2015-03-05 12:25 GMT-04:00 Émerson Eng. <[email protected]>:
>
> Estou analisando uma demanda onde Postgres faria parte de uma VM que contém
> diversas aplicações.
>
> Basicamente uma mesma VM é executada em "nuvens" diferentes, conforme regras
> definidas, localização e característicias dessa "nuvem".

Fiz isso utilizando o recurso de snapshot do LVM e funcionava muito
bem, e não precisava mexer com NFS e sua latência e outros problemas.

1) Diretório do PG (e da VM com tudo na verdade) ficava num volume LVM

2) Criava um snapshot do volume, ou seja, um volume temporário onde
apenas as modificações ocupariam espaço em disco.

3) Levantava a VM utilizando este novo volume em snapshot do LVM

4) Quando a VM acabava seu serviço e era derubada, desmonstava e
destruia o volume en snapshot, e pronto. Liberava o espaço com as
modificações, e o volume original não havia sofrido nenhuma alteração.

> Nunca haverá mais que uma VM executando ao mesmo tempo.

Esses "nunca" geralmente nunca persistem. Com essa alternativa do LVM
você pode levantar quantas VMs você tiver recursos (CPU, buffers, e
espaço para os snapshot) para aguentar.

À época eu também utilizei isso com o OpenVZ, que cria containers no
Linux. Se não me engano o OpenVZ foi renomeado e melhorado
recentemente, a há vários tipos de containers similares disponíveis
por aí.

Eu gosto muito de containers por que são rápidos, práticos, e leves.
Há desvantagens também, claro. Analise o que fica melhor para você.

[]s,

Roberto
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