Author: cafonso
Date: Thu Aug 23 06:46:52 2007
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chap 04 pronto até aos vetos - done till vito

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 do seu descontentamento. Pode estar insatizfeito mas isso sucede com cada
 um deles.</para>
 
-<para>Voting's main advantage is that it finally settles a question so
-everyone can move on.  But it settles it by a head count, instead of
-by rational dialogue leading everyone to the same conclusion.  The
-more experienced people are with open source projects, the less eager
-I find them to be to settle questions by vote.  Instead they will try
-to explore previously unconsidered solutions, or compromise more
-severely than they'd originally planned.  Various techniques are
-available to prevent a premature vote.  The most obvious is simply to
-say "I don't think we're ready for a vote yet," and explain why not.
-Another is to ask for an informal (non-binding) show of hands.  If the
-response clearly tends toward one side or another, this will make some
-people suddenly more willing to compromise, obviating the need for a
-formal vote.  But the most effective way is simply to offer a new
-solution, or a new viewpoint on an old suggestion, so that people
-re-engage with the issues instead of merely repeating the same
-arguments.</para>
-
-<para>In certain rare cases, everyone may agree that all the
-compromise solutions are worse than any of the non-compromise ones.
-When that happens, voting is less objectionable, both because it is
-more likely to lead to a superior solution and because people will not
-be overly unhappy no matter how it turns out.  Even then, the vote
-should not be rushed.  The discussion leading up to a vote is what
-educates the electorate, so stopping that discussion early can lower
-the quality of the result.</para>
+<para>A principal vantagem da votação é resolver determinada questão
+e permitir que todos continuem. Mas resolve a questão por contagem
+de espingardas, em vez de ser por diálogo racional que conduz toda
+a gente à mesma conclusão. Quanto mais pessoas tiverem experiência
+com projectos de código aberto, menos dispostas as encontro para tomarem
+decisões por votação. Em vez disso tentaram explorar soluções
+que não tenham sido levadas em conta anteriormente ou chegar a um 
+compromisso que não planearam originalmente. Estão disponíveis várias
+técnicas para evitar uma votação prematura. A mais óbvia é simplesmente
+dizer "julgo que não estamos preparados para votar por agora", e explicar
+porque não. Outra é pedir que se faça um inquérito informal (que não 
+seja binding). Se a resposta tender claramente para um lado ou para outro
+isto poderá levar algumas pessoas a chegar a um compromisso, evitando
+uma votação formal. Mas a forma mais eficaz de o fazer é simplesmente
+dar uma nova solução, ou um novo ponto de vista sobre uma sugestão antiga
+de modo a que as pessoas voltem a engajar-se nos problemas em vez de
+meramente repetirem os mesmo argumentos.</para>
+
+<para>Em certos casos raros, todos podem concordar que as soluções
+de compromisso são piores do que qualquer das solução sem compromisso.
+Se tal suceder votar é menos mau, tanto porque provavelmente conduzirá
+a uma solução superior e porque as pessoas não irão ficar muito aborrecidas
+independentemente da solução que se alcançar. Mesmo neste caso não se deve
+acelerar a votação. A discussão que conduz ao vota é o que educa o 
+eleitorado, assim parar a discussão cedo pode baixar a qualidade do
+resultado.</para>
 
-<para>(Note that this advice to be reluctant to call votes does not
-apply to the change-inclusion voting described in
+<para>(Nota  que o conselho roletante para ir a votos não inclui a votação
+de alteração-inclusão descrita em
 <xref linkend="stabilizing-a-release"/><phrase output="printed">
-in <xref linkend="development-cycle"/></phrase>.  There, voting
-is more of a communications mechanism, a means of registering one's
-involvement in the change review process so that everyone can tell how
-much review a given change has received.)</para>
+em <xref linkend="development-cycle"/></phrase>.  Aí, a votação é mais
+um mecanismo de comunicação, um meio de registar o envolvimento de
+cada um num processo de revisão de alteração de modo a que todos possam
+dizer quanta revisão uma dada alteração recebeu.)</para>
 
