Ufa,
 
até que enfim informação útil. 
 
Abraços a todos, até mesmo aos mais eufóricos tribuneiros.> Date: Wed, 12 Sep 
2007 11:42:25 -0300> From: [EMAIL PROTECTED]> To: [EMAIL PROTECTED]; 
[email protected]> CC: > Subject: [S-C] Uaahhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!! 
(bocejo)> > Rapaz, que palhaçada que isso aqui tá virando hein?> Nem vou me dar 
ao trabalho de tentar ler as 548 mensagens que estão na minha caixa de entrada. 
pelo visto é melhor deletar tudo.> Neguinho devia se preocupar em fazer alguma 
coisa de útil pra melhorar o panorama cultural que vive. Além do que, educação 
não faz mal a ninguém.> > Segue minha singela contribuição. Tentei divulgar 
isso na época do lançamento do projeto, mas infelizmente o computador deu tilt 
e não enviou a mensagem, só divulgando um bizarro "o evento ocorrerá ás 18:30", 
sem explicitar o que foi que aconteceu. Sendo assim vou divulgar a mensagem 
"digitadamente" mesmo:> > O Clube do Choro da Bahia em parceria com a Fundação 
Gregório de Mattos e Prefeitura de Salvador está realizando o Projeto Cacau do 
Pandeiro.> > O Projeto teve o seu lançamento realizado no dia 18 de Agosto de 
2007 às 18:30 no ICBA (Instituto Cultural Brasil-Alemanha), com entrada 
franca.> Na ocasião foi veiculado um vídeo sobre Cacau do Pandeiro, além das 
seguintes apresentações:> > * Pandeirada: grupo formado por 10 pandeiros, 
regidos por Mestre Cacau,> que fez uma demonstração de diversos ritmos 
brasileiros;> > * A Tapa: importante grupo de percussão baiano, que utiliza 
entre os seus instrumentos, tonéis de plásticos e afins.> > * Riachão e Mestre 
Sabiá: dois amigos de Mestre Cacau que vieram prestigiar o evento com antigos 
"causos" e músicas feitas para Cacau.> > * Roda de Choro com Juvino Alves 
(Clarineta), Marcelo Rosário e Gilson Verde (Violões 7 Cordas), Carlinhos do 
Bandolim, Ana Luísa Tomisch (Pandeiro) e Marcelo Neder (Cavaquinho)> > * Além 
da participação do público convidado que compareceu em peso com um pandeiro na 
mão e participou de um "Carinhoso" maravilhoso com todos os convidados 
(destaque para a Cuíca de Giba que simplesmente fez a melodia da música) e com 
o público tocando pandeiro da platéia.> > > > Além do lançamento já realizado, 
o Projeto está oferecendo oficinas de pandeiro com Mestre Cacau a singelos 
50,oo/mês na> Escola de Choro Cacau do Pandeiro> Rua Almirante Barroso, 76> 
Bairro: Rio Vermelho - Salvador/BA> Tel: 71 3334-0185 / 71 8824-1840 (Juvino) / 
71 9602-7719 (Marcelo)> > Além das oficinas para o público em geral, acabamos 
de realizar oficinas gratuitas para os Alunos da Pracatum (Escola de Percussão 
de Carlinhos Brown no Candeal), e iremos realizar oficinas gratuítas para os 
alunos das seguintes instituições:> > * Escola Criativa Olodum> * Ilê Ayê> * 
Conservatório Mozart (Lauro de Freitas)> * Escola Parque (Caixa D'água)> * 
Academia de Música da Bahia - AMBAH1> * Escola de Música da Universidade 
Federal da Bahia - EMUSUFBA> > Estão inclusos no projeto ainda, as seguintes 
atividades que acontecerão até Novembro/2007:> > * Gravação do Documentário 
"Cacau do Pandeiro, Tempo e Música"> * Criação e registro do Método Cacau do 
Pandeiro (Composto por vídeo-aulas> e apostilas), em que serão abordados 
conhecimentos de um músico em> atividade desde a década de 1940 e que está em 
atividade até hoje.> * Aulas-espetáculos com Cacau do Pandeiro> * Fórum 
Cultural de Choro - Espaço aberto para discussão sobre o choro na> Bahia e no 
Brasil, com participação de diversos artistas convidados de São> Paulo, Rio de 
Janeiro e Brasília> * Festival de Choro da Bahia - Em que além da apresentação 
dos artistas convidados, ocorrerá a culminância do Projeto com a apresentação 
de todos os alunos, de todas as instituições das oficinas de Cacau do 
