Boa tarde,

Penso que o Fred tocou no aspecto essencial da questão.
Mesmo em tempos de fortes restrições orçamentais, o enfoque deve ser colocado 
nas vantagens de ter o código aberto e na liberdade que isso confere no 
desenvolvimento de aplicações ajustadas aos requisitos dos utilizadores (e isto 
tem custos...).
Será por aí que o FOSS se deverá afirmar, colocando o enfoque no "OS" e não no 
"F"!

Cumprimentos,
Gabriel Nolasco

--- Em qui, 1/4/10, Fred Lehodey <[email protected]> escreveu:

De: Fred Lehodey <[email protected]>
Assunto: Fwd: [Portugal] Re: Portugal Digest, Vol 24, Issue 38
Para: "portugal" <[email protected]>
Data: Quinta-feira, 1 de Abril de 2010, 12:40

Viva,
uma pequena opinião, nesta conversa:
O dinheiro (i.e. falta dele) não pode ser nem o primeiro nem o melhor argumento 
para vender soluções ou serviços baseados em FOSS.
Isso não funciona.... nem em tempos de crise....

Temos que propor boas soluções (idealmente o que se faz de melhor) e fazer as 
contas só no fim....

Fred.


      
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