Se a dúvida é sobre a rodovia ser pavimentada ou não todas as rodovias não pavimentadas devem ser classificadas no máximo tertiary ou unclassified ou track dependendo do estado da via. Por sinal eu notei que alguém classificou a Transamazônica como primary. O importante é que um caminhoneiro, por exemplo, quando for planejar a sua viagem ele vai querer rodar em uma rodovia onde ele vai poder rodar centenas de quilômetros sem ter que parar (isso custa especialmente caro em um caminhão) em uma região onde há serviços para quem faz viagens longas e não ter que passar dentro de centros urbanos onde o veiculo vai ter de fazer esquinas ou passar por rótulas apertadas aumentando o custo da viagem e arriscando acidentes. Eu não acho que eu sou o único aqui que consegue ver a diferença entre a BR-116 e a SC-449. Se for olhar só para o chão delas ambas são primary mas se for olhar o tráfego que elas carregam a primeira e o eixo de transporte de todo o norte do RS na direção de Curitiba/SP e a outra é só uma estrada usada pelos moradores locais das cidades por onde ela passa. Em 07/07/2014 02:49, "Fernando Trebien" <[email protected]> escreveu:
> De fato o objetivo real nunca foi muito claro pra mim. Uma > classificação pode não fazer tanto sentido no Brasil onde há estradas > "importantes" com qualidade bastante variável. Classificar uma rodovia > federal não-pavimentada com uma classe "importante" pode (e certamente > vai) confundir (pra não dizer "enganar") alguns usuários do mapa > (particularmente os turistas, mas também com frequência os > brasileiros). Uma coisa é você afirmar que "todas as estradas > regionais são trunk" num país com estradas excelentes como a Alemanha, > outra é você querer afirmar isso (sem exceções) num país com > infraestrutura precária como o Brasil. > > Eu entendo o seu ponto de vista. No começo eu insistia para que todas > as federais brasilerias fossem motorway, todas as estaduais fossem > trunk, e as demais classes (primária, secundária, terciária, etc.) > fossem usadas apenas para o meio urbano. Mas depois de ver os mapas do > Ministério dos Transportes [1] e de revisar o texto no wiki do OSM, eu > fui facilmente convencido de que essa classificação é bem pouco útil > para o usuário final do mapa, além de não corresponder bem às > expectativas genéricas descritas no wiki do OSM. > > Eu ainda apoiaria essa minha visão original (com algumas diferenças) caso: > - a comunidade internacional concordasse que a classificação da via > tem como um dos seus objetivos principais poder exibir a via em > determinados níveis de zoom (nunca vi essa afirmação sendo feita no > fórum ou nas listas em inglês) > - as pessoas (inclusive você), além de classificar a via, também > mapeassem as características da via: maxspeed (que já influencia o > roteamento em praticamente todas as aplicações), lanes, shoulder, > surface e smoothness (que hoje não influenciam o roteamento, mas > poderiam [2], e já afetam a renderização pelo menos na camada > Humanitarian e em breve a camada principal OSM-Carto também) > > [1] http://www2.transportes.gov.br/bit/01-inicial/index.html > [2] https://github.com/DennisOSRM/Project-OSRM/pull/955 > > 2014-07-07 1:06 GMT-03:00 Nelson A. de Oliveira <[email protected]>: > > 2014-07-07 0:12 GMT-03:00 Gabriel Teixeira < > [email protected]>: > >> Então poderia ser usado a definição por via preferencial. Uma trunk > seria > >> uma primary que tem preferencia sobre todas as outras rodovias primary. > > > > Mas isso não é objetivo. > > Quem olhar o mapa não vai saber o que é a rodo via. > > > > _______________________________________________ > > Talk-br mailing list > > [email protected] > > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > > > > -- > Fernando Trebien > +55 (51) 9962-5409 > > "Nullius in verba." > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >
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