Carol, obrigado pelo feedback. Primeiramente, não acho que a conversa tem que ser apenas comigo e com a Gisele, mas estar aberta para mais pessoas.
Não, a OKBr não será apolítica. Não entendo por que essa hipótese foi levantada. Sermos uma organização do tipo "olha como o acesso ao conhecimento livre é bonito, vamos todos dar as mãos e fazer páginas bonitas apoiando isso" não faz sentido, pois será pouco eficiente. *Vamos fazer advocacy*. Na reunião do planejamento estratégico anual o Abdo resumiu bem isso, descrevendo o conjunto de pessoas que fazem parte da rede (internacional) da Open Knowledge. E precisamos fortalecer essa rede aqui, o que está sendo feito no momento através da criação de uma organização sem fins lucrativos e apartidária (não apolítica). Carol, sua proposta está parecido com a democracia líquida proposta pelo Edgar, gosto da ideia. Se ninguém redigir um processo concreto no pad (a Carine ficou de ajudar com isso por causa da experiência dela com o estatuto do Garoa), isso será feito por mim quando eu tiver tempo. Então o ponto não é questão de fazer uma conversa, mas por a mão na massa: no caso, escrever qual será o processo para assinarmos ou não uma carta e irmos chegando a um consenso como será esse tipo de decisão - entendo que a ansiedade pode levar a achar isso burocrático no sentido pejorativo, mas a falha demonstrada aqui só mostra que precisamos acordar um processo. Após termos algo escrito (por exemplo, a Gisele quer 48h, eu acho necessário pelo menos 1 semana, há a proposta da democracia líquida, alinhada com sua proposta), acho que podemos fazer uma chamada, com todos tendo a possibilidade de participr. Sem isso, será apenas mais uma conversa sem nada concreto. Repetindo o que falei noutro tópico, espero que a Open Knowledge Brasil não vire mais uma organização que se julgue o bastião da moralidade, com seus nobres guerreiros combatendo tudo-de-errado-que-está-aí. Precisamos de foco - sei que é isso o que quer ajudar aqui, Carol. Ou vai ser só mais uma que só quer falar, mas não ouve outros pontos de vista ou é muito refratária a outras linhas de pensamento - nem sempre estamos certos, oras. (Se bem que essa postura avessa ao diálogo é natural num país que nem mesmo na academia estamos acostumados ao confronto de ideias.) Tom Em 20 de junho de 2014 09:58, Carolina Rossini <[email protected]> escreveu: > Acho que precisamos ter uma call sobre Isso asap. Sao mais elementos aqui > que precisamos analisar, inclusive alinhamento politico com outras > organizacoes SE a OKF decidir ter policy e advocacy > > O processo pode ser mais simples. Tipo x pessoas votantes ou x + 1 do > board ou x+2 do consultivo. > > Vou ler o decreto. Mas o Brasil suporta nacionalmente e internacionalmente > o multisetorialismo e eh exemplo de participacao direta. Entao temos uma > discussao de fundo. > > Mas a primeira pergunta eh - somos "apoliticos" como organizacao e vamos > focar somente em capacity building na area de transparencia de dados? > > Gostaria de chamar uma call do consultivo com Tom e Gisele asap. > >
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