Rodrigo Luiz escreveu em 23-05-2007 13:19: > Eu sigo o seguinte princípio: > > Se o módulo é necessário para o boot, então eu compilo nativo no > kernel. Na verdade, hoje em dia, não vejo muita necessidade em se > utilizar initrd... Só em casos especiais como sistema de instalação, > etc... > > O sistema de boot fica muito mais simples sem initrd. > > Pra que complicar as coisas se podemos simplificar? :-)
Isso tambem nao eh inteiramente verdade. InitRD tem aplicacoes interessantissimas quando se trata de uma rede com maquinas (diskless ou nao) variadas com boot remoto. Em casos assim, eh muito util compilar um unico kernel, com absolutemente tudo habilitado como modulo, exceto o suporte a initrd :-p e uma ou outra coisinha, e entao, no initrd, carregar o suporte adequado a maquina q esta bootando. O mundo da informatica nao se limita as maquinas standalone :-p dos usuarios domesticos. E o Linux nunca foi direcionado especialmente para eles, apesar de atender muito bem as suas necessidades. []'s -- ------------------------ __o [EMAIL PROTECTED] ----.----------- [EMAIL PROTECTED] Roberto Bagatini _`\<, www.ceat.net/~arkanon \ -=---=---==---=---=- (_)/(_) Phone +55 51 3748 7000 `-------- Lajeado - RS - Brasil --------- ICQ 34 789 30 - LinuxUser 102.514 --------------------------------------------------------------------- --~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~ GUS-BR - Grupo de Usuários de Slackware Brasil http://www.slackwarebrasil.org/ http://groups.google.com/group/slack-users-br -~----------~----~----~----~------~----~------~--~---

