Alguem sabe me informar
em que disco do Paulinho da Viola esta o Samba
chamado Argumento?
 
Valeu!
Muito agradeco desde ja!
gataOxum.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
> Date: Thu, 28 Feb 2008 19:20:57 -0300> From: [EMAIL PROTECTED]> Subject: Re: 
> [S-C] Pagode ou Samba?> To: [EMAIL PROTECTED]> CC: [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL 
> PROTECTED]; [email protected]> > Viva!!!!!!!!> Viva!!!!!!!!> 
> Viva!!!!!!!!> O Teacher nos brindou com mais uma super aula sobre indústria 
> cultural e MPB. Palmas para esse grande mestre!> > Abraçss> > Eugenio Raggi 
> <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: AF: Acho muito perigoso esse papo de 
> "verdadeira música popular" como> um recurso apenas para se contrapor ao que 
> a intelectualidade e as> elites nacionalistas apoiam.> > Quem veio com esse 
> papo aqui?? Só se foi você. Seu discurso é> propositadamente dúbio, camarada? 
> Qual é a sua verdadeira visão a> respeito da "intelectualidade" (de onde?) ou 
> das "elites> nacionalistas" (isso é elogio ou galhofa? Confesso que 
> boiei...)?> > AF: É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se 
> concebeu a> partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos 
> Centros> Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou> 
> predominantemente de classe média, universitária etc..> > O termo MPB contou 
> com a predominância dos setores dito> intelectualizados ou da classe 
> me(r)dia. A música popular, feita pelo> povo, continuou desconhecendo esse 
> rótulo ou sigla. Dori Caymmi faz> música popular, assim como Amilton Lelo, 
> mas só a obra de Dori Caymmi> recebe o rótulo de MPB. O "som" feito por 
> Amilton Lelo ("Eu vou vender> meu coração/ eu vou vender/Eu vou vender pra 
> quem tiver muita coragem> E só assim ninguém irá brigar comigo/Porque vendi 
> pra aquela que me> pagou mais") não pode merecer este rótulo. Curioso? Não 
> acho. Acho> perverso, preconceituoso, apropriativo e canalha.> > AF: Mas vejo 
> muita demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas> chamam de "verdadeira 
> música popular" essas coisas grosseiras como> Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, 
> Daniel, Tati Quebra-Barraco, Asa de> Águia, Banda Calypso, só porque seus 
> membros tiveram, em tese, origem> pobre, ou porque caem mais facilmente na 
> "boca do povo".> > Não me surpreendo de que você jogue tudo num saco só. 
> Artistas tão> díspares, tão diferentes, todos eles vomitados na mesma sacola 
> de> preconceitos e padronagens estéticas sórdidas. Além disso você comete> 
> graves erros nesses generalismos propositais. Quer dizer então que> Daniel é 
> pobre, filho do povo? Você não tem obrigação alguma de saber> da vida desse 
> cantor popular. Só é falta de caráter ficar chutando.> Ninguém é obrigado a 
> gostar deste ou daquele trabalho, mas o> preconceito de origem é abominável. 
> Qualquer pessoa razoavelmente> informada sabe que o Péricles (Exaltasamba) 
> não está aí na mídias às> custas de seu corpinho sarado ou por seus lindos 
> olhos azuis. Não é> necessário gostar. Apenas não formule falsas hipóteses, 
> como achar que> o Calypso, que jamais teve uma major por trás de seus 
> trabalhos (o> príncipe Paulinho da Viola sempre teve contrato com grandes> 
> multinacionais), é um produto da "mass-media". Pode ser de péssima> qualidade 
> estética, não estamos aqui para discutir isso, mas não foi> empurrado goela 
> abaixo de ninguém pela Globo, pela Universal ou> similares.> > AF: Primeiro, 
> isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio> dos veículos da 
> grande mídia, que é associar a idéia de "cultura> popular" ao grosseiro, ao 
> pitoresco, ao aberrante.> > > O grosseiro (Jackson do Pandeiro em vários 
> momentos por exemplo), o> pitoresco (Teixeirinha, Vicente Celestino, Germano 
> Mathias, Bando da> Lua) e o aberrante (Cauby Peixoto, Carmen Miranda) já 
> fazem parte da> nossa cultura musical há décadas. É apenas uma vertente, que 
> deve ser> preservada. O cantor Daniel, que você citou anteriormente, nada tem 
> de> grosseiro, pitoresco ou aberrante. É, portanto, diferente desse> exemplo. 
