Sim, certamente, uma carta "comercial", do escritório, jamais será
social.
Há, porém, uma informação igualmente valiosa:
a expressão IMPRESSOS e LIVRO baixa a tarifa postal substancialmente,
muito, muito mesmo. O único problema é queo envelope tem
que ficar aberto; se colado terá que ter os 4 cantos cortados, de
modo que que o agente postal possa conferir que é mesmo um livro.
SF
[EMAIL PROTECTED] gravada:
O
problema é o uso indiscriminado. Se todos resolverem enviar "cartas
sociais", o que seria exceção vira regra. Analogamente, o
benefício da justiça gratuita pode ser requerido por qualquer
pessoa física que se declare sem condições de arcar
com as custas sem prejuízo do próprio sustento. Uma simples
declaração na própria petição inicial
é o bastante, e só pode ser impugnada em autos apartados,
com procedimento próprio. Há muita gente que faz uso indiscriminado
deste benefício, e isto, no mínimo, não é justo.
Quanto à carta social, é preciso que se tenha critério. ZUNINO
Se você tem por hábito utilizar os
Correios, para enviar correspondência (nacional), observe que se
você enviar algo de pessoa física para pessoa física,
num envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos,
para qualquer lugar / Estado, e bem abaixo do local onde você
coloca o CEP escrever as palavras: "Carta Social", pagará
somente R$ 0,01 por ela.
Isso está nas Normas afixadas nas agências
dos correios, mas é claro que não está escrito em
letras graúdas. A mesma carta, caso você não escreva
Carta Social, conforme explicado acima, custará cerca de R$ 0,27.
Agora imaginem no Brasil inteiro, quantas pessoas
desconhecem este fato e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente.