minha proposta nos fundamentos da metareciclagem é que desconstruamos
o significado de >senso comum não só sobre tecnologia, pois ela é resultado, produto de um trabalho coletivo ou >individual; mas ainda de: ferramenta (que cria máquinas), máquinas (que além de produtos,
produzem informacao/conhecimento/política/etc) , técnicas que são
modos de se >manipular/produzir sentidos e tecnologia que é o conjunto de determinadas técnicas para >determinados fins.
vide: http://metareciclagem.org/wiki/index.php/Curso_Fundamentos_de_MetaReciclagem há um autor que teoriza muito bem isto, Don Ihde, mas acho que não
tem nenhum livro dele >traduzido para o português. Vide mais a fundo:
http://scholar.lib.vt.edu/ejournals/SPT/v1_n1n2/ihde.html
Opa, mbraz, o meu "mestre" José Luís Garcia está sempre a citar esse homem: http://www.ics.ul.pt/corpocientifico/joseluisgarcia/papers/simmel_dilemas.pdf Nesse texto, o meu professor faz uma síntese das ideias do alemão Simmel a respeito do dinheiro aplicadas à tecnologia. Segundo ele, com a ascensão da técnica, os meios suplantaram os fins, assim como o sujeito foi ultrapassado pelo objecto. É toda a visão catastrofista e apocalíptica da tecnologia. Uma coisa menos bafienta e mais virada para a actualidade: Como é que o conceito de metareciclagem se aplica ao trabalho de Eric Von Hippel com "Democratizing Innovation" (http://web.mit.edu/evhippel/www/democ.htm) em que desenvolve a ideia de que grande parte da inovação tecnológica se deve cada vez mais aos esforços dos utilizadores finais do que aos fabricantes? Abraços Atlânticos, Miguel Caetano _______________________________________________ Metarec mailing list [email protected] http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec
