Prezado Anderson,
Na empresa em que trabalho temos descrito o cenário de pandemia, quais
serviços /aplicações de TI serão prejudicados neste caso e também a
lista de colaboradores críticos da empresa. No entanto, a pandemia da
H1N1 nos pegou de surpresa, visto que não havíamos ainda testado esse
plano. O resultado disso foi que ninguém sabia o que fazer quando a
população da cidade começou a se preocupar e os serviços de forma
geral (escolas, comércio, etc) foram paralisados.

Temos também o plano de IT DRP (desastre e recuperação), que também
faz parte do cenário de continuidade das aplicações consideradas
críticas para a companhia. Testamos uma vez ao ano e estamos realmente
bem preparados em caso de desastre real.

Particularmente, creio que oucas empresas brasileiras possuem este
tipo de plano - pandemia e IT DRP (testado), devido ao alto custo para
implementação / teste.

Assim como Anderson, gostaria de ouvir experiências de demais
participantes do grupo.

Att,
Gisely Ferraz


2009/9/1 Terra - Anderson M. Pereira <[email protected]>:
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>
> Toda pandemia seja ela qual for e em que proporção que tenha, sempre deixam
> marcas e conseqüências em todos.
>
> Muitos são pegos de surpresa, outros tomam decisões precipitadas resultando
> em insatisfação e impactos negativos para todos os lados.
>
>
>
> Pensando na Gripe atual alguém do grupo tem histórico de algum Plano criado
> por empresas Brasileiras voltado para a Disponibilidade e Continuidade,
> Contingência dos Serviços de TI?
>
> Home-Office  para pessoas chaves do negócio e de TI?
>
>
>
> Espero que não seja necessário para o nosso país e em nenhum outro, mas
> estas medidas estão sendo analisadas?
>
>
>
> Como anda a comunicação no mundo corporativo acerca disso?
>
>
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>
> Abraços
>
>
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> Anderson Marcelino Pereira
>
> Preprando-se para o Manager ITIL V2 pela empresa www.path.com.br
>
> Cel.: + 55 ( 11) 8317-5537
>
>
>
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