Concordo com as perspectivas de vocês e também acho que não deve ser a intenção competir com o google. O que quis ressaltar é que, assim como o exemplo de Kibera (outro projeto que gosto muito é o Kathmandu Living Labs - http://www.kathmandulivinglabs.org/ ), há um potencial aí de mostrar para as pessoas que estão tocando essas iniciativas comunitárias de mapeamento no Rio (elas mesmo bem dispendiosas, com certeza e não sem necessidade de treinamento/evangelização) de que existe o OSM, que é uma alternativa livre a eles darem os dados para o google ou microsoft.
Também concordo com a necessidade de fazer ferramentas com usabilidade suficiente para cidadãos em geral e não somente especialistas. Estamos trabalhando nessa direção ( http://www.agora.icmc.usp.br ) e o uso mais intensivo do OSM é o próximo passo. Abraços, João Porto Em 28 de setembro de 2014 02:12, Alexandre Magno Brito de Medeiros < [email protected]> escreveu: > Então muito provavelmente lá foi e é feito um trabalho de "evangelismo" > OpenStreetMap, se são os próprios moradores quem mais atua no mapeamento > local. E evangelismo *em cada local* pode ficar demasiadamente "caro" se > a bíblia é grande e complexa demais. É aquela coisa: Antigo Testamento → > Novo Testamento → Evagelhos sinóticos → Sermão da Montanha → 10 mandamentos > (resgatando as origens) → "dois mandamentos e faça o resto como quiser" > > Em 27 de setembro de 2014 20:42, Wille <[email protected]> escreveu: > > Desde 2009, alguns jovens moradores de Kibera (considerada a maior >> favela do mundo) estão mapeando o lugar em que vivem no OSM: >> http://www.mapkibera.org/ >> >> >> On 27-09-2014 18:29, Alexandre Magno Brito de Medeiros wrote: >> >> Para isso acontecer, "fazer OpenStreetMap" precisa tornar-se mais fácil, >> *mastigado*, e com processos eficientes que exijam somente os menores >> esforços. Pois o projeto teria de ganhar *visibilidade social*, com *uma >> faceta amigável em todas as suas bordas*, bem distante dos [sempre >> indispensáveis] especialistas de processamento de dados. Para você sugerir >> que o padeiro coloque a padaria no mapa e isso não pareça coisa de outro >> planeta. Para você estimular a criação de times de mapeadores em >> associações de moradores (de bairro), integrados quase que somente por >> "pessoas comuns", e isso não exija um *call center.* Para que o trabalho >> voluntário não seja um trabalho maçante e um sacrifício exagerado. >> >> Em 27 de setembro de 2014 17:33, Joao Porto <[email protected]> escreveu: >> >>> Pessoal, >>> >>> Dêem uma olhada: >>> >>> >>> http://www.dailynewsen.com/technology/google-microsoft-expose-brazils-favelas-h2688348.html >>> >>> Não seria uma oportunidade de fazer melhor com o OSM? Dei uma olhada >>> rápida e pelo menos as comunidades citadas (Vidigal p. ex.) ainda não estão >>> bem mapeadas, embora já haja alguns POIs. É uma pena ver essas iniciativas >>> comunitárias sendo cooptadas para dar os mapas para MS e Google, quando >>> poderiam deixar os dados abertos com o OSM... >>> >>> Abraços, >>> João >>> >> > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > >
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