Olá, Peter. Olá, pessoal. Obrigado pela sugestão. Ontem mesmo no nosso encontro do GT de Governança, essa questão foi levantada. No momento em que estamos, já contamos com uma rede de colaboradores que incluem prestadores de serviços altamente qualificados e que, ao meu ver, podem ser acionados quando necessário.
Comprende a imagem da falta de transparência nesse caso, mas vou explicar porque ela é falsa, da forma com entendo. Nós anunciamos uma vaga de comunicação no começo de 2014 e, em pouco tempo, vieram muitos candidatos. Tivemos 5 finalistas para a vaga, que foram analisados por um comitê formado por mim, pelo Marco Túlio e pela Jonaya. Alguns candidatos finalistas não foram escolhidos pelos mais diversos motivos: valor que podíamos pagar, experiência profissional, intereresse etc.. Mas alguns deles continuaram em nosso banco de profissionais que poderiam ser acionados a qualquer movemento, caso necessário. Quando o Guilherme teve que sair para fazer seu mestrado nos EUA sobre REA, influenciado pelo projeto MIRA liderado pelo professor Tel, fizemos o mesmo processo: acionamos nossa rede de colaboradores e descobrimos que a Jamila estava disponível para trabalhar por meio período. A Jamila é uma colaboradora que eu e outros membros da OKBr conhecemos há anos, então o processo foi de um pragmatismo maior que o atual, negociamos com a Jami e em pouco tempo ela estava colaborando com a OKBR, seja na comunicação institucional, seja em projetos e programas específicos. Ela não só atuol como excelente profissional na área de comunicação, como dedicou um bom tempo voluntário em diversos projetos nossos. Quando a Jamila me falou que ia seguir outros rumos, mais focados na área de pesquisa (hoje está no CTS FGV do Rio), nós tínhamos uma colaboradora voluntária, que conheci em 2012, quando fiz minha primeira viagem para o nordesde brasileiro e organizei um encontro de jornalismo de dados. Desde então a Larissa vem demonstrando crescente interesse na área de jornalimos de dados (veja o relato dela recentemente aqui na lista) e estava ajudando como voluntária de comunicação, antes mesmo da Jamila sair. Vendo a qualidade do seu trabalho e interesse, decidi, no final de 2014, convidar a Larissa para substituir a Jamila. Por fim, a Larissa recentemente conseguiu um emprego em tempo integral lá em Recife e ficamos com esse importante papel vago por um tempinho. Outras prioridades começaram a ser resolvidas e continuamos com o apoio voluntário da Larissa e da própria Jamila e Natália, cada uma contribuindo como podiam - da mesma forma que tivemos 9 voluntários no evento sobre democracia e Internet, a Larissa estava lá, não nos holofotes, contribuindo para escrever um comunicado de imprensa e cuidando das nossas mídias sociais, coisa que ela continua fazendo até hoje, mas fica um pouco invisível enquanto a mão está na massa. A gente só ve o bolo já pronto, esquecendo todo processo por trás do seu preparo. Sobre a vaga em questão, quando vimos que chegou o momento de achar alguém, acionamos nossa rede. Perguntei para a Natália se ela conhecia alguém, o que ela prontamente indicou uma das pessoas. Também descobri uma pessoa que inclusive vem atuando como voluntária também e alguns conheceram no evento sobre democracia e Internet, com ampla experiência na organização de eventos, além de sua formação em comunicação. E outra é uma das finalistas do processo seletivo lá de 2014, é formada em comunicação e vem fazendo uma segunda faculdade na área TI, super alinhada com nosso trabalho e mostrou muito interesse quando liguei para ela para convidar a participar de um processo seletivo. Veja, temos coisas em andamento e vária pessoas no executivo. Vou citar um exemplo de uma das pessoas que mais coordenou projetos usando a infra-estrutura da OKBR, a professora Gisele. Ela deveria ter anunciado uma vaga de designer para o projeto Cuidando 2.0? Deveria ter anunciado a vaga de tradutor do alemão para o português num projeto de pesquisa? Deveria ter anunciado a vaga do líder técnico do Cuidando? Deveria ter anunciado a vaga dos jovens pesquisadores que, além de receberam por sua pesquisa através da OKBr, estavam num importante processo de formação nesses projetos não só de pesquisa, como de extensão. Um dia desses mesmo encontrei um aluno da Gisele e conversamos sobre conhecimento livre, sobre o que ele estava fazendo etc.. Se as pessoas que estão na frente do executivo tiverem que anunciar cada passao que derem, infelizmente as coisas não vão andar com a velocidade que gostaríamos. Então sugiro que, ao invés de criarmos uma cultura de andar em plena Airton Senna em 3a, engatemos a 5a marcha ou, quem sabe, compremos um Jaguar. Abraços, Everotn Em 29 de agosto de 2015 07:30, Peter Krauss <[email protected]> escreveu: > > Gostaria de aproveitar a atmosfera "pela *transparência*" para lembrar da > sua importancia na seleção de novas pessoas dentro da OKBr. > > Tivemos um ótimo exemplo no Gastos Abertos: 30 candidatos (!) se > inscreveram, as regras do jogo foram publicadas na lista e no site, o > processo foi acompanhado por duas pessoas, etc. Resultado foi super > positivo. > > Assim, sugiro repetir a fórmula e anunciar publicamente a *"vaga de > assistente de comunicação"*, descrever o cargo e seus requisitos, etc. > Talvez não apareça mais gente além dos atuais interessados, mas tornaria > mais legitima e profissional a seleção. >
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