Pandeiro.> > Cacau é um dos poucos músicos ainda em atividade, que sempre viveu 
da música. Em muitos casos se dava ao luxo de deixar os cachês acumularem e 
pegar tudo no final do mês (estamos falando das décadas 40, 50, 60, etc...), 
pois tocava tanto que sempre tinha algum dinheiro na mão.> Além de exímio 
músico, é uma pessoa maravilhosa. Com um sorriso doce e sereno. Capaz de passar 
30 dias na Alemanha sem falar uma palavra de alemão e mesmo assim, deixar uma 
legião de fãs e amigos por onde passa.> Por tudo isso,> e por acreditarmos que 
devemos ofertar nossas flores em vida, Cacau do Pandeiro é o grande homenageado 
pelo Clube do Choro da Bahia neste ano de 2007.> > "Me dê as flores em vida> O 
carinho> A mão amiga> Para aliviar meus ais> Depois que eu me chamar saudade> 
Não preciso de vaidade> Quero preces e nada mais"> (Quando eu me chamar saudade 
- Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito)> > > O Projeto é patrocinado pela 
Petrobrás e Minc> > Coordenação-Geral: Juvino Alves> Produção-Executiva: 
Marcelo Neder> > > Além disso o Clube do Choro da Bahia deve reiniciar antes do 
início de outubro suas rodas semanais de Choro no Café Goethé no ICBA - 
Corredor da Vitória.> Assim que forem definidos os dias fixos da semana e a 
data de início, venho aqui divulgar. Atenção! Músicos que levarem os 
instrumentos não pagam!!!> > > Abs> > Marcelo Neder> > > > > > > > Pedro Glovia 
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:> Eugênio,> > “Eu gostei bastante do disco, mesmo 
não gostando da voz da Cristina. > Não sei se há um consenso. Muita gente aqui 
na TSC não ouve Cristina > Buarque nem se forem pagos pra isso. Eu não gosto, 
mas respeito e > escuto. O trabalho, em si, é bom. Não vi nada de 
revolucionário, nem > ousado, nem arrojado, como afirmou um crítico É > 
arroz-com-feijão muito bem temperado, mas já comi arroz-com-feijão tão > bom 
quanto este, com o mesmo tempero. Até melhor.”> > Como sempre, você volta e 
fala bobagem atrás de bobagem. É impressionante. Vamos lá!> Cara, se você ouve 
aquilo que não gosta simplesmente porque respeita, deixa-me dizer uma coisa: O 
problema é seu. Existem pessoas que costumam não ouvir aquilo que não lhes 
agrada. Pode ser absurdo pra você, mas é verdade.> Não viu nada de 
revolucionário? Claro, talvez você possa nos dizer, onde estão outros trabalhos 
“feijão com arroz”, com apenas quatro faixas, 38 músicas, sem arranjo(que mesmo 
não existindo, você apontou como ponto forte), fora do modelo fonográfico 
atual, fora dos padrões tocado pelas rádios( uma música colada na outra ) e ao 
vivo. Eugênio, por favor, brinde-nos com tais obras que só você conhece, eu 
imploro.> > > “Novamente a ladainha dos ingênuos. A mídia opressora e 
reacionária > deturpando os desavisados em benefício próprio. Isso é balela.”> 
> Realmente, ingênuos somos nós. Malandro é você, EuGÊNIO.> > “Mostrei o 
trabalho pra muita gente do > meio. Apesar da Cristina (como tem gente que não 
gosta da voz dela, > não sou só eu) a maioria gostou. No entanto, quando o 
quesito é > arrojo, ousadia, novidade, diferença, ninguém viu nada de inovador 
> nesse CD. Eu frequento rodas de samba há muitas décadas e pergunto: o > que 
eles fazem de diferente? Nada. Jeito de tocar? Conheço dezenas de > trabalhos 
parecidos, com o andamento mais lento mesmo, com menos > quebradeira 
percursiva. Aqui em BH o "Na Cadência do Samba" faz um > trabalho (no que toca 
a andamento, harmonização, arranjo, etc.) muito > parecido. O próprio 
Galocantô, do Rio, já faz samba de terreiro com o > mesmo estilo, mas não só 
samba de terreiro, seria muito desperdício > que só fizessem isso. Ambos fazem 
parecido, só que sem excluir > ninguém. Eles tocam samba de gente viva também. 
