Oi Tom, Eu entendo as críticas ao modelo e também parabenizo o Gui pelo post da experiencia na Hackatona da CET.
Mas não execro os hackthons, concursos e outras coisas do gênero. Da mesma forma que também não critico a mera abertura de portais governamentais e o push de uns datasets lá. Creio que tudo isso reflete o estágio que a abertura de dados se encontra em uma sociedade ou seja, para mim é apenas a primeira volta da espiral tanto do governo como da sociedade civil. O problema é achar que abertura do governo se restringe a essa primeira volta e nisso o seu alerta, o do Gui e de outros tem que ser levados bem à sério. A literatura na área já aponta também que: "Creating a participatory innovation ecosystem is about a lot more than just publishing data sets. It requires doing the hosting, convening, persuading, and demonstrating involved in inviting diverse people to participate. The institutional players have to be prepared to collaborate with the innovators; those outside government have to know how to collaborate; civil society activists have to ensure that innovators know the problems that need solving; and research is needed to figure out what works. Noveck (2012) " Eu espero que a Open Knowledge Brasil faça a espiral continuar girando e possa promover os projetos, as iniciativas tanto as consagradas no exterior como fomentar e apoiar a cultura de abertura no Brasil e na America Latina. Como disse a Beth Noveck, isso significa trabalhar em rede com outros parceiros na academia, governo e empreendedores. Abs, Gisele Em 4 de abril de 2014 19:17, Everton Zanella Alvarenga <[email protected]>escreveu: > *http://hackathondadoseducacionais.org.br/*<http://hackathondadoseducacionais.org.br/> > > E isso é bom? > > Fomos um dos primeiros a promover esse tipo de evento com um órgão > público, a Câmara Municipal de São Paulo após meses de articulação. (vejam > aqui a matéria no Jornal > Nacional<http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/05/maratona-em-sao-paulo-reune-hackers-em-defesa-da-cidadania.html> > ). > > Agora precisamos bater na tecla já levantada pelo Vagner Diniz, que já > vinha organizando hackatonas pela W3C Brasil faz tempo, durante a cerimônia > de premiação daquele evento de 2012: temos encontrar formas de tornar esses > projetos desenvolvidos durante a competição sustentáveis. > > Esse é um dos nossos esforços aqui com uma organização sem fins lucrativos > que possa encontrar modelos para isso não virar sempre mais um app > abandonado, mas sabemos que o desafio é grande. > > (Basta vermos o caso do Queremos Saber, onde temos uma demonstração que: > > 1 - é preciso uma organização por trás para manter o serviço no ar > (estávamos contando com a Open Knowledge Central, mas migrar para um > servidor nosso facilitará o trabalho de manutenção. > > 2 - mesmo sendo um projeto útil (podem contestar, se discordarem), ele não > necessariamente crescerá apenas com trabalho voluntário. Manter um serviço > no ar é diferente de outros trabalhos que podem ser mantidos apenas por > trabalho voluntário, como edições da Wikipédia (e notem que é preciso uma > organização para manter o site no ar de forma estável, fundamental para o > sucesso do projeto ; ). > > 3 - precisamos trabalhar duro para tornar esse tipo de projeto sustentável > e ainda vamos ralar muito.) > > Abraços, > > Tom > > -- > Everton Zanella Alvarenga (also Tom) > Open Knowledge Brasil - Rede pelo Conhecimento Livre > http://br.okfn.org > > _______________________________________________ > okfn-br mailing list > [email protected] > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br > >
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