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----- Original Message -----
Sent: Friday, February 19, 1999 9:33 AM
Subject: [Direito Penal] Nova Lei de Entorpecentes
Caro YULLI ROTTER MAIA;
sobre esta quest�o de infiltra��o da p�l�cia, sempre me perguntei o pq de nunca
se colocarem policiais nos educand�rios para que se rastreasse a origem das
drogas, haja visto que estudantes s�o os consumidores alvo.
Gostaria da sua opini�o e o que a legalidade
permite ou n�o fazer quanto � isto.
GRATO Ronaldo Kietzer
Oliveira
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, February 20, 2002 6:06
AM
Subject: [Direito Penal] Nova Lei de
Entorpecentes
Uma d�vida que tenho:
A lei permite a infiltra��o de policiais em
organiza��es criminosas para fins de investiga��o criminal.
Logo, o policial adentrar� na organiza��o com
fins de conhec�-la e, ap�s, realizar a pris�o de seus integrantes (nova
modalidade de flagrante diferido).
Ocorre que ele n�o ir� conhecer toda organiza��o
rapidamente. Al�m do que, certamente, os integrantes da organiza��o n�o ir�o
apresent�-la de imediato.
O sujeito ir� ter que fazer algumas atividades
il�citas em conjunto com os demais integrantes da organiza��o.
Pergunta-se: o manto da causa de exclus�o da
ilicitude ir� cobrir crimes pelo policial praticado que n�o seja de tr�fico? A
pergunta se justifica pelo fato de que uma organiza��o criminosa para fins de
tr�fico realiza outras atividades paralelas, tais como seq�estro
e homic�dios.
Obrigado,
Yulli.
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, February 19, 2002 9:36
AM
Subject: [Direito Penal] PCC assume 3 �
atentado em secretaria de S�o Paulo
 18/02/2002 -
08h40 PCC assume 3 � atentado em secretaria de S�o Paulo
 da Folha
Online
O PCC (Primeiro Comando da Capital) assumiu a
autoria do atentado ocorrido nesta madrugada pr�ximo � sede da
Secretaria da Administra��o Penitenci�ria, na avenida S�o Jo�o, centro
de S�o Paulo. Este foi o terceiro atentado contra o �rg�o em cinco
dias. Todos foram assumidos pela fac��o criminosa.
Segundo a
PM, foi encontrada na regi�o uma pochete com um peda�o de pano, no
qual estava escrito: "As elei��es est�o a�. Este � mais um aviso de
que n�o estamos brincando. Parem com a opress�o carcer�ria. 1533 PCC".
O material foi levado para o IC (Instituto de Criminal�stica) para
an�lise.
Por volta da 0h30, rapazes em um Tempra passaram em
frente � secretaria e, ao verem um carro da PM estacionado no lado
contr�rio da avenida, jogaram uma granada contra o ve�culo. O artefato
n�o atingiu o carro e explodiu no ch�o, formando um buraco. Uma mulher
que passava pelo local foi ferida por estilha�os. Ela foi encaminhada
ao hospital e passa bem.
O primeiro atentado ocorreu na �ltima
quarta-feira, quando ocupantes de um Santana azul atiraram uma granada
contra a secretaria. Uma das portas de vidro do pr�dio foi destru�da.
Cinco funcion�rios ficaram feridos.
Os autores lan�aram ainda
uma pano com os dizeres: "Os oprimidos contra os opressores. Se n�o
pararem os maus-tratos contra a comunidade carcer�ria, os atentados
v�o continuar".
Na noite da �ltima sexta-feira, dois homens
atiraram uma bomba de uma motocicleta. Duas mulheres que passavam pelo
local ficaram feridas por causa dos estilha�os. Uma faixa foi
encontrada no pr�dio da secretaria, assinada pelo PCC.
No final
de semana, a pol�cia prendeu tr�s homens acusados de estarem
envolvidos no primeiro atentado. S�o Erizanor Leite de Melo, 39,
Ricardo F�lix de Carvalho, 20, e Jo�o Carlos Alves da Silva, 27. Uma
quarta pessoa ainda est� foragida. Seria um rapaz de 17 anos que teria
dirigido o Santana azul.
Tr�s detentos tamb�m s�o investigados
por envolvimento no crime. Eles seriam os mandantes do atentado. Edson
Rodrigues da Silva, o Son, irm�o do rapaz foragido, o detento Jair
Faca J�nior, que, do Cadei�o de Pinheiros, teria dado ordem para Son,
e um outro l�der do PCC, detido no Carandiru.
A pol�cia
investiga a liga��o entre os atentados, al�m do ataque a um �nibus que
transportava agentes penitenci�rios para S�o Vicente, no litoral
paulista, em 29 de janeiro. Seis ficaram feridos e um
morreu.
Megarrebeli�o
H� um ano S�o Paulo foi
palco da maior rebeli�o de presos da hist�ria do pa�s. Detentos se
amotinaram em 29 unidades prisionais do Estado.
A a��o foi
coordenada pelo PCC, por meio de celulares. O governo testa o bloqueio
dos aparelhos nas regi�es dos
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