Parcialmente interditada, significa com uma faixa de rolamento a menos mas 
ainda com acesso funcional, não faz sentido dizer access=no.

E essa Highway=proposed eu nunca vi, hora de começarmos a fazer bom uso dela 
também!!!

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On 18 Aug 2014, at 18:22, <[email protected]> wrote:

“Quanto a questão de ruas em obra ou em construção, pela maioria dos países do 
mundo o costume é de somente fazer o traçado à partir do dia da inauguração,”
pelo menos isso não ocorre nos USA, em especial em Orlando – Flórida
Lá eles empregam highway=proposed como previsto em 
http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:highway%3Dproposed
Exemplo de emprego em https://www.openstreetmap.org/way/213266760
 
Na minha opinião é correto esse emprego do “proposed” e do “construction” 
considerando que o OSM atende a inúmeras utilidades e não somente a navegação 
GPS.
 
Considero importante se ter uma visão do que está sendo projetado e dos 
projetos em fase de execução.
 
Por isso existe uma única tag que diz em obras (highway=construction), porque 
pelo mundo só se usa essa tag quando uma rua que já existe foi 100% interditada 
e será reaberta após mudanças.
Como citado acima existe também a tag que diz proposta que segundo o link 
apontado é empregado para as estradas que estão prestes a serem construídas, 
mas onde qualquer trabalho de construção ainda não foi iniciado.
 
Pelo menos a mim essa situação faz todo o sentido cronológico de um projeto 
onde existe a proposta (proposed), execução (construction) e conclusão (access) 
 
 
Caso a rua seja parcialmente interditada para obras, na Europa, Estados Unidos 
e Canadá não existe motivo para remapear o GPS porque 99% das obras que 
acontecem lá costumam durar menos de uma semana (quem atualiza o GPS tanto 
assim?), as obras são muitíssimo bem sinalizadas e seus desvios com sinalização 
ainda melhor (dá muito bem para ignorar o GPS por 5 ou 6 quarteirões seguindo 
as placas), e na maioria das vezes o receptor de tráfico do GPS detecta o 
problema (transito lento) e já manda o sujeito ir por outro caminho 
automaticamente.
Creio que não devemos analisar a situação focando somente uma aplicação 
(navegação GNSS), mas mesmo em se tratando desse tipo de navegação experimentei 
recentemente em Orlando, na Flórida, situação de interrupção de via por motivo 
de obras. e pelo visto duradoura porque estava access=no e meu gps, 
corretamente, não roteou pelo trecho.
 
Adaptando o padrão já existente e criando uma solução criativa para nossas 
obras lentas, mal sinalizadas e burras do brasil, eu sugiro que quando uma rua 
for parcialmente interditada para obras, que se mude simplesmente a categoria 
da via no trecho que estiver a obra, de auto-estrada para via arterial, para 
secundária, ou para local por exemplo.
Já penso diferente porque mudando-se a categoria da via não se reflete a 
realidade da interrupção ao tráfego de veículos. Para isso existe a tag 
“access” sem a necessidade de qualquer outra alteração, em especial da 
categoria da via. Quando for reaberta basta reconfigurar o access.
 
[]s
Marcio
 
From: Fernando Pierobon
Sent: Monday, August 18, 2014 5:29 PM
To: OpenStreetMap no Brasil
Subject: Re: [Talk-br] Mapeamento de calçadas (Era: vias interditadas)
 
Quanto a questão de ruas em obra ou em construção, pela maioria dos países do 
mundo o costume é de somente fazer o traçado à partir do dia da inauguração, 
até porque dessa forma fica possível você usar o próprio aparelho de GPS para 
mapear a rua e já cuspir as linhas prontas no computador. Por isso existe uma 
única tag que diz em obras (highway=construction), porque pelo mundo só se usa 
essa tag quando uma rua que já existe foi 100% interditada e será reaberta após 
mudanças. Dessa forma, as pessoas não precisam ter o trabalho (enorme) de 
apagar a rua do mapa e depois ter que desenhar tudo de novo, com ainda mais 
trabalho.
Caso a rua seja parcialmente interditada para obras, na Europa, Estados Unidos 
e Canadá não existe motivo para remapear o GPS porque 99% das obras que 
acontecem lá costumam durar menos de uma semana (quem atualiza o GPS tanto 
assim?), as obras são muitíssimo bem sinalizadas e seus desvios com sinalização 
ainda melhor (dá muito bem para ignorar o GPS por 5 ou 6 quarteirões seguindo 
as placas), e na maioria das vezes o receptor de tráfico do GPS detecta o 
problema (transito lento) e já manda o sujeito ir por outro caminho 
automaticamente.
 
 
Adaptando o padrão já existente e criando uma solução criativa para nossas 
obras lentas, mal sinalizadas e burras do brasil, eu sugiro que quando uma rua 
for parcialmente interditada para obras, que se mude simplesmente a categoria 
da via no trecho que estiver a obra, de auto-estrada para via arterial, para 
secundária, ou para local por exemplo.
Essa mudança é simples de se desfazer quando a obra acabar, não gera dúvidas 
pela utilização errada de tags e é igualmente simples de pedir um caminho 
alternativo para o GPS.
Claro que isso é só minhas idéias e meu ponto de vista, só façam dessa maneira 
se todos estiverem de acordo.
 
Abraços!
 
 
 
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