Reforma do Judiciário
 
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 por Marco Antônio Ferreira de Melo - [EMAIL PROTECTED] 02/06/1999 – Quarta-feira JORNAL DO BRASIL -
 
-->OAB ataca reforma do Judiciário - O ministro do Trabalho e Emprego, Francisco Dornelles, disse ontem que o Governo é contra a extinção da Justiça trabalhista, um dos principais pontos do relatório do deputado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para a reforma do Judiciário. "A posição do Governo é contrária ao fim da Justiça do Trabalho. O Governo acha importante manter o Tribunal Superior do Trabalho e os tribunais regionais", afirmou Dornelles. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Reginaldo de Castro, também atacou o relatório. "Depois das repugnantes revelações da CPI do Judiciário, o País tinha certeza de que seria proposta a criação de um eficaz e imparcial órgão de controle externo do Judiciário", o que foi "um ledo engano". (pág. 1 e 2) -
 
 
-->COLUNAS (Informe JB - Marcia Carmo Karam) - É mesmo uma questão de interpretação. E para ela não existe reforma no Judiciário que dê jeito. Ontem, o desembargador Raul Quental declarou a absolvição dos bicheiros Antônio Petrus Kalil, o Turcão, e Ailton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães. Em outro recinto, longe dali, no Congresso Nacional, muitos duvidam - e com razão - que o deputado Hildebrando Pascoal (PFL-AC) terá seu mandato cassado. Ele é acusado de vários crimes, inclusive de homicídio. (...) (pág. 6)
 
-->O relatório do deputado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) não deverá ser aprovado como está pela comissão da Câmara que trata da reforma do Judiciário. O ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, atacou a proposta de acabar com a Justiça do Trabalho que, para ele, representa só a transferência da burocracia. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), defendeu o relatório. (pág. 4) -
 
 
-->O relatório da Comissão Especial da Reforma do Judiciário, elaborado pelo deputado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), propõe a vedação constitucional do nepotismo não só em todos os tribunais, em todas as instâncias, de todo o País, mas também nos poderes Executivo e Legislativo. Ontem, em entrevista coletiva concedida em Brasília, Ferreira admitiu que as principais mudanças na estrutura da Justiça previstas em seu relatório terão de superar grandes resistências na Câmara. O encontro com a imprensa era destinado a divulgar oficialmente o teor do relatório - antecipado com exclusividade por Zero Hora na segunda-feira -, mas virou oportunidade para Ferreira justificar a opção pela adoção de teses polêmicas. (pág. 6) -
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-->O relatório do deputado Aluísio Nunes Ferreira (PSDB/SP) sobre a reforma do Judiciário foi apresentado nesta terça-feira. A proposta acaba com o poder normativo da justiça do trabalho, que terá toda a sua estrutura transferida para a justiça federal. Os ministros do Tribunal Superior do Trabalho irão para o Superior Tribunal de Justiça; as causas trabalhistas passam a ser resolvidas nas juntas de conciliação e nos juizados especiais. Todos os juízes classistas ficam em disponibilidade até o final dos mandatos, quando o cargo será automaticamente extinto. O relator mantém o Superior Tribunal Militar, mas reduz de 15 para sete o número de ministros. Já os Tribunais Militares Estaduais serão desativados. O poder Judiciário passa a ser controlado pelo Conselho Nacional de Justiça, composto por representantes do STF, STJ, um desembargador, juristas, Procuradoria Geral da República e OAB. A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou uma nota criticando o relatório do deputado Aluísio Nunes Ferreira. Segundo a OAB, o relator não ouviu a sociedade civil. BANDEIRANTES - JORNAL DA BAND - 19H30 
 
-->O deputado Aluísio Nunes Ferreira (PSDB/SP) concluiu o relatórios obre a reforma do Judiciário. Para começo de conversa, ele quer acabar com os Tribunais Regionais do Trabalho. Defende também a criação de varas trabalhistas nos tribunais federais, sugere a criação de um conselho nacionais de justiça para controlar juízes, desembargadores e ministros. E acha importante ainda a obrigar os juízes a considerar sentenças dos tribunais superiores em processos semelhantes. O relatório vai ser apresentado nesta terça-feira na comissão especial. Sinopse de notícias colhidas da radiobrás – http://www.radiobras.gov.br

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