ELIZABETH KOSLOVA wrote:
> Oque � melhor, um avi�o multi papel ou um HI_LO_MIX?
A FAB vai ter uma estrutura de ca�a Hi lo mix mesmo com um tipo de ca�a
para o FX. O Hi seria o FX e o LO o AMX e ALX. Ou o Hi como FX e AMX e o
Lo com o ALX. As miss�es de ataque s�o bem mais numerosas que as miss�es
t�ticas.
Se o FX for o Gripen, Mirrage 2000 e F16, ele poderia ser especializado
em ca�a com capacidade secund�ria em ataque. Levaria apenas bombas
burras e foguetes que seriam usadas em situa��es especiais como um
cen�rio que n�o tem necessidade de defesa a�rea ou quando ocorrerem
muitas perdas e for necess�rio uma reposi��o.
O AMX talvez seja at� melhor para ataque do que estes ai. Os resustados
do Red Flag est�o ai. O que o FX poderia ter que o AMX n�o tem em termos
de miss�es t�ticas seria um alcance maior o que tamb�m ajudaria nas
miss�es de ca�a pois uma aeronave de maior alcance pode cobrir uma �rea
maior. Tamb�m haveria menor uso de REVO.
Esta especializa��o at� poderia diminuir os custos iniciais, pelo menos
em armamento, e o armamento ar-solo mais moderno/inteligente seria usado
apenas pelos AMX(bombas guiadas, ASM, anti-radar etc).
Outro detalhe seria o treinamento do piloto. Tem que ver se um piloto s�
de especializado (ca�a, apoio aproximado, ataque de precis�o, supress�o
de defesas, anti-navio ou reconhecimento) � bem melhor na sua fun��o que
um piloto multifuncional. Ele voaria menos horas se treinar apenas neste
tipo de miss�o ou treinaria mais na sua especialidade se tiver limite de
horas de v�o.
Para se ter uma id�ia da propor��o de miss�es voadas numa guerra, eu
estou mandando o n�mero de sortidas realizadas na campanha de Kosovo
pela OTAN:
Ataque 8.676
SEAD 3.731
Recon(+ uav) 1.371
CAP 5.551
Revo 6.265
Elint 527
AEW/AWACS 798
ABCCC/JSTAR 258
Transport 5.499
CSAR/SOF 446
Total 33.122
O n�mero de miss�es REVO parece desproporcional, mas isso facilita a
vida dos pilotos que n�o precisavam tomar uma rota direta at� o alvo e
podem evitar �reas de risco e atacar de varias dire��es. Tamb�m permite
um tempo maior de uso do p�s-combustor. A for�a de REVO � que agrade�e
pois se n�o tivesse muito uso eles poderiam perder apoio e verbas.
Outros n�meros poderiam servir para compara��o. Nas Malvinas os
brit�nicos devem ter voado um n�mero bem grande de miss�es CAP, muito
maior que as de ataque. Os Argentinos devem ter voado muito CAP sobre o
continente, mas nas ilhas o n�mero de escoltas devia ser pequeno. O
pessoal fala da falta de aeronaves AEW pelos brit�nicos, mas aeronaves
REVO tamb�m fizeram muita falta para os argentinos.
Outras campanhas poderiam servir de base para ter id�ia da propor��o de
miss�es(guerras �rabes, Golfo 91, vietn�?).
F�bio Morais Castro
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