E a ideia que existem varias formas de culturas brasileiras, 

uma delas que acomodam, Tati Quebra Barraco e o Bonde do Tigrao

entre outros.

Nao so culturas em que Funk e Rap sejam culturas exluidas, mas varias expressoes

de diferentes nucleos culturais no mesmo paiz, e isso que faz um

Brazil rico de culturas diversas. Porque so Chico Buarque? Quando a musica dele

expressa algumas vozes mas nao todas.

 

Da mesma forma que o catolicismo nao deveria ser

considerado superior a nenhuma religiao.

 

Voces percebem o meu argumento?

 

Gata Oxum!

 
> From: [email protected]
> To: [email protected]
> Date: Thu, 19 Feb 2009 21:32:25 -0300
> Subject: [S-C] cultura!?! brasileira?!?
> 
> Olá companheiros de lista,
> 
> 
> Acompanho frequentemente as conversas, mas sem me dar o direito de 
> escrever, para não ficar na obrigação de responder aos que comentarem sobre 
> as minhas idéias e opiniões (ou me
> xingarem rs) . É que estou envolvido em alguns projetos que me ocupam todo o 
> tempo que 
> estou acordado..
> 
> Nesse caso resolvi abrir uma exceção, pois são três temas juntos que me 
> mobilizam muito: as danças de salão, o samba no pé e o fuque (funk).
> 
> Pensemos pelo lado positivo da coisa, melhor a Joelma no Galo da Madrugada 
> que a vovó 
> Tati Quebra Barraco (rs).
> 
> Iberê, você pode explicar o que você quis dizer com "Lambada é uma dança, 
> o nome do ritmo é merengue."?
> 
> Quanto ao forró, gostaria de considerar...
> 
> A palavra forró vem de forrobodó (seguem algumas informações para os 
> interessados no fim dessa mensagem), não de for all. (Creio que a música For 
> All foi mais importante para a difusão dessa lenda que o filme com o mesmo 
> nome.) Como sabemos, uma mentira contada mil vezes torna-se verdade.
> 
> Outra informação relevante é que quem começou a usar o termo forró, que desde 
> muito 
> tempo designa baile, para um tipo de música, foi o Luiz Gonzaga - segundo 
> ele, um tipo de baião com mais molho.
> 
> Interessante também comentar que nas festas no Nordeste, se ouvia, 
> dependendo da época, schotishs, polca, foxes músicas que foram 
> incorporadas à nossa cultura, na forma de choros, sambas, xotes, frevos...
> 
> Outro ponto, o fuque.
> 
> Fico realmente muito triste quando a Tati é contratada pelo (des)governo 
> brasileiro para representar a mulher brasileira na 
> Europa e quando não se prende (pela Maria da Penha) os responsáveis pelas 
> músicas que incitam a violência contra a mulher (sem falar nas outras 
> atrocidades que sou obrigado a ouvir sem querer).
> 
> Odiei saber que teve fuque no Caldeirão junto com o samba no pé, mas essa 
> mistura não é novidade, já soube da presença do "Cão" diversas vezes nas 
> quadras, na avenida, na região dos lagos, até em Porto Seguro soube que toca 
> fuque. Felizmente proibiram o axé e o fuque em algumas cidades de Minas, 
> preservando as marchinhas, o samba...
> 
> Aproveito para colocar uma lenha das grandes para o período de Momo:
> Quanto à "Ao mesmo tempo destróem duas fontes de cultura negra, identidade 
> sensibilizadora e formadora crítica de toda a América.", tomando como exemplo 
> o carnaval carioca e suas influências (festas de colheita, corsos, grandes 
> sociedades, desfiles e músicas marciais, danças de corte, Zé Pereira, 
> entrudo, bandas regionais, o choro, danças africanas, músicas e sapateados 
> indígenas...), pergunto se podemos dizer sem medo de errar que alguma 
> manifestação cultural brasileira seja exclusivamente de um país, uma região 
> ou um continente?
> 
> (Acredito que influências diversas, nos compõem, e que é muitíssimo 
> descuidado, declarar que uma manifestação cultural BRASILEIRA vem desse ou 
> daquele grupo. E que no dia que nos olharmos como uma nação MISTURADA, 
> respeitando nossos antepassados, sejam eles negros, brancos, indígenas... 
> Seremos mais felizes, fortes e respeitados, pois no mundo nenhum país possui 
> a nossa quantidade, qualidade e variedade em termos de cultura.)
> 
> Outra lenha: porque reclamamos tanto da pressão exercida pelo poder 
> econômico dos Estados Unidos e passamos todo o tempo copiando os mesmos e 
> colaborando para que eles tenham mais sucesso?
> Que tal iniciarmos uma campanha que inclui coisas simples como:
> 1. Parar de falar "os americanos" para denominar os estadunidenses, pois os 
> latino americanos e os canadenses também são;
> 2. Buscar ouvir e tocar em festas que promovamos prioritariamente as "nossas 
> músicas";
> 3. Oferecer em projetos destinados à comunidades mais carentes 
> (economicamente) 
> samba, forró, frevo e outras músicas, já consideradas brasileiras, em troca 
> do Hip-Hop, por exemplo;
> 4. Evitar ao máximo comprar produtos dos Estados Unidos, dinheiro esse que 
> vira 
> arma, eternamente apontada para o resto do mundo (nos esforçar, 
> especialmente, para comprar produtos brasileiros);
> 5. Passar férias no Brasil - evitando a maçã (NY), por exemplo;
> 6. Parar de chamar o Obama de primeiro presidente negro, já que ele é também 
> 50% 
> branco. (Não chamar nem mesmo de afro descendente, a não ser que chamemos, 
> para sermos minimamente coerentes, de afroeurodescendente) (estaríamos 
> corroborando com uma idéia estúpida e racista dos estadunidenses (brancos e 
> negros) onde uma gota de sangue negro, indígena, latino... transforma a 
> pessoa em negro), ;
> 7. Evitar falar e escrever com estrangeirismos: como já disse um filósofo 
> contemporâneo: 
> halloween é o cacete!
> 
> Abraços polêmicos a todos.
> 
> Luís Florião
> 
> ps.: Alguém tem alguma informação (livros, teses, imagens antigas...) sobre 
> os distintos tipos de samba no pé? (samba duro, samba de coco, samba 
> espanhol, sambas latino americanos, samba dos Cariris, samba de passista 
> masculino, samba de passista feminino, samba de mestre sala, miudinho...)
> 
> 
> ----- Original Message ----- 
> From: "Caio Tibúrcio" <[email protected]>
> To: "iroza" <[email protected]>
> Cc: "tribuna" <[email protected]>
> Sent: Wednesday, February 18, 2009 7:10 AM
> Subject: Re: [S-C] Fw: Portela no Caldeirão.....
> 
> 
> !!!
> 
> Caio Tiburcio
> 
> 
> De:[email protected]
> 
> Para:"Caio Pontual-Globo" [email protected]
> 
> Cópia:"Tribuna" [email protected],"Gabriel Sousa" 
> [email protected]
> 
> Data:Tue, 17 Feb 2009 23:57:50 -0300
> 
> Assunto:Re: [S-C] Fw: Portela no Caldeirão.....
> 
> > Pior que isso tudo é que não é funk, que vem do movimento funk-soul
> > americano, que é a expressão negra do rock americano, ou seja o rock com
> > balanço que influenciou os americanos. Eles, globalizantes banqueiros
> > néo-liberais (tudo o que puderem fazer para acabar com as
> > culturas-nações do mundo), querem enfiar no Brasil o rock inglês, que é
> > o duro, sem graça (não sensibiliza, não torna criativo, crítico. Só
> > política panfletaria, qdo não é pura lavagem cerebral). Aliás a intenção
> > e deturpar tudo que é cultura (querem que todos acreditemos que só
> > existe dinheiro, o único valor, justamente o que não se calça, não se
> > come, não se mora, não se anda). O nome é tecno e milhões de dólares
> > fizeram ele chegar até nossos morros (existe um jornal do Paraguai
> > denunciando isso). Lambada é uma dança, o nome do rítmo é merengue.
> > Forró é um baile, for all, inventado para descaracterizar os ritmos
> > nordestinos, baião, xote, frevo, maracatú de baque solto, maracatú de
> > baque virado, boi da ilha, boi de matraca, tambor de crioula, num
> > genérico forró. A imprensa é deles. Os políticos ou são seus testas ou
> > não querem perder a mamata, ou estão fazendo o que podem contra tudo e
> > contra todos.
> > Assim enfiaram no reduto do samba o tecno e chamaram de funk. Ao mesmo
> > tempo destróem duas fontes de cultura negra, identidade sensibilizadora
> > e formadora crítica de toda a América.
> > Abraços,
> > Iberê Roza.
> >
> >
> >
> >
> >
> > > Mensagem Original:
> > > Data: 10:06:48 16/02/2009
> > > De: Caio Pontual-Globo
> > > Assunto: Re: [S-C] Fw: Portela no Caldeirão.....
> >
> > > Gabriel, minha questão não está focada na questão do funk em si, isso já 
> > > é outra discussão, mas na questão de se querer modificar e impor uma 
> > > relação estético/artística que não existe, de querer misturar coisas que 
> > > não são naturalmente misturáveis, ou seja, em suma, forçar a barra, 
> > > deturpar algo que já está bastante atingido por influências alienígenas 
> > > que só prejudicam e não acrescentam nada ....
> > >
> > > Um abraço.
> > > Caio Pontual
> > > ----- Original Message -----
> > > From: Gabriel Sousa
> > > To: Caio Pontual-Globo
> > > Sent: Sunday, February 15, 2009 1:28 PM
> > > Subject: Re: [S-C] Fw: Portela no Caldeirão.....
> > >
> > >
> > > Agora respondendo só pra você.
> > >
> > >
> > > É Caio, a Globo sempre faz e sempre fez o que quer. Mas a verdade é que 
> > > existem certas "invasões" culturais que são inevitáveis. Eu já fui muito 
> > > radical contra o funk, hoje não mais. Não por achar que existe alto 
> > > nível cultural em suas letras, ou por achar que é mais uma grande 
> > > criação da musica brasileira, mas simplesmente por ver que existe uma 
> > > realidade de vida que eu não entendo, mas que é fato que cada um desses 
> > > funkeiros vivem diariamente.
> > >
> > >
> > > Todos nós cantamos o nosso dia-a-dia. Cantamos situações que passamos, 
> > > seja amor, seja ódio. E essas letras vulgares ou não, sempre descrevem 
> > > exatamente o que eles pensam diariamente, pois basta parar pra conversar 
> > > com um e parece que as letras dessas músicas são os únicos assuntos que 
> > > eles tem para falar. É mais uma deficiência social do que qualquer outra 
> > > coisa e é importante entendermos isto. Eu venho de Bangu, zona oeste do 
> > > Rio, não moro mais lá, mas tenho grandes amigos de infância que 
> > > demonstram exatamente isso para mim.
> > >
> > >
> > > No fundo concordo sobre essa mania da Globo de querer enfiar idéias na 
> > > guela do povo.
> > >
> > >
> > > forte abraço.
> > >
> > >
> > > 2009/2/15 Caio Pontual-Globo
> > >
> > > Não acho que eu deva deixar o funk em paz ..... eu estou criticando a 
> > > Globo por fazer uma inserção de um rítmo que não tem nada a ver com 
> > > carnaval e ficou uma coisa muito forçada...... é o mesmo que alguns 
> > > estão tentando fazer por aqui de botar o rock no meio do povão para 
> > > atrair metaleiro para uma festa que tem e deve ter uma tradição, com 
> > > seus rítmos próprios, folguedos que se originam de uma cultura realmente 
> > > popular. É o mesmo que botar como fizeram por aqui no Galo da Madrugada, 
> > > colocar a Banda Calypso (?) e dizer que eles vão tocar e cantar frevo, 
