Duas mensagens que recebi off-list de um colega que preferiu permanecer anônimo.

Em tempo: hoje comemoro Karl Marx.
Abraços,
JM


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> Nessa troca de mensagens sobre o Gardner parece, pelo menos da parte
> de Vítor Moura, que se desconhece que Gardner era formado em filosofia
> e não em matemática (por que ele deveria ser um especialista em estatística?),
> e também que se desconhece que, longe de ser anti-religioso, Gardner era
> muito religioso: ele era um fideísta. Aliás, é dele uma coletânea cujo título 
> é o
> mais belo que eu já vi: "The Night is Large".


---------- Forwarded message ----------

> Depois que escrevi, fiquei na dúvida se Gardner também não era formado em
> matemática, mas certamente ele era formado em filosofia e essa era a sua
> principal ocupação, e não a matemática. O fideísmo de Gardner é muito
> importante para descartar essa tese de perseguição à religião; ao contrário,
> por ser fideísta, a religião tem uma dimensão própria que não se confunde e
> não se reduz à ciência. Não preciso lhe dizer que, nesse aspecto, discordo
> de Gardner (quanto a ser fideísta). Meus motivos para admirá-lo são
> basicamente os mesmos que os seus: eles passam por esse lado lúdico que, sem
> perder o rigor, pode ser um instrumento eficaz de educação.
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