Tony, é um teorema do tipo SE--ENTAO!!
Isso nao é chover no molhado-- é como no exemplo "SE x é um numero real entre 0 e 1 ENTAO x^2 < x". Nao interessa quem é o tal x, nem se voce vai saber que ele está ou deixa de estar no intervalo (0,1). O que o teorema diz é que SE ele estiver, entoa seu quadrado é menor que ele. Aproveite a tarde e tente provar isso :-) W. Em 22 de abril de 2013 16:21, Tony Marmo <[email protected]> escreveu: > Vira e mexe acho um caso, acabei de achar cinco minutos depois. Não dou o > nome do "santo", até porque não é o único e não vem ao caso. Vamos ao > "milagre". No contexto da lógica proposicional clássica, o sujeito > apresenta um teorema como o que segue: > > Teorema. Seja L um sistema lógico e seja R uma propriedade das fbfs de L. > Se todo axioma de L tem a propriedade R e se cada regra de inferência de L > preserva R, então todo teorema de L tem a propriedade R. > > Pra começar, a questão imediata no teorema acima não é a conclusão do > enunciado, que é chover no molhado, mas o antecedente. Ou seja, o que me > interessa primeiramente saber é justamente como provar que as regras de > inferência preservam mesmo a propriedade R e não que ela será preservada se > obviamente for preservada. A partir disso, eu não vejo sentido em fazer a > demonstração do teorema acima. > > Em 22 de abril de 2013 15:57, Joao Marcos <[email protected]> escreveu: > >> Olá, Tony: >> >> Não pretendia "sacrificar seu tempo" à busca dos tais "exemplos >> típicos" para nos mostrar. >> Pelo menos concordamos que eles estão mal desenhados. >> >> Só me resta portanto repetir, neste caso, algo que o Walter já disse: >> "Se você encontrou alguma [demonstração] assim, é melhor mudar de >> livro..." >> >> JM >> >> >> 2013/4/22 Tony Marmo <[email protected]>: >> > Caro João, >> > >> > Poderia. Ocorre que eu tenho muitos livros e pdfs comigo e para buscar >> esses >> > exemplos teria de sacrificar mais meu tempo. Mas, ocasionalmente a gente >> > acaba esbarrando em textos que dão teoremas que dizem o mesmo que as >> > definições, ou que na demonstração colocam paráfrases da proposição a >> > demonstrar. Nunca memorizo os nomes dos autores e desses textos, procuro >> > focar os exemplos que acho melhor construídos. >> >> >> > Em 22 de abril de 2013 14:23, Joao Marcos <[email protected]> escreveu: >> > >> >> > Eu já tenho um exemplo típico de prova da qual eu discordo, que segue >> o >> >> > seguinte esquema: >> >> > >> >> > 1. Primeiro vem uma definição qualquer, X =def alpha. >> >> > >> >> > 2. Depois vem um teorema que diz a mesma coisa que a definição, >> Teorema: >> >> > Todo X é alpha. >> >> > >> >> > 3. Por fim, vem a prova do teorema por indução na complexidade. >> >> >> >> Você poderia apontar um exemplo específico de algum livro que faça >> >> este tipo de "prova"? >> >> >> >> JM >> >> -- >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >> > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l -- ----------------------------------------------- Prof. Dr. Walter Carnielli Director Centre for Logic, Epistemology and the History of Science – CLE State University of Campinas –UNICAMP 13083-859 Campinas -SP, Brazil Phone: (+55) (19) 3521-6517 Fax: (+55) (19) 3289-3269 Institutional e-mail: [email protected] Website: http://www.cle.unicamp.br/prof/carnielli _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