> O que não quer dizer que ele faça uma música de excelente> qualidade. A 
> grande mídia associa a cultura popular a esses elementos> (grosseiro, 
> pitoresco, aberrante) porque isso é legítimo. Mas a> cultura popular não é só 
> isso. A "grande mídia" também divulga> artistas completamente avessos a esses 
> valores. Artistas que você deve> odiar também. Argumento furado. Você faz 
> melhor que isso.> > > AF: A história de nossa cultura comprova, em dados 
> concretos, que a> cultura popular nunca esteve associada ao grotesco.> > 
> Realmente. Carmen Miranda, Teixeirinha, Genival Lacerda, Cauby...Nada> de 
> grotesco. Então tá....Mas é como em outras culturas do 3º mundo, em> que a 
> "grande mídia" oprime o povo e manipula os paladares musicais.> Gente pobre 
> culturalmente como os franceses que são manipulados pela> "mass media" que 
> lhes impoe Christophe, os suecos com o ABBA, os> alemães com Jerry Bauen, os 
> australianos com o Air Suply, espanhóis> com Julio Iglesias, ingleses com New 
> Kids on The Block e italianos com> Ornella Vanoni. É isso que dá não educar o 
> povo direito. A "mass> media" vai lá e manipula o gosto desse gado, dessa 
> massa ignara. Pobre> povo do 3º mundo...> > > AF: O sambe de roda que os 
> escravos faziam tinha inteligência,> espontaneidade, arte, dignidade, mesmo 
> quando fazia brincadeiras> maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se 
> vincular à falsa> idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente 
> calculado pelos> seus empresários.> > É evidente que analistas de pirro feito 
> você não levariam em conta> nenhum tipo de contexto. A liberação sexual e a 
> mudança dos costumes> também mudam o jeito de dizer as coisas. O que você 
> chama hoje de> "brincadeiras maliciosas" era visto como pornografia pura e 
> mau gosto> naqueles tempos.> > Muito dessa música brega-popularesca que está 
> aí, associada à> "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, 
> Paulo César> Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e 
> outros> entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a> 
> verdadeira cultura popular.> Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e 
> Odair José, sejam os> grotescos explícitos tipo Banda Calypso e Tati 
> Quebra-Barraco, sejam> os pedantes pseudo-MPB e altamente canastrões tipo 
> Chitãozinho &> Xororó, Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo 
> Revelação,> todos eles não passam de pupilos dos executivos da grande mídia> 
> > > Não entendi. Qual é o fenômeno de massificação que está por trás de> 
> Odair José, do Waldick? Grandes grupos empresariais? Mega Business?> Não. 
> Tenho certeza que você não acredita nisso. Mas, para não se> prender 
> exclusivamente ao seu modelo de cultura preconceituoso e> excludente você 
> insiste em eleger o capital como grande inimigo. Como> se por trás de toda 
> breguice, toda cafonice, tudo aquilo que é> barango, brejeiro, simplório, 
> primitivo, estivesse o "monstro mercado"> e seus tentáculos. Seu discurso é 
> um subproduto da Guerra Fria.> Ingênuo e adolescente. Soa como uma militância 
> forjada. Aliás, você> adota um visual à moda Luciana Genro, com madeixas 
> desgrenhadas ou o> oleoso-pentecostal à maneira HH?> > > AF: símbolos desse 
> populismo televisivo e radiofônico que contou com o> apoio mais do que 
> explícito dos mais reacionários políticos de> direita, como Fernando Collor, 
> Renan Calheiros, Antônio Carlos> Magalhães, etc..> > Essa linhagem 
> reacionária comanda o Brasil há 500 anos. São os mesmo> que abrigaram, no 
> costado da mídia então estatal, gente como Radamés,> Noel, Orlando Silva, 
> Assis Valente, Ary Barroso, Carmen, Emilinha,> Marlene, Ataulfo 
> Alves...Pesquise um pouco e vá ver como essa gente> (talentosíssima, diga-se) 
> valeu-se de um projeto de cultura de Estado.> Vá ver como Chico, Jobim, 
> Caetano, Pixinguinha (teve até uma novela da> Globo com o nome de sua música) 
> emplacavm seus grandes sucessos nas> novelas globais. Leia o levantamento 
> feito por Paulo César Araújo> sobre as trilhas das novelas globais e veja o 
> quanto os medalhões da> MPB foram beneficiados por este padrão global, 
> apoiado por toda essa> gente...Collor, ACM, Sarney...Todos donos de 
> retransmissoras da Globo,> que nos anos 60, 70 e 80, no horário nobre, 
> executavam "Luiza"(Jobim),> "Carinhoso"(Pixinguinha) ou "Alegria, Alegria" 
> (Caetano).> > Para não dizer que isso mudou recentemente, veja quais músicas 
> abrem> as 4 principais telenovelas da Globo atualmente: "Desejo Proibido",> 
> das 18:00, tem "Desenredo" (Dori e Paulo César Pinheiro) como tema de> 
> abertura. "Beleza Pura", às 19:00, tem a canção homônima de Gilberto> Gil 
> como tema. "Duas Caras" tem Gonzaguinha pra começar. "Queridos> Amigos" tem 
