisições de Serviço. 
Coloco
> quais são as considerações mais típicas que tenho encontrado:
> 
> 1 – A diferença entre uma solicitação de serviço e uma Mudança 
padrão é que
> a Mudança altera um ou mais ICs, enquanto a requisição de serviço 
não altera
> IC.
> 
> Argumento: Qualquer serviço que não requeira alteração de atributos 
de ICs,
> ou inclusão/exclusão de ICs, será tratada como Requisição de 
Serviço. Isso
> incluiria criação de perfis de acesso, liberação de acesso à 
conteúdos e
> diretórios, assuntos de senhas, criação/alteração de usuários de 
rede e
> caixas de correio eletrônico, criação/customização de relatórios, 
etc.
> 
> 2 – Qualquer Mudança Padrão é uma Requisição de Serviço.
> 
> Argumento: As Mudanças Normais devem ser avaliadas para a criação de
> templates, onde o risco, o impacto e as etapas de execução são bem
> conhecidos e gerenciáveis, podendo dessa forma a Mudança ser 
classificada
> como Mudança Padrão. A Mudança Padrão poderá ser tratada então por 
um
> processo de Gerenciamento de Requisições de Serviço (Request 
Fulfillment –
> Cumprimento de Requisição), já que possui um ciclo de aprovações.
> 
> 3 – Uma Mudança é associada a uma Requisição de Serviço.
> 
> Argumento: Todo o registro inicial de um "chamado", teria como uma 
das
> opções para categoria inicial a Requisição de Serviços (as outras 
seriam,
> por exemplo, Incidente, Dúvidas, Reclamações, etc). Depois da 
avaliação
> inicial do esforço, impacto, escopo, etc. dessa Requisição de 
Serviço, ela
> poderia precisar (ou não) de uma RDM associada para o desenho da 
arquitetura
> da Mudança e conseqüentes aprovações.
> 
> Gostaria das opiniões de vocês a respeito desse assunto.
> 
> Abraços,
> 
> Marcos.
> 
> [Non-text portions of this message have been removed]
> 
> 
> 
>                            
> 
>        
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> 
> [Non-text portions of this message have been removed]
>


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