> > > isso é jogada e eu não concordo com essas figuras que forçam a barra 
> > > para aproveitar uma "onda" e distorcer as coisas que já são boas e belas 
> > > como são......
> > >
> > > Abs.
> > > Caio Pontual
> > > ----- Original Message -----
> > > From: Gabriel Sousa
> > > To: Caio Pontual-Globo
> > > Cc: Tribuna
> > > Sent: Saturday, February 14, 2009 6:32 PM
> > > Subject: Re: [S-C] Fw: Portela no Caldeirão.....
> > >
> > >
> > > Caio,
> > >
> > >
> > > Não sei se você sabe, mas no Rio de Janeiro já faz anos, anos que o funk 
> > > está sim presente em todo o Carnaval, muito presente até :D
> > >
> > >
> > > De qualquer forma, estamos aqui para falar de samba, pois somos
> > > amantes de samba. Vamos deixar o funk em paz...
> > >
> > >
> > > Abraços,
> > >
> > >
> > > 2009/2/14 Caio Pontual-Globo
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Portela deu um banho de beleza e samba no Caldeirão do Hulk (nem sei se 
> > > é assim que se escreve) com uma passista que é um verdadeiro 
> > > monumento...... só que sem mais nem menos ele (o Luciano) "inventa" de 
> > > meter um funk na história ... tô pra ver forçação(?) de barra maior .... 
> > > quis dar a entender que esse rítmo agora é considerado rítmo de 
> > > carnaval, dá pra engolir isso? Mais uma do plim plim ........
> > >
> > > Abs.
> > > Caio Pontual
> 
> DOIS DEDOS DE PROSA SOBRE O FORRÓ
> 
> 
> 
> Forró - A Música
> Para definir as bases do forró temos que falar um pouco do baião. A palavra 
> baião que pode significar baiano, bailão ou bailar, designava, 
> originalmente, uma introdução, um "aquecimento" que dois ou mais cantores 
> faziam para esperar a inspiração e só então começar a cantar para valer, 
> revezando-se em repentes e músicas regionais para animar as festas e 
> encontros.
> O grande Luiz Gonzaga foi o responsável por fazer do baião um gênero 
> musical, ao desenvolver aquela introdução, criando, gravando e difundindo o 
> baião, já como música inteira, não mais limitada ao som da viola do 
> cantador, mas com letra, arranjo e toda orquestração sertaneja.
> Foi também Luiz Gonzaga quem desenvolveu o estilo musical que hoje 
> conhecemos como forró quando deu molho, balanço e tornou o ritmo do baião - 
> que é mais quadrado - mais picado e acelerado.
> 
> 
> 
> Forró - A Festa
> Se você for convidado para ir a um forró, vá! Todo mundo sabe que ir ao 
> forró é ir a um local onde acontece um baile com música, dança e muita 
> alegria. Mas por que forró?
> "Foi o maior forrobodó" - significava ter sido a maior bagunça, desordem...
> Alguns historiadores afirmam que a palavra forró veio de forrobodó, 
> demonstram ainda que a palavra forrobodó era usada antes do final do século 
> XVIII (*1) como designação de baile ou festa com danças e cantorias.
> Importantes etimólogos acrescentam que a palavra forró veio do francês 
> faux-bourdon e que depois de algumas corruptelas resultou em forbodó, termo 
> usado na Galícia e em Portugal para designar um tipo de baile sem graça, 
> assim, para estes a palavra teria origem pejorativa, como também acontece 
> com "gafieira" que designava um local onde se cometem gafes.
> Geraldo Azevedo difundiu, na sua música "For All Para Todos", que a 
> denominação forró surgiu quando da inauguração da primeira estrada de ferro 
> brasileira, por ter a Great Western promovido uma festa com livre acesso a 
> todos - em inglês "for all" - e que o povo acabou mudando a pronúncia.
> No filme brasileiro "For All" a versão acima foi contestada, já que o termo 
> teria surgido no tempo da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar 
