On 6/16/06, glerm soares <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Eu li uma matéria interessantissima em algum lugar que me fez refletir sobre os rumos do SL...
Tipo, oque ganha foco na comunidade, o que gera renda pra comunidade é sempre softwares
corporativos para um desktop corporativo... O que é feito como hobby no fundo do quintal é meio
despresado pela imprensa livre e catatau... Tipo, o cinelerra é um dos projetos mais complexos e
bem feitos e basicamente nunca teve grande apoio de nenhuma grande empresa até a tvsur, agora
olha para o firefox, openoffice e porque não gnome , só tem gente grande por trás.
Outras curiosidades, o linux tem suporte a placas de rede de 10Gb/s e computadores com 64 Gb de
RAM e vários processadores, mas o suporte a placas Wifi e modem sempre foi uma lástima ! Houve um tempo
que era possível montar um Raid com 15 Hds SCSI mais simples e rápido do que um pendrive usb.
Tá meio na cara , pelo menos pra mim, que o SL e em especial o linux recebe muito mais $$, atenção
e desenvolvimento por partes de empresas do que programadores de fim de semana sem namorada.
E isso reflete diretamente no que já sabemos, tem um abismo entre o SL e o lowend user que é o cara
que quer usar o computador como um {HD}DVD/BRD player, videogame, orkut acesspoint, msn video
conference box ....
A treta é que as demandas profissionais do SL criaram um mercado de produção livre que é tendenciosa
para o lado de quem tá pagando, e tem os interesses de quem tá pagando, então até onde essa parada toda
é realmente livre ? Eu tenho o direito de discordar, o código tá lá e eu posso mudar, mas se eu ou uma
pequena comunidade de programadores discordar do núcleo java do OpenOffice como lidar com seus
30 milhões de linhas de código ?
Sei lá, pra mim software livre é modelo de negócio, flexivel mas no fim das contas just business por isso
nem esquento com quem fatura com isso, pq se ninguém faturar com SL infelizmente, o modelo como conhecemos
hoje, não se sustenta .
--
See Ya2006/6/16, metal <[EMAIL PROTECTED]>:"Quer usar software comprado: otário, boa sorte com o telemarketing. "ai ai, vc explicou tudo tão bem e fala isso...
cara, software livre, não é de graça!
é que o termo "proprietário" é muito feio, acho meio "marxismo-gagá" (não me pensam pra argumentar esse termo, agora to com preguiça, outro dia tá, acho que dá pra entender a piada).
entendi sua preocupação, mas então vou tentar usar um termo melhor - software "corporativo".
por outro lado apesar do software livre ter custos, com um ônus mais "honesto"(será?), quando ele é "comprado" ainda temo pelo telemarketing. (mas não chamo mais o camarada de otário) - se é que vcs me entendem.
obviamente eu não estou falando que ganhar dinheiro com software livre é errado.
e tb não tou caindo no STALMinismo do "this is good, that is evil...good...evil...good...evil...
Eu li uma matéria interessantissima em algum lugar que me fez refletir sobre os rumos do SL...
Tipo, oque ganha foco na comunidade, o que gera renda pra comunidade é sempre softwares
corporativos para um desktop corporativo... O que é feito como hobby no fundo do quintal é meio
despresado pela imprensa livre e catatau... Tipo, o cinelerra é um dos projetos mais complexos e
bem feitos e basicamente nunca teve grande apoio de nenhuma grande empresa até a tvsur, agora
olha para o firefox, openoffice e porque não gnome , só tem gente grande por trás.
Outras curiosidades, o linux tem suporte a placas de rede de 10Gb/s e computadores com 64 Gb de
RAM e vários processadores, mas o suporte a placas Wifi e modem sempre foi uma lástima ! Houve um tempo
que era possível montar um Raid com 15 Hds SCSI mais simples e rápido do que um pendrive usb.
Tá meio na cara , pelo menos pra mim, que o SL e em especial o linux recebe muito mais $$, atenção
e desenvolvimento por partes de empresas do que programadores de fim de semana sem namorada.
E isso reflete diretamente no que já sabemos, tem um abismo entre o SL e o lowend user que é o cara
que quer usar o computador como um {HD}DVD/BRD player, videogame, orkut acesspoint, msn video
conference box ....
A treta é que as demandas profissionais do SL criaram um mercado de produção livre que é tendenciosa
para o lado de quem tá pagando, e tem os interesses de quem tá pagando, então até onde essa parada toda
é realmente livre ? Eu tenho o direito de discordar, o código tá lá e eu posso mudar, mas se eu ou uma
pequena comunidade de programadores discordar do núcleo java do OpenOffice como lidar com seus
30 milhões de linhas de código ?
Sei lá, pra mim software livre é modelo de negócio, flexivel mas no fim das contas just business por isso
nem esquento com quem fatura com isso, pq se ninguém faturar com SL infelizmente, o modelo como conhecemos
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