Caros,
pelo motivo que o Chico aponta, eu prefiro chamar de "diluiçao" (e ja usei
este termo em apostilas etc.)

E esse termo eh completamente coerente com a explicação da Valéria

abs
Waller,
Em 31/07/2012 03:29, "Francisco Miraglia" <[email protected]> escreveu:

> Car@s Colegas,
>
> A mensagem anterior (talvez) tenha sido um pouco críptica e adiciono mais
> alguns comentários:
>
> 1. Traduções precisam levar em conta a sintaxe, denotação e conotação das
> palavras e/ou expressões na língua original. "Weakening" é a substantivação
> de um gerúndio, algo comum em ingles (mas não em portugues); a
> substantivação
> permanece carregando a conotação de ação, enquanto que "enfraquecimento",
> como todo substantivo na língua portuguesa é passivo. Por outro lado,
> parece-me
> que "enfraquecendo" está longe de satisfatório...
>
> 2. O conteúdo do enunciado (utilizando o que aprendi em uma conferência e
> conversa, ambas ótimas,  com Dag Prawitz em Paris há algum tempo) seria (as
> palavras foram escolhidas com o devido cuidado)
>
> Se há uma corroboração de P, então qualquer extensão (finita) desta
> corroboração permanece sendo uma corroboração de P.
>
> 3. Para um "working mathematician", dependendo de como isto é enunciado,
> pode
> parecer meio estranho: se C = P_1 + P_2 + .... + P_n é uma corroboração de
> P,
> i.e.
>
>      C = P_ 1 + P_2 + ... + P_n < P
>
> então para todo Q
>
>    C + Q = P_1 + P_2 + .... + P_n + Q < P,
>
> ou seja, na presença de uma corroboração de P, toda Q é "infinitesimal" em
> relação a P; na realidade, toda corroboração de P seria "infitesimal" em
> relação a P (algo como "way below" vem imediatamente a mente).
>
> Será que há matemática e lógica interessantes em estudar estas "ordens"?
>
> Desnecessário dizer que ordens não arquimedianas (as únicas com
> infinitesimais) são crucais no estudo da teoria fina de corpos, anéis e em
> Valuation Theory em geral.
>
> Será que existem análogos de "valuations" e/ou "places" em lógica,
> reticulados distributivos, álgebras de Heyting, Brouwer ou de Boole (estas,
> como é sabido há tempos, com estrutura natural e interdefinível com uma
> única de anel commutativo com unidade). Será que estas idéias poderiam
> ajudar
> a entender lógicas, suas propriedades, semânticas e sintaxe?
>
> 4. A pergunta original foi muito produtiva; haveria mais a comentar, mas
> fico
> por aqui, enviando a todos
>
>    Um grande abraço,
>
>       Chico Miraglia
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