> americana instalada no Brasil promovia as festas "for all".
> Importantes historiadores afirmam que estas duas versões são histórias 
> interessantes, porém pura fantasia. Dizem que se esse fosse o caso as 
> pessoas tenderiam a falar foral, ou até foró, mas não forró que tem 
> pronúncia mais elaborada.
> Independente de quem está com a razão, é certo que pelos forrós do Brasil 
> dançou-se muita mazurca, polca, xote, xaxado e coco e mais modernamente o 
> baião e o forró encontraram também seu apogeu nesses democráticos espaços.
> 
> 
> 
> Forró - A Dança
> De um grande leque de danças chamadas forró, como o estilizado, o de Itaúnas 
> e o universitário e/ou dançadas ao som de músicas chamadas forró como o 
> miudinho, o xote bragantino e o rastapé, ressalto o forró tradicional que 
> conheci sendo dançado no nordeste e que posteriormente observei também em
> algumas escolas de Dança de Salão no sudeste e centro-oeste. O tradicional é 
> sensual e alegre, caracteriza-se por movimentos muito marcados, fortes, bem 
> definidos que lembram, em alguns momentos, danças indígenas. Foi 
> influenciado por diversos folguedos e danças populares, tais como o xaxado, 
> o xote, o frevo e o baião, sendo que, interessantemente sua base principal 
> (o pisa o milho) é muito semelhante ao carimbó.
> Recentemente jovens passaram a dançar ao som do forró "pé de serra" (que 
> geralmente é tocado com zabumba, triângulo e sanfona) o forró universitário: 
> uma mistura de estilos que muito tem a ver com a salsa e o "soltinho".
> Por outro lado, com o surgimento do forrock - forró executado com 
> aparelhagem de som eletrônica e sintetizador, em cidades como Fortaleza e 
> Recife passou-se a dançar o que seria o "forró estilizado" e que é muito 
> mais próximo da lambada moderna. Esses dois últimos fenômenos têm sua 
> importância na medida que atraíram os jovens para os salões e fizeram uma 
> nova difusão do forró.
> Por todo Brasil encontramos danças praticadas ao som do forró ou 
> influenciadas pela dança do forró. Algumas tornam-se tão diferentes da 
> original que acabam ganhando outro nome ou terminação.
> 
> 
> 
> Espera-se que a renovação, o desenvolvimento e a evolução de qualquer 
> manifestação artística respeite suas bases e raízes. Só assim se mantém a 
> tradição e a cultura de um povo. A dança, por ser uma arte de movimento 
> exige especial atenção na sua preservação. O problema não está na 
> continuação e nas mudanças, mas na ruptura, no aprendizado errado das 
> características de cada modalidade. Isso sim pode e costuma causar 
> distorções maléficas.
> 
> 
> 
> Luís Florião
> 
> 
> 
> *1 - registrado no dicionário de Cândido Figueiredo, de 1899, que a define 
> como "baile reles". A forma reduzida 'forró' aparece menos de vinte anos 
> depois, em 1913, como sinônimo de forrobodó.
> 
> 
> 
> 
> Bibliografia:
> A origem curiosa das palavras - Márcio Bueno;
> O Forró - Gilberto Gil;
> Novo Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda;
> A festa que virou gênero musical - Tárik de Souza;
> A História do forró - Revista Forró Mania;
> 
> 
> 
> Entrevistas e pesquisas de campo também ajudaram a construir esse trabalho.
> 
> 
> 
> Interessantes fontes que devem ser consultadas por aqueles que queiram saber 
> mais, sendo que também serviram para a elaboração deste trabalho: Dicionário 
> do Folclore Brasileiro de Câmara Cascudo e os trabalhos dos pesquisadores 
> Eleuda de Carvalho e Alberto Ikeda.
> 
> 
> 
> 
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