Ana,
O problema são sempre os prazos. As áreas de negócio quando decidem
implementar a change a querem "pra ontem" e muitas vezes TI se atropela na
ânsia de atendê-las.
Creio que cabe aí o gestor de mudanças, juntamente com os gestores de TI e
de qualidade planejarem sobre o que será executado e quando, buscando um
equilíbrio para ambas as partes.

Por experiência própria, quando eu digo "planejar", querio dizer colocar
efetivamente no papel o que se pretende executar. Normalmente, as changes
que implemento causam N impactos e todos eles precisam ser abordados neste
plano, senão vc implementa a change e no final das contas, aparecem várias
falhas do tipo: "ahhm, esqueci de tal coisa" ou "fiz isso e agora deu pau em
tal lugar"...

Quando termino de implementar a change tbm costumo fazer um relatório sobre
o que foi executado. Este relatório tem que manter uma rastreabilidade fiel
ao que foi planejado. Há sempre lições a serem aprendidas no final. Você vê
onde errou pra melhorar.

Eu tenho certeza absoluta que tudo sai melhor quando há planejamento. Pode
não sair 100%, mas sai melhor. Sempre.

Gisely Ferraz

Em 28/05/08, Ana Marque <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
>      Olá
>
>
>
> Trabalho em uma indústria, na área de TI. Estamos com o processo de change
> managment bastante avançado em termos de processo, conscientização e
> ferramentas.
>
>
>
> Mas a gente queria dar mais um passo, que é fazer com que a equipe de
> projetos (infa-estrutura e sistemas) começarem a pensar na change ANTES de
> inciar o projeto.
>
>
>
> Esperamos dessa forma, transformar as changes e releases mais tranquilas
> com menos atrito entre as áreas de operaçoes e projetos.
>
>
>
> Gostaria de ouvir comentários e sugestoes sobre esse tema. Experiencias
> nesse sentido, seria ótimo!!!
>
>
>
> Ana
>
> ------------------------------
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