Puta merda, hein? Tudo a ver com MetaReciclagem isso aí, caçador.
Melhor que isso só aquele natal com jesus. Faz o seguinte, manda esse tipo de mensagem só pra widebiz, vai! f On 2/17/06, FORÇA & LUZ Instal - DATATEXTO Design & Info <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > > > > Sutil feito uma pata de elefante. > ******** > > A fábula do Gato Barbudo > > Um fazendeiro plantava milho e armazenava o milho no > paiol. Com o milho, o fazendeiro alimentava as > galinhas, os cavalos, as vacas, ovelhas e todos os > outros bichos da fazenda. Os bichos da fazenda, por > sua vez, garantiam ao fazendeiro o seu sustento. > Os ratos insistiam em roubar o milho armazenado no > paiol. > Quem cuidava do paiol era um cachorro. Um cachorro > preto e grande. Quem cuidava do paiol antes do > cachorro cuidar do paiol era o pai do cachorro e, > antes do pai do cachorro assumir a sua função, quem > cuidava do paiol era o avô do cachorro. E sempre foi > assim, a família do cachorro cuidando do paiol, e não > deixando que os ratos comessem todo o milho. > Era um trabalho duro: os ratos não acabavam nunca e, > chovesse ou fizesse sol, lá estavam para roubar uma > espiga aqui, outra ali. O cachorro não tinha folga e > para fazer frente à rapidez dos ratos, mantinha os > músculos em forma e os reflexos ligeiros. > Em compensação, o cachorro adorava o seu trabalho. > Afinal, se não fosse por ele, os ratos já teriam há > muito tempo comido todo o milho e acabado com a comida > dos demais bichos. Em reconhecimento ao seu trabalho, > a bicharada elegeu o cachorro o presidente da fazenda. > E claro que o mando do presidente não era perfeito, > discussões surgiam, a insatisfação aparecia. Mas, de > uma coisa todos podiam ter certeza: quem trabalhasse, > ganhava o seu quinhão. > Um dia, apareceu na fazenda um gato. Um gato magro e > bigodudo. Tão bigodudo que, tivessem barba os gatos, > esse poderia ser um gato barbudo. O cachorro, como > todo cachorro que se preza, ciente da sua função e do > valor do seu trabalho, latiu para o gato, quis que o > gato fosse embora. O cachorro sentia que aquele bicho > de ar debochado, malicioso, sem muito gosto para o > trabalho, não poderia ser grande coisa. O fazendeiro > não ouviu o que o cachorro quis dizer, e o gato foi > ficando, foi ficando, foi ficando... > O gato, que não trabalhava (que, aliás, nunca tinha > trabalhado), tinha bastante tempo para conversar com > os outros bichos da fazenda. E chegava de mansinho > junto da bicharada, magrinho, fraquinho, e começava a > miar. Os outros bichos, muito bonzinhos, paravam para > escutar o que o gato tinha para dizer: > - Miau, miau, ai, ai. O que vai ser de mim. Não existe > lugar nesta fazenda para um bichinho como eu, tão > injustiçado, tão fraquinho! Veja, não posso trabalhar, > o sistema é tão injusto! Só por que não nasci forte > como o senhor, Seu Cavalo, só por que não posso dar > leite como Dona Vaca, não posso trabalhar! O Seu > Cachorro, o dono do poder, não avalia essas > contingências históricas e me mantém mergulhado nessa > penúria... > - Mas, Seu Gato, e aquele trabalho que lhe ofereceram > na casa, como guardião da dispensa? > - Não aceitei, Seu Cavalo. Na verdade, prefiro > continuar minha luta por condições mais dignas! > No fim, depois de tanta ladainha, os bichos começaram > a acreditar no gato. A sentir pena do gato. > E o gato, que se dizia injustiçado. > Que se fazia passar por vítima. > Que era explorado pelo Sistema e, principalmente, pelo > cachorro que lhe negava tais milhos. > Conquistou a simpatia dos bichos. > E fez com que os bichos acreditassem que ele, tão > sofrido, tão maltratado, iria garantir a todos > melhores condições de vida. > Tanto miou, tanto fez, que um dia os bichos revoltados > com a situação de absoluta miserabilidade do gato e > com a injustiça social reinante na fazenda, resolveram > destituir o cachorro. > E de nada adiantou o cachorro insistir que cuidar do > paiol não era para qualquer um. Que ele havia treinado > muito para assumir essa função. Que os ratos não eram > mole, e não dariam trégua assim tão fácil. > Afastaram o cachorro e, por unanimidade, colocaram no > seu lugar o gato. > Os bichos sabiam