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Fabio Telles escreveu:
> Pense na humanidade... seja altruísta. Não faça mais isso. Digo
> isso, pois já fui DBA numa aplicação com mais de 2000 tabelas
> construídas pelo Genexus e vou dizer... foi uma experiência
> medonha. Dois anos até convencer que a única forma de rezolver o
> problema seria jogar tudo no lixo.
Oi Telles,

Caberia aqui citar o Oracle Peoplesoft [1] (Student Administrator [2]
e Portal Enterprise [3] por exemplo), no S.A. cerca de 17000 tabelas
sem nenhuma FK. Integridade referencial via PeopleCode[4] e
RecordSetLevels. O sistema em si disponibiliza uma meia dúzia de "SQL
Process" e "Sysaudits", bem como a própria Oracle disponibiliza
Scripts SQLs que, uma vez executados, identificam objetos e linhas
órfãs e geram scripts para removê-los.

A documentação informa que o sistema é três camadas, mas ora, se o
banco em si é apenas um repositório para os dados, eu particularmente
vejo apenas duas camadas: Web e Aplicação.

O que motivou a Peoplesoft fazer isso quando começou a desenvolver o
sistema e seus modulos (HR, CRM, SA, PE, etc)?
R: Como eles queriam portabilidade entre SGDBs diferentes (DB2,
Oracle, MSSQL, Sybase, ...) optaram por esta alternativa.



[1] http://www.oracle.com/peoplesoft/index.html
[2]
http://www.oracle.com/applications/peoplesoft/campus_solutions/ent/index.html
[3]
http://www.oracle.com/applications/portals/enterprise/enterprise-portal.html
[4]
http://download-east.oracle.com/docs/cd/B28721_01/psft/acrobat/mtpdr8sp1b1200.pdf


[]s
Guedes

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