Para isso acontecer, "fazer OpenStreetMap" precisa tornar-se mais fácil, *mastigado*, e com processos eficientes que exijam somente os menores esforços. Pois o projeto teria de ganhar *visibilidade social*, com *uma faceta amigável em todas as suas bordas*, bem distante dos [sempre indispensáveis] especialistas de processamento de dados. Para você sugerir que o padeiro coloque a padaria no mapa e isso não pareça coisa de outro planeta. Para você estimular a criação de times de mapeadores em associações de moradores (de bairro), integrados quase que somente por "pessoas comuns", e isso não exija um *call center.* Para que o trabalho voluntário não seja um trabalho maçante e um sacrifício exagerado.
Em 27 de setembro de 2014 17:33, Joao Porto <[email protected]> escreveu: > Pessoal, > > Dêem uma olhada: > > > http://www.dailynewsen.com/technology/google-microsoft-expose-brazils-favelas-h2688348.html > > Não seria uma oportunidade de fazer melhor com o OSM? Dei uma olhada > rápida e pelo menos as comunidades citadas (Vidigal p. ex.) ainda não estão > bem mapeadas, embora já haja alguns POIs. É uma pena ver essas iniciativas > comunitárias sendo cooptadas para dar os mapas para MS e Google, quando > poderiam deixar os dados abertos com o OSM... > > Abraços, > João > >
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