meio besta a discussão. a www surgiu quando, em 93/94?
o que é um site "tradicional"? tradição de 14 anos? ou menos,
de quando surgiram os "portais", 95/96? saiu uma pesquisa
da Alexa agora há pouco. Sergio Amadeu comentou:

http://samadeu.blogspot.com/2008/01/os-quinze-lderes-de-audincia-na-web.html

Google em segundo, youtube tá em terceiro. Youtube pertence
ao Google. Porque é uma ultramegacorporação é "tradicional"?

Acho a discussão meio besta, na real. Claro que a maioria das
pessoas vai fazer um uso mais superficial, passivo, às vezes
social-voyeurístico da web. E daí? Que me interessa a maioria?
A maioria assiste ao faustão, a maioria acredita no Jornal Nacional.

Eu não tenho assunto pra conversar com a maioria. Prefiro
os 20 ou 25 que acessam meu blogue.

efe



2008/1/14 mbraz <[EMAIL PROTECTED]>:
> interessantes este argumentos que questionam a tendencia ao neopositivismo
> digital. Aquela que nos deixa cegos para algus fatos. ou dito de outro modo:
> t0stines vende mais porque e' fresquinho ou e' fresquinho porque vende mais:
>
> segue texto na integra, pela relevancia:
>
> ========================texto disp. pela unisinos==============
>
>
> Desde que começou a se espalhar pelo mundo, ainda na década de 70 do século
> passado, a internet foi um sonho de democracia. Para muitos dos que
> advogavam em nome da rede, sua estrutura física, de múltiplos servidores
> interconectados por nós vários espalhados por toda a superfície do globo,
> servia de metáfora para a atividade digital que acontecia ali dentro. Na
> internet, não havia centro mas uma infinidade de pontos com igual
> importância. O blog, na rede, tem o mesmo peso e presença do que o site do
> New York Times. A reportagem é de Pedro Doria e publicada pelo jornal O
> Estado de S. Paulo, 14-01-2007.
>
> O discurso é estupendo - mas a realidade o derruba.
>
> Basta ver alguns dos números levantados por Nicholas Carr, escritor
> especializado em tecnologia e 'crítico cultural' destes nossos tempos
> digitais. O número de websites no mundo dobrou entre 2002 e 2006 - e tende
> mesmo a continuar aumentando bastante. Mas só porque há mais sites na web
> para visitar, não quer dizer que mais sites sejam visitados.
>
> Em 2002, 31% do tráfego de dados em toda web era dominado pelos 10 sites
> mais populares da rede. Em 2006, os dez sites mais populares atraíam 40% do
> tráfego. Não é pouco, então não custa frisar: 40% de todo acesso à web está
> voltado para apenas dez sites.
>
> Um destes sites, evidentemente, é o Google, sistema de buscas que todos
> usamos. Em 2006, 58% de todas as pesquisas feitas na web foram via Google.
> Agora em novembro passado, o Google abocanhava 65% de todas as pesquisas.
>
> Se alguém me perguntasse quantas pesquisas faço diariamente usando o Google,
> não saberia responder. O meu não é um exemplo único - é típico. Todos que
> acessam diária e continuamente o Google conhecem já os vícios do site. Como,
> por exemplo, o hábito de listar ali dentre as primeiras respostas algum
> verbete da Wikipédia.
>
> A tese de Carr é esta: a web está ficando centralizada. E, sim, o Google é
> um dos responsáveis.
>
> Talvez seja mesmo inevitável. Como o critério usado pelo Google para decidir
> a relevância de um site é o número de visitas, quanto mais visitado, mais
> acima na lista de respostas ele aparece. Quanto mais acima ele aparecer,
> mais clicado ele será e, portanto, mais visitado. Forma-se um ciclo vicioso.
>
> Outro dos motivos da centralização é o modelo econômico de micropagamentos
> que começa a imperar na rede. Se um anúncio paga pelo número de vezes que
> ele é exibido, a maneira de apresentar muitos anúncios a muita gente é
> concentrar muito conteúdo. Daí que grandes portais compram muitos sites: seu
> objetivo é atrair o maior número possível de visitantes. Evidente. Mas o
> resultado é um novo ciclo vicioso no qual quem mais acumula dinheiro na rede
> é quem tem mais conteúdo para exibir e que, portanto, mais dinheiro para
> investir em novos sites terá.
>
> A concentração é também física. Grandes grupos como Yahoo!, Microsoft e o
> próprio Google, por atraírem uma quantidade desproporcional de usuários,
> precisam de conexões à rede extremamente poderosas e grandes parques de
> servidores que ninguém mais tem.
>
> Aquele modelo inicial de internet no qual cada ponto da rede seria tão
> importante quanto qualquer outro se foi no mundo prático. Até fisicamente a
> internet é centralizada.
>
> Carr é um crítico ácido da utopia eletrônica. Em 2006, ele apostou com o
> israelense Yochai Benkler a respeito de como será a internet em 2010. Para
> Benkler , esta centralização pode estar acontecendo, mas os dez sites mais
> visitados da rede serão colaborativos. Quer dizer: Wikipédias, Blogspots da
> vida, grandes portais onde todo o publicado virá pelas mãos do grande
> público anônimo que povoa o mundo digital.
>
> Carr não tem dúvidas de que o mundo da internet será centralizado e que os
> dez mais lidos serão sites tradicionais, talvez de grandes empresas de
> mídia, mas sempre com gente paga para produzir conteúdo. Esta é, afinal de
> contas, a grande aposta em curso na internet.
>
> ========================texto disp. pela unisinos==============
>
> ref. e links:
> http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=11683
>
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> diz: 'Que belo dia', nao se trata de uma comunicacao nem de uma
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