 </sect2>
 
 <sect2 id="electorate">
-<title>Who Votes?</title>
+<title>Quem Vota?</title>
 
-<para>Having a voting system raises the question of electorate: who
-gets to vote?  This has the potential to be a sensitive issue, because
-it forces the project to officially recognize some people as being
-more involved, or as having better judgement, than others.</para>
-
-<para>The best solution is to simply take an existing distinction,
-commit access, and attach voting privileges to it.  In projects that
-offer both full and partial commit access, the question of whether
-partial committers can vote largely depends on the process by which
-partial commit access is granted.  If the project hands it out
-liberally, for example as a way of maintaining many third-party
-contributed tools in the repository, then it should be made clear that
-partial commit access is really just about committing, not voting.
-The reverse implication naturally holds as well: since full committers
-<emphasis>will</emphasis> have voting privileges, they must be chosen
-not only as programmers, but as members of the electorate.  If someone
-shows disruptive or obstructionist tendencies on the mailing list, the
-group should be very cautious about making him a committer, even if
-the person is technically skilled.</para>
-
-<para>The voting system itself should be used to choose new
-committers, both full and partial.  But here is one of the rare
-instances where secrecy is appropriate.  You can't have votes about
-potential committers posted to a public mailing list, because the
-candidate's feelings (and reputation) could be hurt.  Instead, the
-usual way is that an existing committer posts to a private mailing
-list consisting only of the other committers, proposing that someone
-be granted commit access.  The other committers speak their minds
-freely, knowing the discussion is private.  Often there will be no
-disagreement, and therefore no vote necessary.  After waiting a few
-days to make sure every committer has had a chance to respond, the
-proposer mails the candidate and offers him commit access.  If there
-is disagreement, discussion ensues as for any other question, possibly
-resulting in a vote.  For this process to be open and frank, the mere
-fact that the discussion is taking place at all should be secret.  If
-the person under consideration knew it was going on, and then were
-never offered commit access, he could conclude that he had lost
-the vote, and would likely feel hurt.  Of course, if someone
-explicitly asks for commit access, then there is no choice but to
-consider the proposal and explicitly accept or reject him.  If the
-latter, then it should be done as politely as possible, with a clear
-explanation: "We liked your patches, but haven't seen enough of them
-yet," or "We appreciate all your patches, but they required
-considerable adjustments before they could be applied, so we don't
-feel comfortable giving you commit access yet.  We hope that this will
-change over time, though."  Remember, what you're saying could come as
-a blow, depending on the person's level of confidence.  Try to see it
-from their point of view as you write the mail.</para>
-
-<para>Because adding a new committer is more consequential than most
-other one-time decisions, some projects have special requirements for
-the vote.  For example, they may require that the proposal receive at
-least <emphasis>n</emphasis> positive votes and no negative votes, or
-that a supermajority vote in favor.  The exact parameters are not
-important; the main idea is to get the group to be careful about
-adding new committers.  Similar, or even stricter, special requirements
-can apply to votes to <emphasis>remove</emphasis> a committer, though
-hopefully that will never be necessary.  See <xref
-linkend="committers"/><phrase output="printed"> in
-<xref linkend="managing-volunteers"/></phrase> for more on the
-non-voting aspects of adding and removing committers.</para>
+<para>Ter um sistema de votação levanta a questão do eleitorado: quem
+vota? Isto tem o potencial de ser um tema sensível, porque força o
+projecto a reconhecer oficiamente que algumas pessoas estão mais envolvidas
+ou têm um melhor juizo que outras.</para>
+
+<para>A melhor solução é simplesmente usar uma distinção pré-existente, como
+por exemplo quem tem acesso de submissão, e anexar os privilégios de votação
+a essa condição. Em projectos que oferecem tanto acesso de submissão 
+parcial ou total a questão é se os submetedores parciais podem votar depende
+largamente do processo pelo qual o acesso de submissão parcial lhes foi 
+atribuído. Se o projecto o dá de forma liberal, por exemplo como uma forma
+de manter várias ferramentas contribuídas por terceiros no repositório,
+então deve ser tornado claro que o acesso de submissão parcial é só isso
+não lhe dá acesso às votações. A implicação inversa naturalmente também
+se mantém: visto os submetedores totais <emphasis>irão</emphasis> ter 
privilégios
+de votação, devem ser escolhidos não só como programadores, mas como membro
+do eleitorado. Se alguém mostrar tendências disruptivas ou obstruccionistas
+na lista de distribuição de correio, o grupo deve ser muito cuidadosa sobre 
+torná-lo um submetedor, mesmo que seja uma pessoa com capacidade 
técnica.</para>
+
+<para>O sistema de votação propriamente dito deve ser usado para escolher
+novos submetedores, tanto totais como parciais. Mas aqui está um dos exemplos
+onde o segredo é apropriado. Não pode haver votos sobre potenciais 
+submetedores, colocados numa lista de distribuição de correio pública, porque
+os sentimentos e reputação do candidato podem sofrer. Em seu lugar é
+normal que um dos submetedores, proponha alguém aos outros submetedores
+numa lista de distribuição de correio privada, proponto que alguém receba
+acesso de submissão. Os restantes submetedores dizem de sua justiça, sabendo
+que a discussão é privada. Frequentemente não haverá discussão e assim
+sendo não haverá necessidade de votar. Após esperar alguns dias de forma
+a assegurar que todos os submetedores tenham possibilidade de responder
+o proponente envia uma mensagem ao candidato e oferece-lhe o acesso de 
+submissão. Se houver desacordo a discussão prossegue como para qualquer outra
+questão, possivelmente resultando numa votação. Para este processo ser aberto
+e franco o mero facto da discussão estar a ter lugar de todo deve ser
+segredo. Se a pessoa, sob consideração, souber o que está a ocorrer e 
+nunca lhe vier a ser atribuído o acesso de submissão pode concluir que 
+perdeu a votação e pode ficar sentido. Claro que, se alguém pede explicitamente
+acesso de submissão, então, só há como explicitamente aceitar ou regeitar. 
Neste
+caso deve ser feito tão delicadamente quanto possível, com uma explicação
+clara "gostamos das sua correções mais ainda não vimos suficiente número",
+ou "gostamos das suas correções todas mas tiveram que ser alteradas antes de
+serem aplicadas e assim não nos sentimos confortáveis para lhe dar acesso
+de submissão para já. Contudo, esperamos que tal mude no futuro." Lembrar
+que aquilo que se disser pode ser um golpe, dependendo do nível de confiança
+da pessoa. Tente ver do ponto de vista dela quando escrever a mensagem.</para>
+
+<para>Visto a adição de um novo submetedor trás mais consequências do que
+as decisões que ocorrem uma vez, alguns projectos têm requisitos especiais
+para esta votação. Por exemplo, podem exigir que a proposta receba pelo
+menos <emphasis>n</emphasis> votos favoráveis e nenhum desfavorável ou que
+haja uma maioria qualificada a favor. Os parâmetros exactos não são 
+importantes a ideia principal é fazer com que o grupo seja cuidadoso
+sobre a adição de novos submetedores. Deve haver requisitos especiais 
+similares ou ainda mais restritivos para a votação da 
+<emphasis>expulsão</emphasis> de um submetedor, embora possa nunca
+vir a ser necessário.  Ver <xref
+linkend="committers"/><phrase output="printed"> em
+<xref linkend="managing-volunteers"/></phrase> para mais aspectos
+que não os sobre votação na admissão e expulsão de submetedores.</para>
 
