Caro colega: Doen�a grave de minha m�e, afastou-me das listas. Foi um segundo derrame, e, evidentemente o esperado Acidente Unimed Vascular, novo sintoma de insatisfa��o j� incontida com os grandes Centros Integrados de Sa�de que demoram 4 horas para atender um/a paciente e 8 (oito) horas para que o Todo Poderoso M�dico, ungido de poderes divinos, fa�a a esperada visita. Como familiara, apenas aguardo o momento oportuno para reclamar, depois que minha m�e n�o mais estiver sob a jurisdi��o da UNIMED. Com a melhora de minha m�e, gra�as �s amea�as que fiz, e sou a advogada que mais processa a UNIMED local, a nossa fam�lia agurada que tenha alta, e iremos avaliar a situa��o de seus cuidados m�dicos doravante, pois estamos dispostos a pagar por um m�dico particular n�o conveniado. O grande problema � que mesmo usando uma lupa n�o os encontra. Todos cooptaram para poderem prosseguir com consultas mal pagas e mal atendidas, a exercer a medicina do INSS do Plano de Sa�de. Vou gastar toda a minha energia tamb�m neste empreendimento: Quero uma CPI da UNIMED. Onde est� o dinheiro que os associados pagam? Certamente n�o se destina aos m�dicos sub remunerados e revoltados, um perigo para os seus pacientes!
 
Voltando ao debate do teste da apn�ia, eu lhe pergunto se a CPI est� sendo transmitida ao vivo, e se poderei ver os depoimentos das enferemeiras, hor�rio e canal. Muito grata, bom dia. S�nia Rabello. 
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Sent: Tuesday, August 24, 2004 2:19 AM
Subject: CPI do Tr�fico de �rg�os ouve enfermeiras amanh�

De: Celso Galli Coimbra
 
 
 
MP por onde andastes enquanto isso lhe era informado in�mera vezes, e o que fazias, enquanto tudo isso era denunciado formalmente perante a Institui��o que diz defender interesses difusos, mas defende apenas aqueles que n�o compromentem  a imagem de sua institui��o e o poder que ela quer ter centrado em si mesma (salvo rara exce��es).  E como se denunciou!  E como o MP foi e continua omisso!    Resposta (traduzida)  vnda de �rg�os do  MP: Licen�a para matar dos m�dicos deve ser respeitada com base no princ�pio da confiabilidade -- que inora o da cautela -- confiabilidade que nunca existiu sen�o em apar�ncias fabricadas pro propagandas e m�dia correto?.   Por isso, o homic�dio praticado por m�dico n�o � trangress�o � legisla��o alguma, � mera autoridade "exercida" em fid�cia para matar de forma racional os invi�veis encon�micos para a vida, que outros n�o t�m, devido � confian�a por serem tanto MPs quanto CFMs �rg�os de poder e imagem com inser��o  igual na sociedade, onde o que o �tlimo faz, primeiro negocia com os MPs.  Mas, confian�a de quem?   E quando o MP vai servir de forma transparente e sem exce��es � sociedade que lhe paga os vencimentos?  Uma coisa � o Fernandinho matar, outra coisa seria o Dr. Fernando matar, se m�dico fosse? O tr�fico do primeiro n�o � pior que o tr�fico dos �ltimos.
 
 
Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
Porto Alegre
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CPI do Tr�fico de �rg�os ouve enfermeiras amanh�

 

Duas enfermeiras que afirmaram que m�dicos de Taubat� (SP) aceleraram a morte de pacientes para a retirada de �rg�os s�o as pr�ximas convocadas a depor na Comiss�o Parlamentar de Inqu�rito (CPI) do Tr�fico de �rg�os. A audi�ncia p�blica ser� realizada nesta ter�a-feira, a partir das 14 horas, no plen�rio 5.


Na mesma reuni�o, ser� ouvido o delegado que acompanhou o caso, Roberto de Barros.
De acordo com o presidente da CPI, deputado Neucimar Fraga (PL-ES), as enfermeiras foram chamadas porque, em recente entrevista � Rede Bandeirantes, teriam dito que os pacientes ainda estavam vivos quando a retirada dos rins foi feita e que a morte foi provocada pelos pr�prios m�dicos.


Depoimento dos acusados


No dia 10 de agosto, os quatro m�dicos denunciados foram ouvidos pelos deputados durante reuni�o da CPI. Todos eles negaram que tivessem cometido algum tipo de crime. O denunciante, o m�dico Roosevelt de S� Kalume, que trabalhava com a equipe em Taubat� e tamb�m prestou depoimento � Comiss�o, disse, no entanto, que as cirurgias eram realizadas � noite e que ele n�o era informado desses procedimentos.
Kalume era diretor da Faculdade de Medicina da cidade quando descobriu o esquema de retirada ilegal de �rg�os.


Minas Gerais


Na quarta-feira (25), os deputados d�o continuidade ao depoimento de Paulo Airton Pavesi, iniciado em abril. Pavesi denuncia m�dicos da cidade mineira de Po�os de Caldas de acelerar a morte de seu filho, Paulinho Veronesi, para retirada de �rg�os, al�m de uma s�rie de irregularidades no sistema de transplantes do Sul de Minas Gerais.
Um dos m�dicos acusados, �lvaro Ianhez, tamb�m ser� ouvido. Ele era respons�vel pela MG Sul Transplantes, onde os �rg�os de Paulinho foram retirados. Segundo Pavesi, Ianhez teria participado da constata��o de morte encef�lica de seu filho, o que � proibido pela legisla��o de transplantes em vigor. De acordo com a lei que trata do transplante de �rg�os do corpo humano (9434/97), o diagn�stico de morte encef�lica s� pode ser feito por dois m�dicos n�o participantes das equipes de remo��o e transplante.
Auditoria realizada pelo Minist�rio da Sa�de constatou que a MG Sul Transplantes ainda era clandestina.



Outras testemunhas


Na audi�ncia da quarta-feira, os deputados ouvir�o tamb�m o coordenador da Central de Transplantes de Minas Gerais, Jo�o Carlos Oliveira Ara�jo, e Nivaldo Pereira, acusado de adquirir �rg�os e cad�veres sem autoriza��o legal na cidade de Franco da Rocha, em S�o Paulo. Pereira foi citado na CPI por Ant�nio Aur�lio de Carvalho Monteiro, m�dico legista que tamb�m � um dos acusados do caso de Taubat�.


A audi�ncia ser� no plen�rio 7, a partir das 13 horas

 

 

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