que o gato dantes nunca havia > trabalhado. Que não tinha sequer se preparado para > assumir a função mais importante na fazenda. > Mas acreditaram que o gato, por ter sofrido mais do > que ninguém com a política do cachorro, traria ordem e > moralidade à administração do paiol. > No começo, tudo foi festa: no lombo de Seu Cavalo, > viajava o gato para outros sítios e fazendas, falando > sobre a sua conquista. Contava aos outros bichos que > agora a fazenda vivia uma nova realidade. Tanta era a > festa, tanta era a euforia, tanta era a esperança, que > os bichos não perceberam que mais e mais gatos não > paravam de chegar. > Gatos de todos os jeitos. Gatos vindos de todas as > partes. > Gatos, que em comum com o gato-presidente, nunca > tinham trabalhado na vida. > E o gato-presidente, que curiosamente chamava todos os > demais gatos de companheiros, precisava arranjar uma > função para essa gataiada. > Então, um dia, quando Seu Cavalo apareceu para puxar o > arado, percebeu que, no seu lugar, um bando de gatos > ocupava os arreios. E Dona Vaca, que produzia o melhor > leite da região, foi expulsa da estrebaria pelos > companheiros do gato-presidente. E as galinhas, no > galinheiro não moravam mais: nos poleiros, gatos e > mais gatos fingiam estar botando ovos. > E o gato-presidente remunerava prodigamente todos os > seu companheiros. Afinal, um trabalho em prol da > coletividade desempenhavam... > Como era de se esperar, o gato-presidente (que nunca > havia trabalhado na vida) não conseguia cuidar do > paiol. Os ratos logo perceberam a situação: atacavam, > como nunca haviam feito, o milho da fazenda. > Tão complicada ficou a situação que o gato-presidente > precisou conversar com o seu conselheiro. Um gato de > óculos, que miava de um jeito esquisito, puxando > demais os "erres": > - Miarr, presidente. A coisa tá feia. Em nome da > governabilidade da fazenda, temos que nos aliar aos > ratos! > - Companheiro, os fins justificam os meios! Devemos > passar aos demais bichos uma imagem de ordem e > tranqüilidade! > E os gatos fizeram um pacto com os ratos: os ratos > fingiam que não roubavam o milho, os gatos fingiam que > caçavam os ratos. Dessa forma, a bicharada acreditava > que os ratos estavam sendo combatidos, e os ratos, que > por baixo do pano recebiam suas espiguinhas e mantinham > os gatos no poder. > Entretanto, o milho foi acabando. E os bichos, que > haviam acreditado na conversa do gato-presidente, com > fome, começaram a ficar insatisfeitos. > E foram todos reclamar com o gato-presidente. > Tarde demais. O paiol já estava infestado de ratos, > ratos por toda parte, ratos em tudo. Ratos e gatos, > gordos, barbudos, aproveitando tranqüilamente o que > havia sobrado de milho no paiol enquanto o resto da > bicharada, os bichos que sabiam trabalhar, que davam > duro, ficaram sem comida. > * ** ** > Obs: Qualquer semelhança dos gatos da fábula com os > gatos de verdade é fantasiosa. Os gatos são animais > simpáticos, que, como nós, ocupam seu lugar na ordem > natural das coisas. Diferentemente de muito petista > que existe por aí... > > Aristides Athayde é advogado, professor de Direito > Internacional da Faculdade de Direito de Curitiba. > ________________________________ > > > ******************************** > FORÇA & LUZ Instaladora > DATATEXTO Design & Info > R. Urussanga, 57 - Bairro. Bom Jesus > 89.500-00 - Caçador - Santa Catarina - Brasil > Fone 49 9975-6263 - 3563-4029 > site: www.datatexto.cjb.net > E-mail: [EMAIL PROTECTED] > MSN: [EMAIL PROTECTED] > VOIP Skype: Almir Balvedi Medeiros > venda - instalação - manutenção > rede elétrica - telefonia - PABX - VOIP - informática - dados - Cabeamento > estruturado - Bina e Anti-Grampo - Digitação e editoração eletrônica - > criação - impressos - softwares - consultoria de sistemas hardwares - sites > para internet - Backup em CD à domicilio - gravação de áudio e dados - AULA > DE INFORMÁTICA A DOMICILIO > ************************ > "Essa mensagem é destinada exclusivamente ao seu destinatário e pode conter > informações confidenciais, protegidas por sigilo profissional ou cuja > divulgação seja proibida por lei. 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