Dória.
2009/7/13 Francisco Antonio Doria <[email protected]>
> A gente tem que tomar muito cuidado com esses resultados de
> indecidibilidade e incompletude, porque frequentemente seu alcance é
> exagerado ou confundido. Por exemplo: o segundo teorema de incompletude de
> Gödel diz que (slight handwaving...) se PA é consistente, então a sentença
> de Gödel que diz da sua consistência não pode nem ser provada nem
> desprovada.
>
> Ora, em 1995 Ken Kunen publicou um algoritmo que, trivialmente, prova
> Consis PA. Vou repetir: ***Um algoritmo que prova Consis PA***. Como pode?
Em Java ficaria assim:
public static main( String []args) {
System.out.println("A Aritmética de Peano é decidível?");
System.out.println("Sim");
}
:-))))
> Outra coisa: é trivial (menos, menos, mas quase...) mostrar que, dado um
> conjunto finito de instâncias sendo investigadas para o Problema da Parada,
> ***existe*** um algoritmo que as decide. (Ênfase no ***existe***.)
Uéu. Aqui v precisa ordernar os N algoritmos na mão, dar para alguém
mostrar se eles páram ou não e criar um vetor de N posições chamado de
VEREDITO. Então, v faz um algoritmo assim:
Entrada: TEXT: string contendo um dos N algoritmos contemplados
Saída: veredito
if( TEXT.equals(algo0) )
System.out.println( VEREDITO[0]);
else if( TEXT.equals(algo1) )
System.out.println( VEREDITO[1]);
etc;
Fácil, né!
>
>
> Mais complicado (mas factível) é explicitar tal (tais) algoritmo(s).
>
Feito!
;-)))))
>
--
Marcelo Finger
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