2015-03-05 12:44 GMT-03:00 Flavio Henrique Araque Gurgel <[email protected]>:

> Utilize NFSv4, um kernel recente, numa distribuição com suporte correto e
> atualizada.
> Monte o sistema de arquivos em modo síncrono.


Isso foi feito.


> Recentemente tem-se usado NFS em alguns storages modernos que oferecem a
> montagem dessa forma, mas um bom iSCSI ainda é a melhor pedida.
>

Como não temos experiência com iSCSI, vamos fazer testes com ele.
Se a performance-confiabilidade for superior a qualquer outra solução,
vamos impor ela.


2015-03-05 13:37 GMT-03:00 Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro <
[email protected]>:

> Não espere desempenho ou confiabilidade extremas.  É administrável,
> mas implica latência e acrescenta ponto de falha.


A questão do desempenho nos testes se mostrou aceitável e até superou as
expectativas.
Mas a confiabilidade é algo crítico. Não percebemos até então problemas,
mas não é o ambiente de produção, são apenas meros testes.


2015-03-05 13:56 GMT-03:00 Flavio Henrique Araque Gurgel <[email protected]>:

> Nesse caso é fria instalar o diretório do cluster nesse servidor NFS,
> desculpe a franqueza.
>

Agradeço e prefiro a franqueza.

O DBA deve ter o "poder" sobre seus recursos para administrá-los
> corretamente, pelo menos ele deve ter acesso a quem o tenha para poder
> orientar e discutir.
>

Históricamente os sysAdmin do cliente não permitem, algo corroborado pelos
seus superiores.
O unico modo de convencer este cliente é mostrando na prática a necessidade.


2015-03-05 16:54 GMT-03:00 Roberto Mello <[email protected]>:

> Fiz isso utilizando o recurso de snapshot do LVM e funcionava muito
> bem, e não precisava mexer com NFS e sua latência e outros problemas.
>

O *storage* e o *hypervisor* ficam em servidores distintos. Como usar o LVM
neste caso?
Você utilizou NFS e/ou NBD?


> 2) Criava um snapshot do volume, ou seja, um volume temporário onde
> apenas as modificações ocupariam espaço em disco.
>

O recurso de *snapshot* é muito interessante para meu caso.

> Nunca haverá mais que uma VM executando ao mesmo tempo.
> Esses "nunca" geralmente nunca persistem. Com essa alternativa do LVM
> você pode levantar quantas VMs você tiver recursos (CPU, buffers, e
> espaço para os snapshot) para aguentar.
>

Realmente, os "nunca" muitas vezes mudam.
Mas no meu caso especifico, isso não deve acontecer.
A VM desliga num lugar e sobe em outro, apenas isso, dando a impressão de
ter se movido.
São centenas de VMs geográficamente distribuídas e, uma aplicação que
controla essa mecânica toda.

À época eu também utilizei isso com o OpenVZ, que cria containers no
> Linux. Se não me engano o OpenVZ foi renomeado e melhorado
> recentemente, a há vários tipos de containers similares disponíveis
> por aí.
>

*Containers* são extremamente interessantes, a dupla docker + kubernetes
torna administração de "fazendas" facilitada.
Mas para meu caso, optamos por utilizar uma VM, pois há uma diversidade
enorme de Distros e Windows que são os O.S. virtualizadores.
Mesmo que fosse apenas Linux, teríamos de fazer um *container**s*
diferentes para cada distro.
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