> Milton Nascimento.> > Tua teoria conspiratória é uma farsa.> > Isso sem falar 
> que o sucesso "espontâneo" dessa "verdadeira música> popular" se deveu, e 
> muito, pela decisiva farra de concessões de rádio> e TV de ACM e Sarney para 
> políticos e empresários aliados aos dois,> nos anos 80.> > Para manipular o 
> povo com músicas ruins e impostas, né? Só falta agora> o megafone com a 
> Internacional Socialista ao fundo pra denunciar pro> mundo inteiro esse 
> descalabro.> > > Se não fosse essa falcatrua toda, ao invés de termos 
> Alexandre Pires e> Belo como grandes ídolos, teríamos Wilson Simoninha e 
> Pedro Luís.> > Se não fosse a democracia, conquistada com muito suor, sangue 
> e> lágrimas por essa gente, não teríamos essa diversidade cultural, onde> 
> cada um ouve o que quer. Mas gente obtusa feito você acha que o> sucesso de 
> belo e Alexandre Pires é um produto de mídia.> > Nada disso, meu caro. "É o 
> povo quem comanda o show e assina a> direção", não é mesmo Jorge?> > Ao invés 
> de termos Ivete Sangalo ou Cláudia Leitte, teríamos, por> exemplo, Roberta Sá 
> como nossa diva maior.> > Roberta Sá é aquela mesma que foi lançada ao 
> público de massa pelo> "Fama", aquele programeco da "Globo"? Aquela empresa 
> dos Marinho, dos> Sarney, dos Magalhães, dos Collor?> > Você é patético.> 
> Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um> recurso 
> apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites> nacionalistas 
> apoiam.> > É verdade que a Música Popular Brasileira, como ela se concebeu a> 
> partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos Centros> Populares 
> de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou> predominantemente de 
> classe média, universitária etc..> > Mas vejo muita demagogia e muita 
> hipocrisia quando as pessoas chamam> de "verdadeira música popular" essas 
> coisas grosseiras como> Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, Tati 
> Quebra-Barraco, Asa de> Águia, Banda Calypso, só porque seus membros tiveram, 
> em tese, origem> pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do povo".> > 
> Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o apoio dos> 
> veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura popular"> ao 
> grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa cultura> comprova, 
> em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve> associada ao 
> grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha> inteligência, 
> espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia> brincadeiras maliciosas. 
> Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se> vincular à falsa idéia de um "novo 
> samba de roda", é milimetricamente> calculado pelos seus empresários.> > 
> Muito dessa música brega-popularesca que está aí, associada à> "verdadeira 
> cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo César> Araújo, Milton 
> Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros> entre ingênuos ou 
> oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a> verdadeira cultura popular. 
> Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick> Soriano e Odair José, sejam os 
> grotescos explícitos tipo Banda Calypso> e Tati Quebra-Barraco, sejam os 
> pedantes pseudo-MPB e altamente> canastrões tipo Chitãozinho & Xororó, 
> Alexandre Pires, Zezé Di Camargo> & Luciano e Grupo Revelação, todos eles não 
> passam de pupilos dos> executivos da grande mídia, símbolos desse populismo 
> televisivo e> radiofônico que contou com o apoio mais do que explícito dos 
> mais> reacionários políticos de direita, como Fernando Collor, Renan> 
> Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..> > Isso sem falar que o sucesso 
> "espontâneo" dessa "verdadeira música> popular" se deveu, e muito, pela 
> decisiva farra de concessões de rádio> e TV de ACM e Sarney para políticos e 
> empresários aliados aos dois,> nos anos 80. Se não fosse essa falcatrua toda, 
> ao invés de termos> Alexandre Pires e Belo como grandes ídolos, teríamos 
> Wilson Simoninha> e Pedro Luís. Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia 
> Leitte,> teríamos, por exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.> > 
> 2008/2/28 Pedro Glóvia > :> > Alexandre,> >> > Prepara-te. O professor vem 
> aí...> >> > Abraçss> >> > Alexandre Figueiredo Pereira escreveu: Pessoal,> >> 
> >> > Acho muito perigoso esse papo de "verdadeira música popular" como um 
> recurso apenas para se contrapor ao que a intelectualidade e as elites 
> nacionalistas apoiam.> >> > É verdade que a Música Popular Brasileira, como 
> ela se concebeu a partir da fusão dos grupos ideológicos da Bossa Nova e dos 
> Centros Populares de Cultura nos festivais da canção em 1965, se tornou 
> predominantemente de classe média, universitária etc..> >> > Mas vejo muita 
