Bom, não vou discutir termos, até porque o meu nobre mestre tem minha
confiança. Mas, uma lógica bi-valente é um caso particular de lógica
multi-valente, conforme expliquei a ele.

Em 11 de abril de 2012 01:31, Walter Carnielli
<[email protected]>escreveu:

> Tony e Julio Cesar:
> nao sao extensões. Sao subsistemas.
>
> [   '
>
> Walter
>
> Em 11 de abril de 2012 01:16, Tony Marmo <[email protected]> escreveu:
> > Não existe isso que muitos não aceitam.
> > Justamente por serem extensões da lógica clássica, elas não incluem todos
> > os princípios clássicos.
> > Elas são mais gerais como já expliquei.
> >
> > Em 11 de abril de 2012 00:59, Julio César <[email protected]
> >escreveu:
> >
> >> Tony,
> >>
> >> Você deve saber também que muitos não concordam que sejam extensões,
> >> entre esses inclusive muitos lógicos não-clássicos. Também tenho minhas
> >> reservas quanto a isso.
> >>
> >> Por exemplo, se forem extensões, como conciliar com o fato de que
> >> princípios clássicos como o NPC ou terceiro excluído não aceitam
> exceções?
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Em 10/04/2012, às 23:17, Tony Marmo <[email protected]> escreveu:
> >>
> >> Conforme expliquei, as lógicas não-clássicas podem ser vistas como
> >> extensões da lógica clássica, ou seja, a lógica clássica é um caso
> >> particular delas.
> >>
> >> Veja a minha resposta ou das professores Marcelo Finger e Marcelo
> Coniglio
> >> para explicação e busque mais informações na literatura.
> >>
> >> Em 11 de abril de 2012 00:10, Julio César <[email protected]
> >escreveu:
> >>
> >>>
> >>> >
> >>> >
> >>> >
> >>> > Olá Décio,
> >>> >
> >>> > Que bom que ao que tudo indica começamos a nos entender! Embora
> parece
> >>> que não me fiz compreensível para quase ninguém mais.
> >>> >
> >>> > De fato, estou pressupondo que contradições genuínas são aquelas
> >>> expressas classicamente. Também estou pressupondo que a negação
> genuína é
> >>> aquela expressa classicamente. Mas isso não é mera questão de gosto ou
> >>> torcida pela lógica clássica, mas é sim como uma metodologia
> necessária em
> >>> tal discussão. Quando as lógicas não clássicas pretendem restringir a
> >>> não-contradição, ou generalizar a negação, não estão elas falando dos
> >>> operadores e princípios da lógica clássica? Não é ali que eu deveria
> >>> verificar se as falhas e limitações realmente procedem? Não é a lógica
> >>> clássica que pretendem alterar? Não é justamente por isso que são...
> >>> não-clássicas?
> >>> >
> >>> > Isso não me autoriza (ou me obriga?) a utilizar os conceitos da
> lógica
> >>> clássica para analisar tais propostas de alteração à própria lógica
> >>> clássica?
> >>> >
> >>> > Grandes abraços,
> >>> > Júlio César A. Custódio
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> Prof. Dr. Walter Carnielli
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