ei braz, publica isso...

http://rede.metareciclagem.org/wiki

efe


2008/8/13 mbraz <[EMAIL PROTECTED]>:
> como naquela thread - assunto, fio da meada - sobre Pra que? muita coisa boa
> rolou, estou criando esta nova sobre como operacionalizar as propostas.
>
> Ate' porque toda thread gigante acaba saindo fora do foco em determinado
> momento e fica dificil para todos acompanharem.
>
> Pra isso aparei alguns ramos, umas folhinhas, pra que aparecam novos brotos.
> Ate' onde o pixel propoem encontros regionais e nacional. Havendo
> incorrecoes os citados se manifestem, por gentileza, ou complementem:
>
> =================pra que??=========================
>
> efe: Se ainda tem alguém interessado em usar um sistema como esse.
> Em chamar as coisas que faz de MetaReciclagem, e com isso
> contar com o apoio de outras pessoas. Ou se ainda tem gente
> interessada em apoiar os projetos de outrxs
>
> ruiz: opa
>
> ... acho que faz sentido a estrutura. até por esse monte de lab por ai que
> eh metarec e ainda sabe soh mais ou menos.
>
> hudson: ... MetaClave que é um trabalho muito mas demorado pois depende
> muito da mudança cultural em relação ao auxilio de pessoas com necessidades
> especiais, somente a  minha irmã que é professora que se interessou pelo
> assunto. Sempre penso que pode ter sido um "fracasso" os dois projetos por
> falta de experiência e maturidade da minha parte, mas o desejo ainda
> continua mas tenho o problema de infraestrutura pois ainda dependo somente
> do computador daqui do trampo.
>
> O que é mais dificil é tentar levar tudo sozinho, mesmo tentando divulgar é
> ainda questão cultural. Mas não desisiti e sim aguardando uma oportunidade
> para retornar com os projetos.
>
> çtalker: Compartilho completamente o diagnóstico do FF sobre a inocuidade de
> estruturas sem dynamos (como se diz na semiótica) ou sem desejo (para a
> psicanálise)
>
> Temos que respeitar nossas novas realidades pessoais, ou seja, nosso amor
> pelas ações autonomistas e inovadoras tem que ser sustentável em longo
> prazo.
>
> Será que ao virarmos pessoas jurídicas, seremos obrigatoriamente iguais às
> ONGs formadas nos anos 80 e 90, que a gente tanto malhava (com boas razões
> mas nem tão bons afetos)? Elas próprias (as ONGs) absorveram inúmeras
> inovações que o nosso ciberativismo inventou, assim como muitas as pessoas
> nelas se empregam hoje.
>
> Esgotamos o combustível das paixões de começo e o que era volátil, já se
> sublimou. Temos amor bastante para continuar? Toleraremos abandonar nossos
> projetos nos dizendo que "foi curto o verão"?
>
> efe responde çtalker: eu não acho
> que precisemos virar uma PJ específica... deveriam
> existir infinitas formas de construir um agrupamento
> diverso sem necessariamente passar por um estatuto
> e cadastro na receita federal. ou não?
>
>>Temos amor bastante para continuar?
>
> ou alguma outra coisa? eu continuo acreditando que
> isso aqui, seja lá como a gente chame, desempenhou
> e pode voltar a desempenhar um papel importante na
> disseminação de um tipo de sensibilidade íntima com
> as tecnologias, todas elas. acho que é viável pensar
> na metareciclagem como catalisadora de uma rede
> aberta de inventorxs, de pessoas que são amigas
> e criadoras de tecnologia. mas acho que precisamos
> mudar algumas coisas fundamentais para chegar a isso.
>
> çtalker responde a efe:
>
> Eu, particularmente, gostaria muito de ter um cnpj para dar recibos de
> doação e entrar em alguns editais públicos específicos, e de uma pj para
> fazer convenios com escolas técnicas.
>
> Na informalidade é mais difícil, porque institucionalmente não pertencemos a
> "campo profissional" específico algum. Então, acho que precisamos criar
> interfaces com esse mundo institucional.
>
> O limite desse interfaceamento é o dele inverter a direção e ao inves de
> ajudar a gente a parasitar o universo institucional, vira o contrário. Não
> acho que exista regra para isso.
>
> fab balveddi responde a efe e çtalker:
>
> Bingo! interfaceS, mas não apenas UMA interface. Metareciclagem é rede,
> e não PJ. O que tem de existir são inúmeros PJs parceiros distribuídos por
> aí,
> mas não um único PJ pra tudo.
>
> eiabel: acho importante destacar que metareciclagem é de domínio público,
> respeitada sua autoria...
>
> Uma sociedade autônoma - vale dizer: não alienada de si mesma- é aquela onde
> suas regras estão permanentemente em questão; onde, em outras palavras, a
> ordem está em questão. Sempre que garantirmos esta possibilidade, mesmo
> diante dos mecanismos conhecidos de apropriação privada e excludente do
> poder e das riquezas, saberemos que estes mesmos mecanismos estarão sob uma
> oposição de direito.
>
> Se uma decisão for absolutamente lógica, racional e dedutível de regras
> pré-estabelecidas, bem, não houve decisão nenhuma, só uma aplicação de
> princípios já dados, não é mesmo? A decisão verdadeira só ocorre quando você
> se enfrenta com o inteiramente cabeludo, com o indecidível.
>
