Desde 2009, alguns jovens moradores de Kibera (considerada a maior
favela do mundo) estão mapeando o lugar em que vivem no OSM:
http://www.mapkibera.org/
On 27-09-2014 18:29, Alexandre Magno Brito de Medeiros wrote:
Para isso acontecer, "fazer OpenStreetMap" precisa tornar-se mais
fácil, *mastigado*, e com processos eficientes que exijam somente os
menores esforços. Pois o projeto teria de ganhar *visibilidade
social*, com *uma faceta amigável em todas as suas bordas*, bem
distante dos [sempre indispensáveis] especialistas de processamento de
dados. Para você sugerir que o padeiro coloque a padaria no mapa e
isso não pareça coisa de outro planeta. Para você estimular a criação
de times de mapeadores em associações de moradores (de bairro),
integrados quase que somente por "pessoas comuns", e isso não exija um
/call center./ Para que o trabalho voluntário não seja um trabalho
maçante e um sacrifício exagerado.
Em 27 de setembro de 2014 17:33, Joao Porto <[email protected]
<mailto:[email protected]>> escreveu:
Pessoal,
Dêem uma olhada:
http://www.dailynewsen.com/technology/google-microsoft-expose-brazils-favelas-h2688348.html
Não seria uma oportunidade de fazer melhor com o OSM? Dei uma
olhada rápida e pelo menos as comunidades citadas (Vidigal p. ex.)
ainda não estão bem mapeadas, embora já haja alguns POIs. É uma
pena ver essas iniciativas comunitárias sendo cooptadas para dar
os mapas para MS e Google, quando poderiam deixar os dados abertos
com o OSM...
Abraços,
João
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