Pois é Sônia. Sabe o que aconteceu outro dia lá no Adoraroda? Algumas
pessoas incovenientes foram falar pros músicos que aquilo não era samba,
e sim pagode. Tem gente que vai ao Rio Scenarium ou ao Estrela da Lapa,
e paga 25, 30 reais só pra ter a certeza que não vai ouvir sambas mais
novos.
Eu não falo isso por mim não. Você sabe que comigo não tem miserê não,
qualquer prazer me diverte!!! Mas infelizmente, o preconceito que você
citou não é só por parte dos músicos.
Quer outro exemplo? Já cansei de ver gente reclamando quando tocam
"Pecadora". Só porque o revelação gravou virou pagode, não pode ser
tocado em roda de samba. Assunto complicado....
Aquele abraço,
Gabriel Gomes
Sonia Palhares Marinho escreveu:
Discordo Gabriel. As pessoas querem cantar junto, isso é a mais
absoluta verdade. Uma roda de samba que só toca o lado B está fadada
ao fracasso. É preciso misturar, sempre com muito critério, sambas
clássicos, sambas mais populares, sambas antigos desconhecidos e
sambas novos (lançamentos). É preciso categoria prá fazer essa mistura
sem ficar chato ou cair na vulgaridade. Veja o que acontece no Calaf
às terças-feiras (a roda de sábado é outro lance).
Sonia Palhares (BsB-DF)
(...)
E outro motivo é o próprio público que não sai de casa pra ouvir
essess artistas mais badalados na grande mídia. Pra ouvir Jorge
Aragão e Fundo de Quintal é só ligar a TV no domingo e procurar um
desses programas de auditório, não precisa sair de casa. E se for
pra tocar um "lado B" deles prefiro ouvir meio "lado B" de Noel,
Ismael, etc. e etc...
(...)
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