 </sect2>
 
 <sect2 id="polls">
-<title>Polls Versus Votes</title>
+<title>Sondagem Versus Votação</title>
 
-<para>For certain kinds of votes, it may be useful to expand the
-electorate. For example, if the developers simply can't figure out
-whether a given interface choice matches the way people actually use
-the software, one solution is to ask to all the subscribers of the
-project's mailing lists to vote.  These are really
-<firstterm>polls</firstterm> rather than votes, but the developers may
-choose to treat the result as binding.  As with any poll, be sure to
-make it clear to the participants that there's a write-in option: if
-someone thinks of a better option not offered in the poll questions,
-her response may turn out to be the most important result of the
-poll.</para>
+<para>Para certos tipos de votos pode ser útil expandir o eleitorado. 
+Se os programadores não conseguirem perceber se uma dada escolha
+no interface corresponde à forma como as pessoas usam o software
+uma solução é pedir a todos os subscritores da lista de distribuição
+de correio que votem. Esta votação de facto é uma 
+<firstterm>sondagem</firstterm> e não uma votação, mas os programadores
+podem tratar o resultado como XXbinding.  Como qualquer sondagem
+assegure-se que fica claro para os participantes que há uma opção de
+para sugerir: se alguém pensar que uma opção melhor não aparece nas
+perguntas da sondagem, a sua resposta pode tornar-se no resultado
+mais importante da sondagem.</para>
 
 </sect2>
 
 <sect2 id="veto">
-<title>Vetoes</title>
+<title>Vetos</title>
 
 <para>Some projects allow a special kind of vote known as a
 <firstterm>veto</firstterm>.  A veto is a way for a developer to put a

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