> demagogia e muita hipocrisia quando as pessoas chamam de "verdadeira música 
> popular" essas coisas grosseiras como Exaltasamba, Bruno¨& Marrone, Daniel, 
> Tati Quebra-Barraco, Asa de Águia, Banda Calypso, só porque seus membros 
> tiveram, em tese, origem pobre, ou porque caem mais facilmente na "boca do 
> povo".> >> > Primeiro, isso é uma visão elitista, que ganha facilmente o 
> apoio dos veículos da grande mídia, que é associar a idéia de "cultura 
> popular" ao grosseiro, ao pitoresco, ao aberrante. A história de nossa 
> cultura comprova, em dados concretos, que a cultura popular nunca esteve 
> associada ao grotesco. O sambe de roda que os escravos faziam tinha 
> inteligência, espontaneidade, arte, dignidade, mesmo quando fazia 
> brincadeiras maliciosas. Já o "pagodão" pós-Tchan, que tenta se vincular à 
> falsa idéia de um "novo samba de roda", é milimetricamente calculado pelos 
> seus empresários.> >> > Muito dessa música brega-popularesca que está aí, 
> associada à "verdadeira cultura popular" de que falam Hermano Vianna, Paulo 
> César Araújo, Milton Moura (UFBA), Regina Casé, Patrícia Pillar e outros 
> entre ingênuos ou oportunistas, na verdade pouco têm a ver com a verdadeira 
> cultura popular. Sejam os bregas "de raiz" tipo Waldick Soriano e Odair José, 
> sejam os grotescos explícitos tipo Banda Calypso e Tati Quebra-Barraco, sejam 
> os pedantes pseudo-MPB e altamente canastrões tipo Chitãozinho & Xororó, 
> Alexandre Pires, Zezé Di Camargo & Luciano e Grupo Revelação, todos eles não 
> passam de pupilos dos executivos da grande mídia, símbolos desse populismo 
> televisivo e radiofônico que contou com o apoio mais do que explícito dos 
> mais reacionários políticos de direita, como Fernando Collor, Renan 
> Calheiros, Antônio Carlos Magalhães, etc..> >> > Isso sem falar que o sucesso 
> "espontâneo" dessa "verdadeira música popular" se deveu, e muito, pela 
> decisiva farra de concessões de rádio e TV de ACM e Sarney para políticos e 
> empresários aliados aos dois, nos anos 80. Se não fosse essa falcatrua toda, 
> ao invés de termos Alexandre Pires e Belo como grandes ídolos, teríamos 
> Wilson Simoninha e Pedro Luís. Ao invés de termos Ivete Sangalo ou Cláudia 
> Leitte, teríamos, por exemplo, Roberta Sá como nossa diva maior.> >> > Bom, é 
> isso. Abraços a todos.> >> > Alexandre Figueiredo> >> > ENSAIOS PATRIMONIAIS> 
> > http://br.geocities.com/alexfig1971> >> >> > 
> ---------------------------------> > Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único 
> sem limite de espaço para armazenamento!> > 
> _______________________________________________> > Para CANCELAR sua 
> assinatura:> > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela> > Para ASSINAR 
> esta lista:> > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina> > Antes de 
> escrever, leia as regras de ETIQUETA:> > 
> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta> >> >> >> > 
> ---------------------------------> > Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único 
> sem limite de espaço para armazenamento!> > 
> _______________________________________________> > Para CANCELAR sua 
> assinatura:> > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela> > Para ASSINAR 
> esta lista:> > http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina> > Antes de 
> escrever, leia as regras de ETIQUETA:> > 
> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta> >> 
> _______________________________________________> Para CANCELAR sua 
> assinatura:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela> Para ASSINAR esta 
> lista:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina> Antes de escrever, leia 
> as regras de ETIQUETA:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta> > > 
> > > ---------------------------------> Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único 
> sem limite de espaço para armazenamento! > 
> _______________________________________________> Para CANCELAR sua 
> assinatura:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela> Para ASSINAR esta 
> lista:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina> Antes de escrever, leia 
> as regras de ETIQUETA:> http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta
_________________________________________________________________
Confira vídeos com notícias do NY Times, gols direto do Lance, videocassetadas 
e muito mais no MSN Video!
http://video.msn.com/?mkt=pt-br_______________________________________________
Para CANCELAR sua assinatura:
        http://www.samba-choro.com.br/tribuna/cancela
Para ASSINAR esta lista:
        http://www.samba-choro.com.br/tribuna/assina
Antes de escrever, leia  as regras de ETIQUETA:
        http://www.samba-choro.com.br/tribuna/netiqueta

Responder a