A exclusividade é uma coisa até bastante habitual, mas normalmente
costuma ter algumas condições restritas:
- durante x tempo (1 a 2 anos) após a conclusão do projecto;
- apenas para a área geográfica do projecto em causa;
- apenas para projectos idênticos que resultem em concorrência directa.
Não se costuma aplicar a projectos no mesmo sector de negócio que sejam
concorrência indirecta.
A exclusividade "era" também habitualmente a paga peso de ouro. Isto é,
um projecto com exclusividade poderá custar ao contratante 3x a 10x
mais. Eu disse "era" porque hoje em dia há muita gente e empresas no
mercado só à procura de facturar e que não se importam de aceitar a
exclusividade ao preço normal.
Mas isto tudo depende de quem escreve o contrato e de quem o assina.
Quem o escreve é (praticamente) livre de escrever o que lhe apetecer, e
quem o assina é livre de assinar ou não.
JS
On 13-10-2011 10:57, MV wrote:
As minhas desculpas, enviei o e-mail sem terminar por ter dedos a
mais. :-P
retomando:
"Ficaria a saber que, de futuro, eu poderia programar qualquer coisa,
de qualquer área, excepto aquilo que me neguei em contrato há x anos."
Provavelmente estou a levar o sentimento ao extremo, tanto que não
estou a discutir valores para bloquear a minha produção de assunto
específico, mas a ideia geral é esta.
Entregar código? Tudo bem. Exclusividade enquanto estou a trabalhar
para alguma empresa? Muito bem. Tanto que já me aconteceu. Mas
exclusividade muito depois de ter terminado um trabalho...as condições
teriam de ser muito especiais.
Fica a opinião.
Miguel Vaz
2011/10/13 MV <[email protected] <mailto:[email protected]>>
Opinião pessoal:
Não aceitaria contrato de exclusividade que implicasse a proibição
de produzir uma outra aplicação (concorrência ou não) com as
mesmas funcionalidades. A não ser que tal aplicação fosse tão
especifica, ou secreta, ou de interesse nacional.
Seria como colocar parte do nosso conhecimento e liberdade
aprisionados. Ficari a saber que de futuro eu poderia programar
qualquer coisa
2011/10/12 João Fernandes <[email protected]
<mailto:[email protected]>>
Ludmila, se não há contrato assinado, tens a liberdade por optar:
1) Aceitas as condições para não perder o cliente.
2) Perdes o cliente porque ele não quer pagar mais pela
exclusividade (e perdes o tempo que já despendeste).
3) Não aceitas as condições e re-negoceias: ou mais guito ou
nada de exclusividade.
João Fernandes
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