(...)

No que diz respeito a versão do PostgreSQL e PostGIS não vemos problemas.

Mas não entendemos o que levaria ao produto restringir o SO do SGBD em
Windows, Red Hat e SUSE Enterprise se o servidor do SGBD não é
compartilhado com o servidor do produto.

E vocês têm razão.


Atualmente temos diversos servidores PostgreSQL rodando no CentOS sem
qualquer problema com diversas aplicações (produtos open source ou
aplicações desenvolvidas internamente usando desde Java a .Net).

Eu também, assim como muitos aqui na lista.

As minhas perguntas para a comunidade são:

1) Alguém conhece (ou consegue imaginar) alguma justificativa técnica
para que um produto estabeleça restrições na camada subjacente do SGBD
(ou seja o SO)?

Tecnicamente falando: *zero*
As empresas que fazem isso (limitar S.O.) o fazem por motivos geralmente de suporte (por exemplo, ao telefone, um técnico diz pra mudar o parâmetro x no arquivo y do diretório z). No seu caso, CentOS e Redhat são idênticos nesse ponto. Aí, quando se fala em CentOS, vem a questão contrato: se houver um problema de desempenho, poderiam dizer que a culpa é sua por não usar um "S.O. homologado".

2) Sendo o PostgreSQL um software livre, pode um software proprietário
fazer este tipo de restrição?

Tecnicamente isso significa que o fornecedor não merece confiança.
Contratualmente, eles estão na média do mercado, ou seja, medíocres. Em geral é assim no mundo proprietário. Mas sim, podem, não tem nenhuma relação com licenças livres aí. E a licença do PostgreSQL é extremamente simples e não restritiva.

Agradeço antecipadamente as colaborações.

Desculpe a sinceridade.

[]s
Flavio Gurgel
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