Acredita?”> > Essa parte é a melhor. Eugênio, calma, cara. Nem tantas décadas 
assim...duas, no máximo? Bem deixa pra lá...> Outra vez eu imploro: Torne do 
conhecimento público, essas “dezenas” de trabalhos parecidos e melhores com 
esse do disco discutido. Eu, confesso, apesar de estar sempre na internet e 
freqüentar muitos lugares onde o samba está, não tenho encontrado com essa 
facilidade toda. Por favor, Eugênio...nos dê sua luz!> Galocantô? Você deve 
estar de brincadeira, né? Bem, nem vou me dar ao trabalho.> Eugênio, sinto 
muito se o samba que a rapaziada acredita, que eles se identificam e escolheram 
pra reproduzir, seja todo composto por gente que já se foi. Fazer o quê? O 
samba está acima dessas minúcias, acredito. Música é identificação, goste você 
ou não. Você, por exemplo, é fã dos gordos sertanejos. E daí? Acho aquela 
música, medíocre, sem nada de novo, como você tentou frisar, simplesmente, mais 
da mesma porcaria que tem aos quilos por aí.. E daí(II)? Você se identifica com 
aquilo, acha genial, inovador, coisa rara...Problema é seu(II)!> > “Aqui 
realmente te falta informação. Esses sambas nasceram mesmo no > meio do povo. A 
forma como foram sendo incorporados e > patrimonializados não tem nada de 
popular. Basta ver como foram > criadas as estruturas preservacionsitas de 
cultura no Brasil. Leia um > pouco sobre como a intelectualidade dominou o CPC 
da UNE e o MIS, por > exemplo.”> > Essa também é boa. Patrimonializados 
indevidamente pelo próprio povo? Eugênio, você, por conveniência, ignora o fato 
de que está se referindo à gente da massa, sambistas de fato. Ou você acha que 
o pessoal do terreiro são um bando de babacas intelectuais feito você, 
expropriando a cultura popular? Cara, teus argumentos são de espécie pessoal e 
você deveria tentar resolver isso com algum dos integrantes do grupo com quem 
você tem rixa.> > “ O Zicartola, > bar de Cartola e Dona Zica, vira ponto da 
intelectualidade. É lá que > os sambistas do morro, muitos deles interpretados 
neste disco do > Terreiro, tomam contato com a intelectualidade. Zuza Homem de 
Mello, > Hermínio Bello de Carvalho e Ricardo Cravo Albin, bem ao jeito daquilo 
> que invocava Mário de Andrade décadas antes, vão "organizar" o samba > 
tradicional do Rio de Janeiro.”> > Sambistas do morro? Por favor, liste aqui os 
sambista que tiveram sua forma de fazer samba intelectualizada após o contato 
com intelectuais. Eu estou curioso. Cartola, talvez? Nelson Cavaquinho? Zé 
Ketti? Quem? Quem? Quem? Aconteceu justamente o contrário, seu pateta. Os 
intelectuais é que se popularizaram após esse encontro. Teu exemplo mesmo, a 
Nara, que praticamente abandonou a Bossa Nova após conhecer o pessoal 
suburbano. > O contato com a intelectualidade é maléfico, quando intelectuais( 
termo imbecil ) babacas feito você, não tem a sensibilidade necessária pra 
compreender o cotidiano do povo. Agora, teu discurso é extremamente 
preconceituoso. Você é que subestima a cultura do povo, dizendo que ela é 
suscetível a qualquer discurso intelectualizado. Você realmente, não se 
enxerga.> > “A Cristina afasta público. Isso é óbvio. É uma artista difícil. 