> A isso Oswald de Andrade chamou a contribuição milionária de todos os erros.
>
> regis: metareciclagem é processo.
> é o processo é rizoma
> e o rizoma são pessoas
> é pessoas é o sistema onde crescemos no grupo,precisamos do outro e no outro
> metareciclamos.
> metareciclagem e tecnologias alternativas e intuitivas.
>
>
> liquuid: Tem lab que é e não sabe, ou não tem a manha pois ta crú e verde.
> O resto é megalomania demais, tem poucos labs metarec, mas tem um monte de
> labs ambulantes.
>
> efe responde a liquuid: fórum a gente já tentou e ninguém se apropriou. mas
> dá pra fazer dentro do próprio drupal. lista eu acho
> limitada. serve pra isso que a gente tá fazendo agora,
> mas pra combinar alguma ação é uma merda. fora
> que condiciona a participação a um tipo de retórica
> que acaba excluindo mais gente do que inclui. gosto
> da lista, mas acho que não é suficiente.
>
> eu somo a isso um wiki estruturado. e o rede.metarec
> que eu tô fazendo não é nada mais do que isso.
>
> mbraz responde a efe e liquuid: concordo com a questao dos labs que o
> liquuid coloca, e a funcao de compartilhar tem que ser produzida, pois nao
> faz parte da cultura geral, mas de caracteristicas ou bloqueios individuais,
> Resumindo, aprende-se a compartilhar.
>
> a ideia dos relatos faz parte deste aprendizado, como forma de criar uma
> diaspora - uma dispersao de pessoas e conhecimentos, mas nao uma disritmia.
> Que acontece quando a dispersao fica excessiva, sem reconexao dos vetores
> geradores.
>
> Porem como pessoa, reservo-me o direito de quando faze-lo, o relato. Usar a
> surpresa como tatica; re_citando çtalker: surpreender e surpreender-se e'
> uma questao de tonalidade afetiva.
>
> dpadua:
>
> eu acho que existe um problema de estratégia
> de comunicação, que a gente nunca conseguiu resolver.
> culpa de todo mundo, lógico. imho, a função dessas
> 300 e tantas pessoas é mapear e relatar. montar um
> varal apontando o que tá rolando. simples e realista.
> se sobre 1 metarecicleiro de pé fazendo isso, a
> nação tá garantida.
>
> enfim, sendo prático: primeiro ponto a resolver - infra-física
> pra leigo conseguir mexer em infra-lógica. se for pra complicar,
> que se faça passo-a-passo. metarec antes de mais nada
> é xemelizar.
>
> efe responde a dpadua:
>  isso a gente já tentou com wikis. e aí, das duas uma:
> ou dependia de alguém pra fazer o papel de jardineirx
> (porque, querendo ou não, sentir-se na liberdade de
> mexer numa página de wiki é um passo grande a se dar),
> ou se começava a documentar, e logo as coisas saíam
> de qualquer padrão arbitrário que a gente tivesse criado,
> e tendiam ao caos. o tal do puta drupal com mil recursos,
> na real, é só uma tentativa de fazer exatamente isso,
> mas facilitando pra quem não tem a manha de wiki
> (a manha conceitual, não a técnica). e também pra
> facilitar as pessoas que chegam no site sem saber de
> nada de blog, wiki, e essas coisas. tô falando de
> pensar uma arquitetura/estrutura que traduza toda
> essa coisa colaborativa pra não-iniciadxs.
>
> a gente não tem estratégia de comunicação porque a gente
> não tem estratégia de ação. "estratégia de comunicação"
> é quando tu sabe o que quer comunicar. o que nos falta,
> pra mim, é outra coisa: intercomunicação e compartilhamento.
>
> mbraz: nao chamo o que faco de metareciclagem, se alguem quiser chamar que
> chame e ficarei feliz por isto. Explico: ja' ha' algum tempo ficou mais
> facil pra mim dizer o que nao e' metareciclagem. Exemplo, posso afirmar com
> todas as letras que CDI nao e' metareciclagem. E uma outras tantas acoes que
> tambem nao sao. Nao que tenha algum poder sobre a definicao da coisa, do
> conceito metarec. E' so' uma desencanacao sadia. Em outros termos seria algo
> proximo do gestaltismo - http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt, so' consigo
> destacar a forma pela diferenciacao do fundo.
>
> lu:
>
> por onde é que a gente pode começar?
> de repente com algo prático,
> como um grupo de estudo semanal e dentro destes estudos
> começarmos a articulação local do tal encontro intergalatico.
> e o tema que de prima veio na minha cabeça: tecnomagia.
> (porque será?)
>
>
> tentar reconstruir a idéia da galera diretamente nas ruas..
>
> sei que tem muito trabalho a ser feito!!!
>
> e precisamos nos re-unir mesmo...
>
> pixel:
>
> eu sou a favor de 'encontros regionais', regados à cerveja, e de um
> 'encontro nacional', junto com algum evento desses, com objetivos
> pensados nos regionais.
>
> o que acham?
>
> =================pra que??=========================
>
> e seguiu e segue a rima ... ;)
>
> m'braz
>
>
>
> --
> ---------------
> ava ñe'ë mβռăʒ
> --------------------------------
> Sem semear, semente nao brota - Makanu tanewa haenu. (proverbio japones)
> ------------------------------------------------------------------
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> Envie mensagens para [email protected]
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