Eles > sozinhos tem potencial de mercado. Não acho que vão recusar dinheiro.”> 
> Óbvio? Onde? Porque você continua achando que a sua opinião, o seu gosto é 
predominante? Quem não gosta da Cristina, é justamente essa raça que você teima 
em criticar. São os puristas. Aqueles que acham que cantar samba deve obedecer 
a estética do canto lírico. Voz limpa, afinação impecável( diga-se de passagem, 
Cristina é afinadíssima ), postura de palco, etc...Garanto que a sua opinião e 
a dos seus amiguinho são sobre afinação. Acertei? Pois é, isso deve-se ao 
distanciamento que você e seu pessoal tem da cultura popular. A única 
proximidade que vocês tem, é a do consumo e da crítica. > Ainda bem que, Chico 
Santana, Alvaiade, Lonato, Candeia, Nelson Cavaquinho, Mauro Duarte, Monarco, 
Zé Ramos, Zé Kétti, Manacéia, Mijinja, Aniceto, Paulo César Pinheiro, Chico 
Buarque, Carlinhos Vergueiro, Cristóvão Bastos, Vanzoline, Osmar, Paulinho da 
Viola, Ivone Lara, Surica, Tereza Cristina, Pedro Miranda, Maurício Carrilho, 
Luciana Rabello, Dobrando a Esquina, Alfredo Del Penho, Pedro Amorim e tantos 
outros compositores e músicos, não concordam com você e sua patota de puristas 
e não acham a Cristina uma artista difícil e que espanta público. Saiba, o 
mundo musical não gira em torno do seu mundo. Portanto, acho que o público que 
a Cristina espanta, é o público modista que não gosta e não entende de samba. > 
Quanto aos caras não negarem grana, acredito que tal afirmação tenha algum 
fundamento em conhecimento pessoal da rapaziada. Me deixa muito espantado que 
você possa deferir esse tipo de comentário, levianamente.> > Eugênio, você me 
dá muita pena. E olha que eu não tenho pena de filho da puta. Quer dizer, de 
alguns eu até tenho. > > Rapaziada do Terreiro: Vocês disseram foi pouco. 
Deveriam ter dito, de fato, que o Zeca não está com porra nenhuma. Que o samba 
dele é uma porcaria, feito somente pra vender disco( Diga-se de passagem, nem 
ele ouve aquilo que produz, o que mostra ser, ao menos, inteligente.), um 
verdadeiro lixo. Infelizmente, pra despeito do polemista manhoso Eugênio, vcs 
só disseram não ouvirem o dito cujo. A frase: “O som convencional de hoje 
agride nossos ouvidos", afirma Tuco, com o apoio dos outros integrantes do 
Terreiro Grande, que dizem não ouvir Zeca Pagodinho." Foi feita pelo 
jornalista. Mas isso, é demais pro Eugeniozinho compreender...coitado dele.> > 
Vamos, finalmente, enterrar esse difundo. Ele já está fedendo. Eu me despeço 
dessa discussão com esse babaquintelectualóide, com a certeza de que esse sr. 
está doente. Mas, isso também é problema dele. > > Bem, abraços, Eugênio. Não 
vou te mandar ir tomar no cu como você merece. Afinal, além de deselegante, não 
creio que você ainda tenha um.> > Passar bem.> > > Pedro.> > 
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